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. 28/11/2011 .
Uma mistura arquitetônica de estilos como o Tudor, o vitoriano e o francês provinciano, a fachada da casa é ao mesmo tempo fúnebre e atraente. Construída em 1910, a Mansão Rosenheim foi replicada para a ambientação da história de American Horror Story, seriado que resgata a atmosfera de clássicos do horror cinematográfico. Transmitido nos EUA pelo canal a cabo, FX, o suspense estreou na FOX Brasil no dia 8 de novembro.

Sob a influência de thrillers como "O Iluminado", "O Bebê de Rosemary" e “A Morte Tem Cara de Anjo”, a série acompanha a família Harmon em seu período de adaptação em sua nova residência. O psiquiatra Ben (Dylan McDermott), sua esposa Vivien (Connie Britton) e a filha Violet (Taissa Farmiga) mudam de Boston para Los Angeles, em fuga de problemas anteriores: o trauma por um aborto espontâneo e a subsequente traição do marido.


Em uma situação reminiscente ao terror de Stanley Kubrick, os três logo descobrem que irão habitar um local com histórico de tragédias, e, sem perceber, passam a conviver com os antigos moradores, vítimas de homicídios e suicídios, chegando a contratar um deles como governanta (a dual Moira, interpretada por Frances Conroy quando adota a aparência de anciã, e por Alexandra Breckenridge, nos momentos em que se transforma em objeto sexual para seduzir os os personagens masculinos). E se não bastassem os mortos, a mansão sofre invasões frequentes de vizinhos, em especial da excêntrica Constance (Jessica Lange) e sua filha excepcional Addie (Jamie Brewer).

Desenvolvida por Ryan Murphy e Brad Falchuk, os criadores de Glee e Nip/Tuck, a série apela mais tensão psicológica do que em sustos passageiros e se apóia na criação de mistérios. A história está cheia de enigmas, o que incluí a maldição que torna os moradores reféns da própria residência, a identidade de fantasmas ocultada por fantasias pretas de látex, ou ainda a origem do Infantata, criatura híbrida de humano e animal, meio-bebê e meio-idosa. Além disso, as motivações dos personagens são ambíguas e é mesmo difícil distinguir os vivos dos mortos.

A característica mais perturbadora da história talvez não sejam os fantasmas que desfilam pelos corredores da mansão, por mais que eles manipulem, ameacem e mesmo assediem sexualmente seus habitantes vivos. Aquilo que mais incomoda é a qualidade plausível dos atos cruéis retratados nos episódios. Da mesma maneira que o cenário recria um imóvel existente, os assassinatos mostrados na ficção são réplicas de crimes reais.


Casos famosos como o sequestro seguido de morte do bebê de Charles Lindbergh, os assassinatos de enfermeiras por Richard Franklin Speck, até mesmo o massacre de adolescentes no Instituto Columbine. Justificando o título, o seriado toca nos traumas da sociedade americana e aborda ainda questões comportamentais contemporâneas, como a automutilação, o adultério, o aborto e a desintegração familiar.

Disfuncional, família tem seus membros progressivamente ilhados em seus conflitos particulares: Ben se ocupa com atendimento a seus pacientes e é absorvido pelas chantagens de sua antigamente amante (Kate Mara) e do piromaníaco Larry (Dennis O'Hara), Vivien tenta lidar com a crise conjugal e com uma gravidez perigosa, e Violet canaliza o bullying e as crises familiares num relacionamento com Tate (Evan Peters), vizinho e paciente de seu pai, um jovem grunge de tendências psicóticas, mas não isento de romantismo.

Cientes da popularidade de amores impossíveis e sobrenaturais, Murphy e Falchuk criam no eixo do enredo uma espécie de "Crepúsculo", menos adocidada e mais doentia. É uma boa fórmula para alavancar a audiência. E o resultado não poderia ser mais positivo. Prova do sucesso do casal é o bombardeio de posts de fãs em seus perfis do Tumblr, citando frases e comentando as reviravoltas do romance, rivalizando com os comentários de outros aficionados e suas teorias sobre os mistérios da casa.

Gostou? Então veja só o trailer da série!


Um Tour pela Casa Macabra de AHS

. 27/11/2011 .
Lindo, loiro, forte e super-herói duas vezes. Não precisaríamos de mais adjetivos para definir Chris Evans, famoso por ser o Tocha Humana do Quarteto Fantástico, e o líder d'Os Vingadores, Capitão América.

Além dos filmes baseados em histórias em quadrinhos, Evans integrou o elenco de 'The Losers', 'Not Another Teen Movie' (e aquela cena dele coberto de chantilly que com certeza você se lembra!) e 'Scott Pilgrim Vs. The World'. Atualmente Chris está com o filme "Qual é o seu número?", antes da estreia de 'The Avengers'. Só eu estou ansiosa para vê-lo, mais uma vez, com aquele uniforme lindo?






E pra você não morrer de ansiedade até o ano que vem...


E aí, curtiu? 

OMG com Chris Evans

. 23/11/2011 .
Leia atentamente as frases abaixo e identifique se você já disse algo parecido em alguma situação:

"Essa é a minha banda!", "Eu não acredito que você estava falando com ela!", "É o meu filme favorito, não o seu!", "Você não gosta dessa série tanto quanto eu!".

Se identificou? Então sinto em te dizer, mas você é uma pessoa ciumenta. É! Vai me dizer que não sabia?!  Ok, é compreensível. O bichinho verde chamado Ciúme mostra as garrinhas tantas vezes que mal percebemos, e, quando percebemos, já despejamos todas as nossas frases e 'porquês' de estarmos querendo algo só pra gente - ou de tirá-lo de alguma pessoa, como queira.


Quem não tem ciúmes não é normal. E digo mais: não é humano. Ciúme é um sentimento, e todo ser humano, por mais frio que seja, os possui - e com certeza sente ciúme de algo. Ciúme é uma coisa tão abrangente que nos faz tê-lo de livros, filmes, bandas, cds, tampas de caneta, figurinhas de chiclete e sabores de Toddynho. É verdade! Vai me dizer que você ficou super feliz ao ver sua banda favorita (que até ontem ninguém conhecia) na primeira posição do Top 10 MTV? Que também adorou quando aquela menina que você detesta passou a ter o seu livro favorito, como favorito dela? Não ficou! Isso é ciúme, colega.

Mas é aí que entra a pergunta principal: ciúmes faz mal?!

Já ouviu a sua mãe dizer pra você parar de comer a sobremesa compulsivamente porque "tudo que é demais faz mal", não é mesmo? Então, é o mesmo caso. Uma coisa é fato: você só sente ciúme de algo que gosta muito (leia-se: ama). Você não vai sentir ciúme se a Companhia do Pagode fizer sucesso dentre as meninas da sala da faculdade, e nem querer matar aquela menina que é apaixonada pelo Latino. Repito: só sentimos ciúmes do que gostamos. E isso é o legal da coisa.

Vamos lá, que atire a primeira pedra quem não gosta de um ciuminho que seja. Qual é, vai me dizer que não se sente a pessoa mais linda do mundo quando seu namorado fala algo como "Não gosto de fulano/a porque tenho medo de te perder". Sim, gostamos! Faz com que a gente se sinta amada, bem. É gostoso. Ciúme na medida certa é uma delícia.

Agora, vamos para outro exemplo: Você foi abraçar aquele seu amigo de infância que não vê há setenta mil anos e, quando volta para seu namorado, ouve algo como: "Por que abraçou esse cara? Tá querendo ficar com ele, é?! Vai lá, aproveita e pede uma carona pra casa!". Aí aquele sentimento de 'sinto-me linda e amada' passa para o 'psicopata-tira-ele-daqui-senão-eu-mato'. Já pensou se você já fez algo do tipo?

O ciúme anda lado a lado com a possessão. São separados por uma tênue linha que, sem querer, podemos estar cruzando. E é nisso que temos que ter cuidado.

Ciúme é bom e é como açúcar: tem que ser na medida certa. Um grão a mais estraga.

Não é meu, mas me pertence

. 02/11/2011 .
O OMG será uma parte do blog destinada a alegrar o seu dia. Sim! Sabe aquele dia morno, em que tudo está morno e calmo demais? Pois bem, o OMG te dará a temperatura necessária para que seu dia melhore e, é claro, te deixe suspirando por horas.

O escolhido para ser o nosso primeiro rosto (e todo resto) no OMG é o lindo do Ryan Gosling. Pra você que não se lembra, Ryan foi o mocinho 'Noah' de 'Diário de Uma Paixão', e coleciona em seu currículo os filmes 'A Garota Ideal', 'Blue Valentine' e também 'Drive'. Ryan foi o namorado de Rachel McAdams por dois anos, e tem uma banda, a 'Dead Man's Bones'.

Lembrou? Então vamos ao que interessa:







Valeu o clique?

OMG - Com Ryan Gosling