. 31/01/2013 .
O que é felicidade pra você? Comprar uma bolsa nova? Um dia na piscina? Ver que a fatura do cartão de crédito veio menos do que esperava? Existem inúmeros "pequenos prazeres" que nos deixam felizes e ainda assim é difícil definirmos o que é essa palavra tão desejada. Pensando nisso, os ilustradores Afonso Cruz, André Letria e Ricardo Henriques, André da Loba, Aka Corleone, Bernardo Carvalho, Carolina Celas, Irmão Lucia, Julio Dolbeth, Madalena Matoso, Maria Imaginário, Tiago Albuquerque e Yara Kono criaram o Felicidário, um calendário com ilustrações lindas que mostram definições práticas de felicidade. Sabe o mais legal? Para pessoas com mais de 65 anos! (Afinal, se é difícil pra gente definir o que é ser feliz, imagine só para eles!). O projeto é tão lindo e tão legal que podemos pegar várias coisas pra gente. Independente da sua idade, tenho certeza que vai gostar e perceber que pra ser feliz a gente realmente não precisa de muita coisa. 









Viu como dá pra ser feliz com coisas simples? ♥ 

Ilustra: Conheça o Projeto Felicidário

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Jéssica Santana

Seção favorita do blog: "Eu gosto muito da seção OMG! Porque né, dá uma melhorada no humor!" 
Post favorito: "Meu post favorito, acho que tenho 2, um falando do fim de Gossip Girl, e o outro falando da trilha sonora das séries, que eu gosto muito de prestar atenção!"

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A Jéssica foi a primeira leitora do mês! Além de aparecer aqui no blog a Jess ganhou uma caneca do My Other Bag Is Chanel! ♥ Quer saber como ser a leitora ou leitor do mês? 


Clique no "Leu?" do rodapé do blog e conecte com o Facebook. A partir disso você fará parte do nosso Ranking de Leitores. O primeiro colocado do mês leva pra casa a caneca com a logo do MOBIC. Para subir no ranking é só ler o MOBIC todos os dias! Ah! Tem que comentar também! :) O Leitor do Mês será apresentado em todo último dia do mês! 

Parabéns, Jess! ♥

Leitora do Mês de Janeiro #1

. 30/01/2013 .
True Blood é uma série americana inspirada na série 'Sookie Stackhouse Novels', da escritora Charlaine Harris. Sookie é uma garçonete que consegue ler os pensamentos das pessoas, e que se apaixona por Bill Compton, um vampiro cujos pensamentos ela não pode ler. Graças à esse amor por Bill, ela se enfia nas encrencas mais absurdas e conhece Eric Northman, outro vampiro, que também se interessa por ela.


Porque assistir: Eu não sou fã de histórias muito melosas, onde o foco principal é um amor sofrido. Pode até parecer à primeira vista, mas True Blood não é assim. Todos os personagens que giram em torno dos protagonistas (Sookie, Bill e Eric), tem suas próprias histórias, que são ótimas. A série vai entrar em sua sexta temporada a partir de Junho. Aliás, esse é o lado ruim de acompanhar True Blood: cada temporada tem contados 12 episódios, e só estreiam em Junho de cada ano. Mas vale muito a pena esperar. Não quero soltar spoilers, por isso vou destacar dois personagens que você deve amar:

Eric Northman - Vampiro Xerife, viking, tem mais de dois mil anos. É dono do bar Fangtasia, frequentado por humanos e vampiros, e é louco pra dar umas mordidas na Sookie. Ele e Bill não se bicam muito, o que acaba o tornando antagonista.
Eric é extremamente sedutor e cavalheiro quando lhe convém, como também sabe ser sádico e cruel. Acaba conquistando quem ele quer com seu jeito, e intimida pelo seu tamanho. Não que seja muito difícil conquistar alguém quando se é assim:


Pam - vampira fiel à Eric, o ajuda a comandar o Fangtasia. É linda, poderosa, sarcástica e nem um pouco amável, mas ainda sim não tem como não adorá-la. É impaciente, teimosa e só obedece ao Eric. Além das roupas maravilhosas e dos sapatos lindos que ela usa, é claro. Qualquer cena com a Pam é garantia de ser ótima. Ela não se importa em ser desagradável, fútil e insuportável. Não sei vocês, mas eu adoro personagens assim.


Em resumo, True Blood é uma série que, mesmo com episódios durando aproximadamente 55 minutos, é incrível. Cada episódio te prende de uma maneira que, quando acaba, você espera pelo outro ansiosamente. Há quem diga que a série se perdeu na quinta temporada, mas eu não achei. É um suspense muito bom, que sabe prender quem assiste, e se você assistir um episódio pra "ver no que dá", vai acabar acompanhando a série toda.

Não falei muito da Sookie, a protagonista, porque a acho a personagem mais chata. Mas o que vocês precisam saber dela é exatamente isso: uma garçonete que ouve os pensamentos dos outros, menos dos vampiros. Se eu falar mais, acabo soltando spoilers.

Uma observação: A série de livros 'Sookie Stackhouse Novels' é recomendadíssima por mim. São livros ótimos de ler, e tem mais riqueza de detalhes do que a série. E da mesma autora, também existe a "Harper Conelly Mysteries", história de uma garota que descobre a causa da morte da pessoa tocando em seu cadáver. Parece bobo, eu sei, mas acredite em mim, é uma série viciante, com três livros lançados no Brasil (todos à venda na Saraiva, Submarino e etc).

Por que assistir: True Blood

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Eu sou apaixonada por mudanças de visual, tanto é que nunca paro com o mesmo corte ou cor de cabelo por muito tempo. Eu já fui loira, morena, morenassa, já tive o cabelo rosa e hoje tô naquele ombré-todo-mundo-ta-usando. Ou melhor, eu estava, porque, adivinhem, enjoei e cortei meu cabelo que batia no meio das costas na altura do ombro. E sem remorso. Agora estou querendo muito fazer esse ombré colorido, por isso, trouxe fotos inspiradoras pra vocês que, assim como eu, não sossegam com o cabelo!






E por falar em cabelos coloridos... 



  



Quando eu pintei o cabelo de rosa, eu pintei com anilina de madeira. Parece loucura, mas é mais comum do que você pensa! Pelo que eu me lembro, você mistura a anilina em um creme condicionador branco até ele ficar no tom desejado. Quando fica, você aplica como uma tintura normal. A cor é bem vívida, mas sai bem mais rápido que uma tintura normal e se não tomar cuidado, mancha o cabelo. Hoje em dia há inúmeras tinturas específicas para cabelos coloridos, apesar de ser mais caro, vale bem mais a pena. 




Estou muito em dúvida entre rosa e azul, caso faça mesmo. Vocês me incentivam? Quais cores curtiram mais? 

Inspire-se: cabelos coloridos

. 29/01/2013 .

Hype, Hype, Hype
Por Amanda M


Por que o Hype, Hype, Hype é incrível? 
Porque a Amanda sempre fala o que eu tento escrever e não consigo. Quando leio seus textos é como se eu tivesse encarnado nela e escrito aquilo - e é a coisa que eu mais amo em blogs, a identificação. Além de me identificar com suas ideias, a Amanda manda muito no design e deixa o blog lindíssimo com suas montagens lindas e incríveis. A dica é: VISITE AGORA, SALVE NOS FAVORITOS e não deixe de ler nunca mais! Para visitar é só clicar na imagem. 

Inaugurei essa seção do blog por três motivos: 1) Essa coisa de troca de links com outros blogs remete muito a blogosfera antiguinha da qual faço parte. 2) Você mostra blogs que adora e algumas pessoas ainda não conhecem. 3) A Amanda me linkou e eu fiquei eufórica procurando uma maneira de retribuir. 

Semana que vem tem outro blog! :*

Blog da Semana #1

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Mais uma indicação da minha irmã aqui no OMG. Hoje perguntei na nossa página o que deveria postar e duas pessoas responderam sobre a nossa seção mais bonita. Pensei sobre quem deveria ser o lindo da vez e a voz da little sis soou na minha cabeça: Ian Somerhalder. O bonitão que já tem 34 anos (pois é!) já fez Lost, Smalville e hoje é o Damon Salvatore de Vampire Diares. Além de tudo isso, o lindo é super defensor dos animais e adota vários gatinhos que encontra pela rua. É pra casar! 

OMG: Ian Somerhalder

. 28/01/2013 .
“Você consegue ouvir o canto do povo?”

Início do século 19. O povo francês assistiu à monarquia ser abolida pela Revolução Francesa e, após seu fim, ser restaurada. Porém se as manobras política e as guilhotinas produziram mudanças na forma de governo, as condições de vida dos pobres continuam as mesmas. Casos extremos envolvem a degradação pela fome, prostituição e crime.


Em “Os Miseráveis”, drama musical dirigido por Tom Hooper (oscarizado por “O Discurso do Rei”), a tragédia social de personagens desse grupo é descortinada aos olhos do público, mas não sem antes receber a roupagem de superprodução (com direito a recursos de computação gráfica). E aqui eles exteriorizam seu sofrimento e revolta não apenas com choro ou levante com barricadas, todos se tornam tenores, sopranos e barítonos para verbalizar seu drama com o canto.


Por isso, quem tem intenção de assistí-lo deve ter consciência de que estará prestes a ter contato com um filme monumental, emotivo e teatral. As duas primeiras características já estavam presentes no romance homônimo de 1400 páginas, escrito por Victor Hugo, um dos pilares do Romantismo na literatura francesa. Já a terceira é uma herança de Alain Boublil e Jean-Marc Nate e Claude-Michel Schönberg, responsáveis pelo musical encenado desde 1985, do qual o longa metragem é uma adaptação bastante fiel. Ou seja, se você não tiver intolerância a diálogos cantados dramaticamente em versos, ou não for apaixonado pelo minimalismo, sente-se e aprecie.


Embora a veia da trama se ramifique em várias subtramas, seu coração é a redenção de Jean Valjean (Hugh Jackman) e sua perseguição pelo implacável Javert (Russel Crowe). Condenado por vinte anos pelo roubo de um pão, o protagonista conquista a liberdade condicional e consegue reconstruir a vida com a ajuda de um bispo (Colm Wilkson, intérprete de Valjean nos palcos londrinhos em 1985), sob a condição se tornar um homem virtuoso. Com o tempo, do maltrapilho prisioneiro 24601, Valjean se transfigura, sob uma diferente identidade, em um respeitoso dono de fábrica e prefeito. Por sua vez, de guarda de prisão Javert é promovido para membro da força policial. No entanto, a cada encontro a dinâmica do duo é a mesma: um jogo de gato e rato.


Ao longo de 158 minutos, o progresso da história tece um panorama do povo francês do século 19, conforme outros personagens cruzam o caminho do protagonista. Entre eles estão a operária desempregada Fantine (Anne Hatheway), que no desespero para sustentar a filha recorre à prostituição; a própria criança, Cosette (Isabelle Allen), uma garota explorada pelo casal de golpistas Thérnadier (Helena Bonham Carter e Sacha Baron Cohen), e mais tarde adotada por Valjean; Marius Pontmercy (Eddie Redmayne), rapaz rico que abandona o conforto ao lado do avô para se unir a um grupo de estudantes revolucionários e se torna tanto interesse romântico de Cosette adolescente (Amanda Seyfried) como o alvo do amor não correspondido de Éponine (Samantha Barks, já familiar com a personagem que interpretou em uma produção londrina), essa também uma jovem empobrecida.


Poucas liberdades artísticas marcam a diferença entre o roteiro do filme e do musical. Para dar fluência à história, algumas canções tiveram trechos cortados ou aparecem em ordem invertida. Além disso, o roteiro de William Nicholson abre espaço para o acréscimo de "Suddenly", uma canção original composta para o longa. Enquanto na maioria dos musicais cinematográficos, as canções são previamente gravadas em estúdio e dubladas pelo elenco, Hooper optou por fazer com que os atores cantassem no set, durante as filmagens. Como resultado a transmissão de emoção é intensificada.


Por falar em exposição de sentimentos, a qualidade da atuação do elenco é mista. Jackman, Hatheway e Barks se entregam a seus papéis, dão graça a eles. Os três atores submergem, vemos (e ouvimos, pois as vozes dos três, as mais fortes do elenco, parecem alavancar todo o sentimento de seu interior) somente seus personagens em suas tragédias. Ou seja, resta um homem em constante conflito, porém nobre o suficiente para se sacrificar por terceiros, uma mulher doce e triste, mas desesperada cujos sonhos foram mortos, e uma jovem que realmente padece por amor e pela decadência familiar.


O talento de Redmayne potencializa o carisma de Marius enquanto ele interpreta com eficiência musical números marcantes, principalmente nos momentos em que seu lado revolucionário se sobressai. Já o trabalho vocal de Crowe e Seyfried é insatisfatório, ele ainda equilibra a presença de seu Javert com uma boa atuação, ela, porém, é ofuscada por todo o resto do elenco principal. E os Thérnardiers, apesar do potencial para serem inesquecíveis, se tornam apenas mais um par de personagens esquisitos na filmografia de Cohen e Bonham Carter, que dão a impressão de não estarem se esforçando muito ao encarnar os vilões farsescos.


Como seu elenco, “Os Miseráveis” em si não é perfeito, ainda que seja espetacular. Contudo, suas deficiências - excesso de coincidências na história, um romance central morno, por exemplo, - são na maior parte das vezes heranças do musical original. Por outro lado, a adaptação para o cinema fortalece as qualidades da obra, como é perceptível nos monólogos de Valjean, nas cenas épicas das barricadas, no desfecho da revolta e nos passeios pelos cenários de Paris, muito bem replicados.


Grandioso, ainda que pesado, o filme é capaz deixar uma impressão forte na memória do espectador. Uma vez que a finale é cantada, o efeito de "Look Down", "I Dreamed a Dream", "On My Own", "One Day More", "Do You Hear the People Sing?" e "A Little Fall of Rain" demora para se extinguir.

Crítica: Os Miseráveis

. 25/01/2013 .
Sim e sim! A eterna Alice de Resident Evil está estampando as páginas da Vogue francesa. Milla está incrivelmente fashion e cheia de personalidade nas fotos assinadas por Ines van Lamsweerde & Vinoodh Matadin. A ex de John Frusciante posa para fotos feitas em um cenário urbano (você pode ver pessoas passando ou pedalando pelas ruas) e são posadas de uma maneira diferente - a bela finge estar "armada". Quase vestida para matar - ainda mais quando o figurino tem Armani e Chanel. Vem ver!







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(Obrigada Oda por postar a página no Twitter! ♥)

Vestida para matar: Milla Jovovich está cheia de personalidade na Vogue Paris

. 24/01/2013 .
Já faz umas semaninhas que estou pra fazer esse post pra vocês, mas como quem me segue no twitter já sabe, meu computador deu sete mil problemas e acaba de chegar de uma formatação (sem photoshop ;_;) e então vim contar pra vocês o que eu achei destes produtinhos da Natura que eu comprei! Comprei váááárias coisinhas, mas algumas me chamaram mais atenção: o Chronos Hydra e as Polpas Hidratantes para mãos e para pés da linha Natura Ekos


O Hydra eu amei muito! Ele é um creme da linha Natura Chronos (uma linha de cremes especiais para prevenção de rugas e sinais) feito especialmente pra gente que já não tem 16 anos, mas ainda está bem longe dos 40. O creme é feito para mulheres que tenham a partir de 18 anos e é incrível. Primeiro porque ele tem protetor solar fator 30. Eu sei que temos que passar todos os dias, mas sempre esquecia. Agora que uso o creme, que deve ser aplicado toda manhã, super percebo a diferença e a importância desse uso diário. Além disso, ele hidrata bem o rosto e, como sofro muito com cravinhos chatos, percebi o quanto ele previne essas chatices também! A única coisa ruim é que, como tem protetor, deixa a pele meio oleosa na hora da aplicação, mas o problema é resolvido quando ele "seca". Se você já está querendo prevenir os sinais eee quer um hidratante de fácil aplicação realmente bom, eu indico o Hydra! (R$ 34,00)


As polpas hidratantes são maravilhosas! Primeiro vou falar sobre a polpa para mãos! (R$ 18,00) Além de ter um cheirinho suuuper gostoso, a polpa realmente hidrata. Quando você faz a aplicação sente que vai ficar com a mão melada por um tempão (o que eu detesto), mas não fica! Ela seca super rapidinho, mas você percebe que está hidratada. Eu tenho alergia a materiais de limpeza, então, minha mão vive descascando quando as lavo com determinados sabonetes líquidos, sabe? Então! Ele veio pra salvar minha vida. Carrego dentro da bolsa e uso muuuito!

Já a polpa de limpeza para os pés (R$ 19,99) é um caso de amor a parte! As minhas mãos ficam secas só quando faço o contato com determinado material de limpeza, agora os pés são super secos naturalmente :( eu looooto de creme todos os dias antes de dormir e não sentia tanta diferença não - até usar a polpa de limpeza. Ela é esfoliante e suuuper cheirosinha. Você faz a aplicação, massageia bastante e depois enxagua. Você percebe a diferença quase que na hora. Depois da "esfoliação", você passa o hidratante e pronto, vai dormir. No dia seguinte você percebe! Se usarem, me contem o que acharam!

Alguém já usou um dos produtinhos citados?

Beijos!

Testei e amei: Natura Chronos Hydra e polpas hidratantes Natura Ekos