. 26/07/2015 .
Foto: Shutterstock

Você vai amar. E vai pensar que aquele sentimento é diferente de todas as outras vezes em que o sentiu.

Vai dizer que é mais forte, mais intenso, mais puro. Vai ser feliz. Vai acreditar que o motivo da sua felicidade inteira é a pessoa que ocupa a nomenclatura de amada. Vai sentir todas as coisas do mundo de uma forma muito mais intensa. Se sorrir, vai sorrir até a barriga doer. Se chorar, vai ser até os pulmões cansarem. Se os choros se tornarem mais comuns que os risos, vai desanimar. Vai contestar e fazer perguntas que, na verdade, você já sabe as respostas. Mas vai tentar. Vai tentar uma, duas, três, quatro vezes. Vai tentar de novo, mas dessa vez é a última. Mais uma vez, mas dessa vez é sério. Mais uma, mas agora é verdade.

E aí tenta a última vez.

Parece que não vai aguentar. Vai querer sumir. Viajar para Indonésia para não ter que lidar com as consequências da decisão. Vai tomar coragem e vai se afastar. Vai querer pegar um voo só de ida para as Filipinas. Não vai querer voltar. Vai sentir doer. Vai se sentir a pior pessoa do mundo. Vai se sentir incompleta. Vai querer contar algo incrível e não terá para quem. Vai querer fazer uma piada que só uma pessoa entenderia, mas ela não estará ali.

Vai passar.

Você vai viver e vai aprender a se amar. Vai entender que a dona desse sentimento todo sempre foi você. Vai acreditar nisso e vai viver. Vai viver mais um pouco. Vai quebrar a cara, vai sofrer. Vai conhecer pessoas. Vai sorrir. Vai sorrir tanto que a boca vai doer. Vai se encontrar e, então, vai encontrar alguém.

Você vai amar. E vai pensar que aquele sentimento é diferente de todas as outras vezes em que o sentiu. 



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Círculos

. 23/07/2015 .
Foto: Shutterstock
Parece o fim do mundo né? Mas não é. Parece que não vai passar, mas passa. Parece que tudo está desabando, mas não desaba. Você pensa que não vai aguentar, mas aguenta. Você acha que é fraco, mas não é. Você pensa que nunca mais vai respirar de novo, mas respira. Pensa que nunca mais vai acontecer de novo, mas acontece. E acontece quando você menos espera, acontece quando você deixa de acreditar, acontece quando tem que acontecer. 

As coisas definitivamente não são como a gente quer que elas sejam, elas são como tem que ser, no tempo que tem que acontecer, do jeito que tem que ser. Se a vida te virar do avesso, faz do avesso o seu lado certo, descobre o seu melhor sorriso e vai. Vai sempre em frente e enfrente.
Sonhos se desfazem, planos mudam, pessoas te decepcionam, relações chegam ao fim e laços são desfeitos. Nem por isso a vida para, nem por isso mundo acaba. 

Coloca o mundo no mudo, escuta a voz do seu coração. O melhor está sempre por vir e a gente nunca sabe o que pode acontecer em um virar de esquina. O que podemos encontrar na fila do supermercado ou em uma corrida no parque.

O brilho do seu olhar pode estar por aí querendo te encontrar de novo e seu sorriso já não agüenta mais você perdendo tempo querendo reviver algo que já foi, já passou, não rola mais. Esse passado já não combina com você.

Chega de sofrer e esperar por algo que acabou. As coisas mudam, o tempo passa, o mundo gira e a vida não espera por você.

Não deixe a oportunidade de ser feliz de novo passar despercebido, agarra. Se te faz bem, que mal tem? Respira, sente e viva. 

A vida começou de novo menina.


Começar de novo

. 22/07/2015 .

Desde que me conheço por gente eu sou louca por astrologia. Tudo começou com minha tia que, na época, era wiccana e era toda de estudar energias, astrologia, acreditava em duendes... Várias piras que me encantavam. Talvez seja minha lua em peixes, mas desde pequena eu tenho um interesse muito pelo misticismo. Alguns poucos anos depois, descobri que "o destino poderia ser lido nas cartas de tarô" e nada tirava da minha cabeça que eu queria ir em uma cartomante. Infernizei a vida da minha mãe e ela, é claro, não me levou. Carrego essa curiosidade até hoje (mas não sei onde/como ir haha) e nutro, desde então, esse enorme interesse pelos astros. Ultimamente estou lendo alguns livros de introdução a astrologia e já estou no nível de já adivinhar o ascendente da pessoa com alguns minutos de conversa. Já fiz o Mapa Astral de todo mundo que eu conheço e já julgo as pessoas com base em sua vênus e, em razão disso, decidi que tiraria aquela vontade que eu tinha, ainda quando criança, de tatuar meu signo. Amo Gêmeos, mas acho o signo meio blé, por isso, vi muitas inspirações e trouxe aqui para o blog. Vou fazer minhas novas tatuagens ~ místicas ~ no mês que vem e é claro que vou mostrar para vocês a escolhida (mas só no dia!). 


Eu decidi que vou fazer minha constelação + mapinha. Ainda estou pensando nos lugares mas, assim que decidir e fizer, prometo que vocês serão os primeiros a saber (mentira, os primeiros serão a galere do Instagram, então se achegueeeee e me siga no @damichele). 

E vocês? Tatuariam algo relacionado ao signo? Aliás, me contem os signos de vocês? (E se souberem, já solta ascendente e lua pra gente se conhecer ainda mais! haha #aloucadaastrologia). 

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Inspire-se: tatuagens de signos

. 21/07/2015 .
Foto: Shutterstock
Oi gente! Tudo bem? Como vocês devem ter percebido, esse já é o terceiro topo em menos de 15 dias que eu coloco aqui no blog, né? hahah bem, quem lê o blog faz tempo sabe que layout aqui nunca durou muito, de fato, mas parece que a onda minimalista me pegou de todas as formas possíveis. Aparentemente e até este momento estou satisfeita, principalmente porque coloquei opções de fundos e, assim, nem eu enjoo. Tomara que dure rs. Bom, hoje eu quero falar um pouquinho sobre o blog, o conteúdo e umas ideias. Para (me) organizar, separei por tópicos. 

Projetinho

Bom, o primeiro tópico é para falar que ~estou com um projetinho ai~! Fiz um Guia Para Blogueiros Iniciantes e estou enviando pra uma galerona por e-mail. Simmm! Desde que eu coloquei esse slide aqui no blog, recebi uns e-mails bem lindos (e uns contatos pela abinha de contatos) pedindo por mais dicas. Pensei "por que não?" e estou mandando, semanalmente, diquinhas sobre a blogosfera. Se você é blogueiro velho, muito provavelmente vai achar o conteúdo mais do mesmo, ou até raso, mas ele é bem legal para quem ainda é novo. Tem diquinha de SEO, otimização de posts, dicas para aumentar engajamento, pautas, enfim. Estou fazendo com muito amor e cuidado e tenho propostas bem legais, porém, acho que é mais interessante para os novinhos. Para começar a receber, basta se inscrever no mailing:

Imagens

A última coisa é que agora o blog tem parceria com o Shutterstock! Acho que vocês devem ter percebido que as imagens do blog estão todas creditadas e são bem mais lindas, né? Pois é! Eles me ofereceram um pacote para ter acesso às milhões de imagens e estou muito encantada. Sério! Fiquei muito feliz de ter recebido esse convite. Aliás, estou focando muito nisso no blog: creditando imagens sempre. Minha vida de pegar foto de tumblr e reproduzir acabou e, olha, melhora o SEO, viu?

Textões

Acho que vocês também já perceberam que o blog está cheio de textões, né? Pois é. Está me fazendo um bem danado escrever assim, colocando tudo para fora e recebendo palavras lindas após essa "entrega". Estou gostando tanto da interação quanto da sensação que estou tendo ao me entregar mais aqui no blog. Vocês curtem essa exposição? Porque além das exposições normais de um blog (looks duvidosos, gostos musicais também duvidosos e uma possível síndrome de Peter Pan quando falamos sobre super-heróis e Harry Potter) esse tipo de texto expõe até cicatrizes. Eu estou gostando bastante dessa pegada, mas como sempre, quero saber a opinião de vocês! 

Bom, é isso! Quis colocar esses tópicos sobre o MOBIC e sobre os blog tudo porque estou muito feliz com o feedback de vocês. O blog está bem simples, mas acho que está mais "maduro", como euzinha. E posso parecer clichê? Estou amando, mais que nunca, escrever aqui. E é por causa de vocês que leem, me escrevem e são maravilhosos. Sério! Obrigada! ♥

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O MOBIC, um projetinho e muita blog talk

. 20/07/2015 .
5 coisas que eu não gosto em alguns blogs
Foto: Shutterstock

Oi gente! Confesso que estou passando por (mais um) bloqueio criativo com o blog, então, pode ocorrer de ficarmos uns diazinhos sem post. Mas é compreensível, né? Aliás, sempre que tenho esses bloqueios, tenho períodos mega criativos, então, vamos enxergar as coisas com uma pitada de otimismo, né? haha. Bom, o post de hoje é sobre a blogosfera (yay!) e me inspirei em três blogs que gosto muito e que fizeram posts similares: o da Paula, o da Bessie e o da Fernanda. São opiniões pessoais, ou seja, coisas que nós não gostamos, mas que não são unanimidade nem nada. São apenas toques que podem melhorar seus blogs e deixar seus cantinhos ainda mais maravilhosos. Quero deixar claro que citei coisas gerais, então, não, esse post não é uma espécie de indireta e nem nada do tipo. A vida de todo mundo anda corrida demais para dedicarmos uma atualização inteirinha no blog para pessoas específicas, não é mesmo? Sendo assim, vamos às 5 coisas que eu, Michele, não gosto em alguns blogs. 

1- Falta de padronização estética nos posts

Imagens alinhadas e padronizadas são grandes atrativos para qualquer blog. Acho que essa padronização chama mais atenção do que o layout, afinal, o layout é topo e o conteúdo é grande lance. Se as imagens são desalinhadas e as fontes não seguem um padrão, nos deixa a impressão de que aquele conteúdo é bagunçado e, consequentemente, tira meu interesse. Aposte na limpeza do seu blog e use, no máximo, dois tipos de fontes diferentes no post/layout e use sempre imagens do mesmo tamanho. Uma dica para quem usa o Blogger é clicar sempre no "Muito Grande" quando postar uma foto. 

2- Leia mais

O leia mais é uma ótima ferramenta se o foco for números. Ele aumenta as pageviews e diminui a taxa de rejeição do blog, porém, é um saco e acaba afastando alguns leitores. Eu me incluo. Hoje em dia o leitor passa cada vez menos tempo no blog e, se tem o leia mais, ele se sente "obrigado" a clicar, abrir outra aba e, assim, torna a leitura "cansativa". São raríssimos os casos em que clico no leio mais, embora ache ele esteticamente bem bonito.

3- Conteúdo fraco e falta de foco

E por falar em conteúdo, conteúdo fraco não me pega. As fotos podem ser maravilhosas, mas se o texto não me envolve, não adianta. Hoje em dia muitos blogs falam da mesma coisa e isso é um problemão. Eu tenho os meus blogs favoritos e sempre os leio porque têm conteúdos bons, cuidados com postagens e um real comprometimento com o leitor, ou seja, não são meia dúzia de palavras que estão apenas tirando a poeira do espaço. São as palavras e ideias do autor. Outra coisa que me desanima um pouco é a falta de foco que vem, justamente, desse conteúdo mais "relapso". Sabe quando um blog fala de absolutamente tudo? De look do dia a artigo científico? Então. Por um lado eu gosto, afinal, aqui no meu blog também reúno absolutamente tudo o que gosto, mas em outros, fico confusa. Acho que gosto de blogs pessoais que realmente têm a ver com o autor, mesmo que tenha essa variedade tão grande. Porém, quando o autor não coloca sua personalidade e mistura todos os assuntos sem nenhuma profundidade, aí não rola. 

4- Títulos confusos

Eu estou falando sobre título quando eu mesma tenho uma dificuldade enorme com eles! Sério, título é a coisa mais difícil que existe, e falo isso também como jornalista! É um mártir conseguir ficar feliz com um título, mas ele é tão importante quanto o texto final, afinal, é ele quem vai chamar a atenção e trazer o leitor. Alguns blogs deixam os títulos muito confusos ou muito vagos, e isso pode ser ruim (até em termos de SEO, viu colegas?). Que tal dedicar um pouco mais de cuidado com o nome do seu post? 

5- Falta de pessoalidade 

Comentei nesse post aqui sobre o quanto a blogosfera está voltando a ser pessoal. Por isso, a falta de pessoalidade me incomoda muito. Se for pra ler textos secos, leio portais. Se leio blogs, é porque gosto do autor, do seu jeitinho e da sua escolha de palavras. Existem blogs pessoais tão lindos e que amo tanto que, inclusive, ainda essa semana (se Deus quiser) eu solto um post com os mais lindos da atualidade. Enfim. Falta de pessoalidade também me incomoda em alguns blogs. 

E pra vocês? O que não gostam em um blog? Inclusive, se tiverem alguma crítica ao MOBIC, tipo "A Michele não sossega com o layout", ou "a Michele acha que tá falando com os mano dela", são muito bem vindas e serão muito bem aceitas (mentira, primeiro vou desejar que quebre uma perna, mas ai vou absorver e receber bem! hahaha).

Beijos e até a próxima! 

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5 coisas que eu não gosto em um blog

. 17/07/2015 .

Ser geminiana é maravilhoso. 

Você acorda se achando a pessoa mais horrorosa da terra, toma um banho e no minuto seguinte já está se sentindo mais gata que a Angelina Jolie (que por sinal, também é geminiana). Não liga de ficar dividida entre usar um salto alto ou um All Star velho, afinal, a escolha do look sempre é feita pelo humor. Ser geminiana é incrível porque temos uma sede de conhecimento insaciável. Quando nos interessamos por algo, queremos saber tudo sobre aquele assunto. Uma banda, um diretor, um autor, que seja. Se despertou o interesse da geminiana, ela só vai sossegar quando se sentir PhD no assunto – mesmo que depois de atingir todo o conhecimento, deixe o assunto de lado e parta para uma nova jornada de conhecimento sobre o reality show culinário que a mãe assiste.

Ser geminiana é ser inundada com trezentas ideias sensacionais por dia, ter ânimo de iniciar quinze delas e colocar apenas duas em prática – e depois desistir no meio do caminho porque outras trezentas, ainda melhores, apareceram. É se apaixonar três vezes por dia e querer casar com cinco pessoas diferentes. Ser geminiana é não querer casar. É querer comprar uma bicicleta. Ou um patins. Ou um skate. Não, é querer casar.  

Ser geminiana é se vestir de uma forma completamente diferente por dia, é ser conhecida como a instável do rolê e é aquela pessoa para quem todo mundo pensa três vezes antes de dizer qualquer coisa. Uma sílaba errada para um geminiano e uma noite inteira vai para o saco. É ser conhecida como imprevisível, inconstante, chorona e debochada. É conseguir sentir tudo muito intensamente e ao mesmo tempo.

Ser geminiana é ser irresistível, porque o clichê de que somos várias mulheres em uma só é verdade. Somos a companhia perfeita para um filme cult islandês da mesma forma que somos perfeitas para ralar na boquinha da garrafa. A primeira ligação quando o convite é um show de metal industrial, da mesma forma que somos a primeira opção quando se procura companhia para a reunião do Só Para Contrariar. Para geminiana não tem tempo ruim, desde que o assunto seja rolê, risadas e possibilidade de boas conversas. 

Geminianas são insuportáveis quando o assunto é decisão. Podemos demorar vidas para escolher o prato principal, mas ficamos realmente enfurecidas quando não decidem o restaurante - ou pior ainda, quando nos pedem para escolher. Geminiana nunca está realmente feliz, porque nunca está tudo realmente bem. Ganhou um aumento, mas o novo filme do Woody Allen saiu do cinema. O boy perfeito ligou de volta, mas não tem mais aquela blusa maravilhosa do manequim no seu número. Seu colega de quarto seboso vai ficar uma semana fora, mas a sua drag favorita foi eliminada do RuPaul's Drag Race. Nada está realmente bom. 

Ser geminiana é maravilhoso porque somos muito dinâmicas. Adoramos pequenas surpresas e somos muito fáceis de dar presente. Geminianas são muito visuais, rápidas e enjoam muito fácil das coisas, por isso, adoramos presentes efêmeros: blusas da moda, sapato da nova coleção da Arezzo, cd novo da Taylor Swift. Para o geminiano, poucas coisas são permanentes - por isso pensam mil vezes antes de fazer uma tatuagem. Geminianos conseguem ter dois blogs, um emprego full time, quatro freelas, duas contas de social de media e ainda fazer serviços comunitários. Isso tudo sem prejudicar os seriados acompanhados e as bebedeiras de final de semana. E acham que todo mundo é assim também.

Ser geminiana é ser um pouco prepotente e exibicionista, também. Por aprendermos tudo muito rápido e por sermos muito inclinados a cultura (pop ou erudita), queremos mostrar o quanto sabemos sobre as coisas que realmente sabemos. Sempre vamos querer pautar os assuntos para podermos discursar. Se um geminiano não souber sobre algo, ele vai fazer você acreditar que sabe. E se não acreditar, para ele não importa, desde que ele ache que saiba. Ser geminiana é não assumir lados, porque consegue ver tudo de duas formas diferentes e ver razão em duas coisas opostas. É ficar em cima do muro, mas com todos os argumentos do mundo. 

Ser geminiana é lindo porque todas as pessoas querem ser nossas amigas, seja pela energia, pela simpatia ou pelo humor. Geminianos se acham engraçados, mesmo que não sejam na verdade. Porem, geminianos vão fechar a cara na balada porque alguém derrubou uma gota de caipirinha no sapato novo e vão querer ir embora. Ser geminiana é contar os dias para um evento, montar uma playlist para se arrumar e no meio da produção desanimar tanto a ponto de ligar e desmarcar. É marcar um date e querer desistir no meio do caminho porque perdeu a graça. É querer viver o flerte, não querer o compromisso, mas amar dormir de conchinha.

É querer muito e muita coisa, mas sem saber o que quer realmente. 

Ser geminiana é um saco. 

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Ser geminiana

. 16/07/2015 .
Foto: Reprodução


Ps: esse texto não é técnico nem nada. São só achismos porque é meu jeitinho


Hoje! É hoje! O segundo filme mais esperado do ano para os Marvetinhos estreia hoje e, é claro, estou bem ansiosa. Com nome engraçado (e horrível) e com um elenco que promete arrancar algumas boas risadas do público, tenho para mim que o Homem Formiga vai seguir a linha Guardiões da Galáxia: efeitos bonitos, visual legal e piadas bem precisas. O elenco não desanima: Paul Rudd já mostrou várias vezes a que veio e conquista nossos corações desde quando interpretou o stepbrother da Cher em Clueless e quando conquistou a inconquistável Phoebe Buffay em Friends. Michael Douglas, como o genial Hank Pym, também anima. Por isso, mesmo que tentando manter minhas expectativas baixas, é difícil não esperar que seja um bom filme. Sem grandes análises e nem muita rasgação de seda, separei três motivos pelos quais podemos acreditar que Homem Formiga vai ser, sim, um ótimo filme. 

Foto: Divulgação

O buraco mais embaixo da Shield

Apesar de Tony Stark ter “inventado” o Ultron no segundo filme dos Vingadores, na verdade, o grande inventor foi o Hank Pym, ou seja, mais um gênio para o time de super-heróis. Eu acredito que no cinema, Ultron vai continuar sendo criação do Tony e esse fato nem será citado nem nada, mas acho importante eu ressaltar só para vocês pegarem a importância do cara. Eu sei mais sobre o Homem Formiga Hank Pym do que o Scott Lang, mas sei que ambos são importantes. Enfim, no filme, vamos ver o Hank meio que tretando com a Shield (que a gente sabe que tá corrompida faz um tempo) e, provavelmente, vai mostrar um pouco mais sobre essa corrupção toda (que talvez seja bem útil para quem não acompanha a série Agents Of Shield). 

Referências (Cap curtiu esse subtítulo)

Pelo trailer (e pelas cenas que foram exibidas na premiere) já deu pra ver que é um filme que vai fazer muita referência com os outros do MCU, ou seja, teremos SIM muitos outros Vingadores sendo citados e muitas referências aos outros filmes. Sim migos, virou uma coisa só e a gente adora isso. 

Foto: Reprodução

Mais risos, menos dramas 

Como disse lá em cima, acho que esse filme vai ter uma pegada mais Guardiões da Galáxia no sentido de ser um filme leve e gostoso. Não vai ser badass como Capitão América – O Soldado Invernal e nem insuportável como Homem de Ferro 3. Vai ser um meio termo delicioso. Pelo menos é o que eu espero.

A apresentação de um possível substituto para Robert Downey Jr

Mozão está muito caro em Hollywood e já está "produzindo" menos que antes, afinal, ele não está ficando mais jovem e está cada vez mais rico e poderosíssimo haha. Pensando pelo lado financeiro da coisa, logo ele não será vantajoso em termos de "custo-benefício", então, a figura do Homem de Ferro vai acabar ficando "em baixa", seja pela Guerra Civil propriamente dita (a história), ou pelo desfecho dos dois próximos filmes dos Vingadores. O que estou dizendo é apenas suposição da minha cabeça, mas Paul Rudd seria um ótimo substituto já que ele 1) também faz o humor irônico que funciona com RDJr, 2) vai se mostrar um herói nada-coxinha, o que pode até gerar uma empatia e 3) vai ser muito mais barato que Robert Downey Jr.

Bônus: A promessa de que o Aranha vai aparecer

Más línguas disseram que uma das cenas pós-créditos tem o novo Peter Parker. Eu realmente não duvido e seria bem maravilhoso ver, logo, o little Spidey! 




Claro que vou hoje mesmo ver o filme e muito provavelmente vou falar no Twitter o que achei. Então, aproveite e me siga em todas as outras redes sociais. Prometo ser legal! <3

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Por que acreditar que Homem Formiga vai ser um dos melhores filmes da Marvel?

. 14/07/2015 .
vitrola vintage by Shutterstock
Foto: Shutterstock

Sempre fui uma pessoa de planejar. Amo tentar prever cada ação do dia. Gosto de acreditar que tenho poder sobre meu próprio destino e que todas as coisas que eu quero vão acontecer porque fazem parte do meu plano. Quando tento alguma coisa nova, é como se lá no fundo uma voz me dissesse que aquilo vai dar certo. Quando desisto de algo, essa mesma voz me diz que fiz a coisa certa. Danço conforme a minha música, ou pelo menos gosto de acreditar nisso. Porém, se algo não sai como eu planejei, desabo

Recentemente, minha vida deu uma guinada. Em um semestre todas as minhas metas mudaram. Todas, sem nenhuma exceção. O que eu tinha certeza que queria para o resto da vida, virou neblina. Uma vontadezinha do fundo do peito tomou conta de mim e hoje me vejo nadando nessa imensidão. Uma folha em branco que em poucos segundos ficou repleta de metas esperando para serem riscadas. As vontades do passado voltaram, os sonhos do presente foram colocados em stand by. Em um ano, a minha vontade de viver voltou. 

No ano passado, nessa mesma época, eu não sabia o que fazer da minha vida. Ela saiu completamente dos eixos e eu, que sempre me achei dona do meu destino, não soube lidar. Eu não tinha vontade de nada e, nesse período, fiquei tão mal que quando vejo as coisas que postei nessa mesma data, no ano passado, pelo Timehop, eu fico triste. Me dá um aperto muito forte no coração e então agradeço. Agradeço mentalmente por ter conseguido sair daquele estado e por hoje estar assim, com essa sede de viver e com vontade de realizar sonhos que, até então, nem entravam nessa categoria. No ano passado eu não dançava minha música. Nessa época, eu vivia no silêncio. 

É estranho e pessoal demais falar sobre isso aqui no MOBIC, mas nessa mesma época, no ano passado, eu comecei a fazer terapia porque desenvolvi transtorno de ansiedade generalizada (ou TAG, o nome mais bonitinho). Perdi 10kg em uma tacada só, não conseguia dormir e a própria falta de sono me causava ansiedade. Meus relacionamentos (familiares e amorosos) ficaram debilitados na mesma frequência em que meu emocional se desestabilizava. É uma coisa horrível que apenas quem vivencia sabe como é. Procurei ajuda sozinha. Fui contar para meus pais depois da quarta sessão. Não era vergonha, era receio. Admitir que você precisa de ajuda é difícil, contar para pessoas que podem pensar que é frescura é pior ainda. Decidi ficar bem e estabilizada para poder explicar que "calma, as coisas não são assim. Está tudo bem e isso é normal". Um ano depois. 

Hoje eu sinto vontade do mundo. Ouço diferentes melodias e quero dançar todas elas. Quero ler todos os livros que tenho em casa, escrever para o blog, para o IT e fazer os releases do trabalho com a vontade de quem devora uma caixa de chocolates suíços. Eu quero fazer as coisas acontecerem. Quero viver e não só existir. 

Um ano. 

Os meus sonhos voltaram. A minha vontade de aprender, de consumir cultura, de conhecer pessoas e lugares, o amor por todas as pessoas que me rodeiam, a leveza. Tudo voltou. Gradativamente, com calma e em um ano e seis meses. A música é alta e meus passos são desajeitados, mas fechei os olhos para sentir a melodia. A minha música já toca novamente, mas aprendi a dançar conforme o que está tocando na vitrola. Posso até errar uns passos, ou até mesmo tropeçar. Mas não vou mais desabar. 

Pelo menos é como gosto de pensar.

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Guinada

. 13/07/2015 .

Segunda-feira é um dia difícil. Dizem que quando se faz o que ama, a segunda-feira não é ruim etc etc etc, eu acho que discordo. Todo mundo tem (sim!) um sentimento ruim ao ouvir a música do Fantástico e um leve pesar ao dar adeus ao final de semana. Para tentar fazer esse início de semana menos pesado, montei uma playlist que poderia ter como título alternativo "brace yourself", mas vai de "playlist para enfrentar a segunda-feira" mesmo porque acaba dando praticamente na mesma. Tem bastante música nacional e tentei colocar em uma ordem "progressiva", ou seja, da mais calminha/fofinha para a mais animada. Vem com a Mih e espero que gostem. ♥ 


Curtiram? Então me connnnnnnte! ♥
Espero que tenha ajudado a deixar sua segundona melhor.

Beijo beijo!

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Playlist para enfrentar a segunda-feira

. 09/07/2015 .
O minimalismo está na moda. O menos é mais nunca foi tão forte e, por isso, nunca quisemos tanto apostar em um look mais simples. Como falei nesse post aqui, ainda não sei se isso faz parte de uma conscientização geral ou de uma tendência propriamente dita, mas em todo o caso, quando falamos de look, inspiração é a palavra que vem logo em seguida. Por isso, o post de hoje traz cinco perfis de minas maravilhosas que compõem looks igualmente maravilhosos e com uma pegada mais simples. Já abre o Instagram porque você não vai conseguir terminar esse post sem seguir esses perfis.

Vic Hollo (@vicqueen)
A Vic é brasileira, de São Paulo, estilista e eu não me lembro como foi que cheguei até o seu perfil - provavelmente pela minha irmã, que já a seguia. O estilo de Vic é bem básico - e é maravilhoso. Ela usa muita cintura alta/camiseta por dentro da blusa e botinhas, ou seja, me identifico bastante rs.

Cristiane (@prettamesmo)
A Cristiane também é brasileira e, embora muito adepta ao look minimalista, ela ousa, arrisca e, como podem ver, tem muito sucesso. Sou apaixonada pelo estilo dela e a acho maravilhosa. 

Julie Sariñana (@sincerelyjules)
Gosto muito dos looks da Julie porque ela combina praticidade, conforto e elegância em uma única combinação. São looks bem po$$íveis e, por isso, tenho ela como uma das contas que mais gosto e me inspiro.


Mary Seng (@happilygrey)
Já tinha visto muitos dos looks da Mary no Pinterest, mas demorou um pouquinho para encontrar seu perfil no Instagram. Melhor coisa que fiz na vida online foi segui-la. Ela tem um estilo bem "de boas" e ao mesmo tempo muito maravilhoso. Sério, você vai querer copiar cada composição.

Tiphaine (@tiphaine_p)
Conheci a Tiphaine muito recentemente, mas é bem aquele caso de "te conheci agora, mas te considero pacas" haha. Suas combinações são um pouco mais a Julie: simples, mas sofisticadas. O mais legal é que ela usa roupas que com certeza temos parecida no guarda-roupas, ou seja, da pra roubar o look facinho. ♥ 

Compartilhem comigo os instagrams mais estilosos que vocês seguem? Inspirações fashion nunca são demais!

Leia também: Meus 5 perfis favoritos no Instagram

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5 perfis para seguir no Instagram e se inspirar em looks minimalistas

. 08/07/2015 .

- A Emma pedindo pra entrar no quarto
- A Emma dormindo nas minhas costas (ou na minha perna)
- O "converseiro" do Arthur
- O cheiro da cabecinha do Arthur
- Cheiro de capim molhado
- Sair de carro sem lugar definido
- Ouvir Linger no carro do namorado
- Ou o tema do Kick Ass î
- Cheiro de pipoca de cinema
- Cheiro de livro novo
- Chegar em casa e ter Coca-Cola geladinha
- Cheiro de café de manhã 
- Ouvir uma música depois de um dia todo pensando nela
- Dormir até tarde
- Quando o shuffle toca a música que eu estava pensando
- Descobrir bandas legais
- Me apaixonar por um filme
- Encostar a cabeça na janela do ônibus e prestar a atenção na música
- Mensagens fofas de surpresa
- Conversar sobre astrologia (mesmo que a conversa termine no ascendente)
- Cafuné
- Esquentar meu pé gelado no namorado
- Assistir minhas séries favoritas sem me preocupar com horário
- Fazer playlists
-  Listas

Resgatando um pouco da essência de blog pessoal, onde o foco somos nós, nossos sentimentos e ponto, um post com muito amorzinho e coisas que a gente ama. Vi lá no blog Na nossa vida e quis fazer também, até porque, simplicidade inspira!

Quais são as coisas (que não são coisas) que te fazem feliz? 

+ Emma é a gata que resgatei na praça com o Douglas. É o xodó da nossa vida e era pra chamar Elsa, por causa de Frozen. Fui boicotada, mas aceitei porque chama Emma (a filha do Ross e da Rachel);
++ - Tutu lindo, meu sobrinho gordo e maravilhoso. Vocês já o conheceram aqui 

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25 coisas que eu amo e que não são coisas

. 07/07/2015 .
Foto: Shutterstock

Quem acredita que o amor acontece de diferentes maneiras põe o dedo aqui!

Ah, o amor! É uma palavra tão... Tão... Não sei... Mas amor lembra coisa boa, pelo menos deveria lembrar. 

Eu achava que tivesse descoberto o que era amor quando meu primeiro animal de estimação foi embora dessa terra. Eu devia ter uns muito poucos anos, não sei. Mas aquilo doía demais! Percebi que a falta que eu senti do Bob, da Bianca (eram um casal de vira-latas) e da Pequena (filha deles) era culpa de algum sentimento que eu tinha dentro de mim. Era amor. 

E então veio a Ariane – espero que ela e as próximas não me processem por escrever o nome delas aqui. Eu me lembro da alegria que fiquei quando descobri que ia dançar a quadrilha com ela. Nossa, que emoção! E aquele “com quem será” que usaram meu nome e fui me esconder na rua porque já tinham descoberto que eu gostava dela. 

Depois me lembro da Rosane. Como eu gostava de recitar poemas no palanque do colégio quando a professora fazia com que dividíssemos as falas... 

Um pouco mais tarde, a Pollyanna. Gostava tanto dela que sabia escrever o nome inteiro e sem errar. Ela odiava que escreviam o nome dela errado. Como a gente brigava! Meu Deus... Era uma relação amor e ódio. Mas no final, sempre estávamos fazendo todos os trabalhos juntos, até os que não eram nossos. Acho que, na infância, foi meu amor mais duradouro. Hoje sinto um carinho tão grande por ela, mas a distância nos afastou.

Com a adolescência vieram muitos “amores”. Talvez nenhum deles tenha sido sincero e puro quanto os da infância, mas foram amores sim. Talvez até sem aspas. Acredito que amor é tudo de bom que a gente consegue sentir por outro ser. 

Claro que refletindo mais sobre o amor, percebi que o descobri muito antes do meu bichinho ir dessa pra melhor. Antes disso eu já amava minha mãe, meu pai, meus irmãos (mesmo quando eles me chamavam de “gordo baleia, saco de areia”). 

Ainda pensando sobre, percebi que eu amei de uma maneira diferente cada pessoa ou coisa que passou pela minha vida. E se eu posso amar de várias formas, todo mundo pode, correto? Você pode amar sua almofada de emoji, sua tartaruga, seu (sua/s/s) namorado (s/a/as/oas), seu amigo gay, seu amigo hetero, seu emprego, o cheiro do amaciante que sua mãe usa, seu quadro na parede, suas redes sociais, e até sua religião. A única coisa que não deveríamos amar é “proibir as outras formas de amor”.

Mas já viu como é o mundo, né?

Esse post foi feito com muito amor pelo Otávio Almeida que finalmente retomou as postagens para a categoria mais fofa do blog: o Amoremil. Para ler todos os textos escritos por ele, clique aqui.


Amoremil formas de amor

. 06/07/2015 .
Crédito: Ashley Ella

Desde 2010, blogar nunca esteve tão na moda. É a nova profissão do glamour, da ostentação, da fama e do sucesso. Blogueiras têm mais destaques que atrizes globais e mais credibilidade que grandes profissionais da área de moda e beleza. Principalmente em ações publicitárias.

Erika Palomino disse em uma entrevista, recentemente, que a profissão de crítica de moda está cada vez menos relevante.

“Cada vez que você abre o Instagram, a crítica de moda se torna menos relevante. As resenhas e os textos publicados por veículos independentes, como os jornais, por exemplo, ou mesmo sites, perderam importância diante de meninas de sociedade que têm dinheiro para comprar tudo ou ganham e são pagas para vestir aquilo. Aí, é um festival de look do dia, de “olha minha sandalinha #nãoseioquê que estou usando hoje, gente”. E você olha o número de gente que segue essas pessoas, é gigantesco. Eu acho essa coisa do look do dia péssima, não sei. Tem essa “bloguerização” da moda. Gente, a pessoa vai lá, produz cinco looks, chama um fotógrafo profissional que faz fotos dela fingindo que está atravessando a rua, ela publica, e todo mundo diz: “Ai, que lindo, fulano, adorei!”. Fica tão pueril, infantil, adolescente, que eu acho uma loucura. E é uma mudança dos tempos. Eu sigo algumas blogueiras. Depois de um tempo, eu paro, porque canso. Tem algumas com quem eu simpatizo mais, outras menos. Acho que vão ficar as melhores, as mais legais.”

Não tem como discordar: blogueir@s de moda se colocam na posição de críticos e despejam opiniões, embasadas unicamente em seus gostos e experiências pessoais. Seus seguidores compram essa ideia e, assim, todo um mercado é influenciado. As “blogueiras de moda” compõem apenas uma das inúmeras fatias que preenchem esse grande mercado, que um dia, já foi definido como nicho.

A procura por esses conteúdos, no entanto, está passando por uma grande mudança. Com a popularização, a ideia de que existe uma fórmula do sucesso para crescer foi enraizada junto a ideia de que ser famoso, na internet, é fácil. Gurus de beleza, fashionistas e rainhas do look do dia dominavam todo um mercado que era rentável e que funcionava. Em razão disso, centenas de milhares de blogs segmentados foram criados. Todos falando sobre um único assunto e buscando a mesma relevância. Centenas de milhares de vozes gritando a mesma coisa. Era um movimento rentável. Até então.

A forma com que as empresas estão enxergando blogs, blogueiras e seguidores está, sim, mudando. Antes, apenas números contavam e, até mesmo por isso, uma nova forma de negócio foi criada — o da compra de likes e seguidores. Hoje, o que está contando é o conteúdo. A forma com que influenciadores são denominados como tal também está mudando e, mesmo que a passos lentos, números estão deixando de ser considerados estatísticas comprovantes de sucesso. O engajamento está falando mais alto.

Um exemplo recente foi um artigo publicado pelo Scup, que traz um modelo teórico de influência, desenvolvido por Michael Wu, do Lithium, que são formados por quatro tópicos: relevância (a informação correta), timing (o tempo correto), alinhamento (no lugar correto) e confiança (a pessoa certa), o que comprova que qualquer pessoa pode ser um formador de opinião, independentemente de quantos seguidores. Basta a influência que essa pessoa tem em seu círculo social. Associado a esse estudo recente, podemos destacar novas campanhas que focam no conteúdo e não em seus porta-vozes, como o caso do blog Girls With Style, ou da blogueira Chez Noelle. O foco desses dois grandes blogs são os textos, o conteúdo e a reflexão proposta em cada linha. Não são os tutoriais, não são as comunicadoras como pessoas. São seus conteúdos autorais e que promovem, além de tudo, a empatia. Outro grande fenômeno é o da youtuber JoutJout, que conquistou a relevância por nadar contra a corrente dos vídeos “que já fazem sucesso” e promoveu a empatia com milhares de espectadoras que se sentiam representadas pela carioca. JoutJout trata assuntos que realmente fazem parte da vida de qualquer mulher.


Outro caso recente que mostra que a massificação não está sendo tão vantajosa é o caso do reality show The Bloggers Show. Vendendo uma ideia de que o sucesso pode ser comprado (com inscrição paga + participação + mentoria de um youtuber relevante para um nicho segmentado), o realitynão teve adesão e, o pouco que teve, não se converteu em relevância. Não conquistou destaque na mídia, não obteve anúncios e acabou com um comunicado oficial reduzindo o valor do prêmio por questões entre a assessoria e o detentor do formato do programa.

É claro que isso não vai acabar de uma hora para outra e, muito provavelmente, quem já tem a sonhada “relevância”, continuará tendo por um bom tempo. Para quem ainda quer seu lugar ao sol, o caminho será um pouco mais estreito e os formatos “mais manjados” perderão força com o passar dos anos (ou podemos arriscar dizendo “meses”?). Existiam dúvidas sobre o futuro dos blogs — principalmente com a popularização dos vlogs -, e alguns profissionais apostavam até mesmo em sua extinção. (Eu) Acredito que eles continuarão muito vivos (afinal, resistem há décadas e muito mesmo antes de todo o glamour envolvido), mas com uma grande mudança em seu conceito de relevância.

Para mim, o mercado de blogs está se fechando e o grande número de blogs que tratam o mesmo assunto é a principal causa. No meio da multidão, está destacando-se o diferente e o que causa a real empatia. São os textos pessoais, autorais e únicos. Hoje, o diferente, veja só, é o old school.

Texto reproduzido do meu Medium. Porque sim, agora eu tenho um Medium. 

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Estive pensando sobre a nova forma de blogar

. 02/07/2015 .

Esse post maravilhoso e pertinente do Fashionismo pipocou em minhas redes sociais. Ele traz uma análise sobre a forma como estamos consumindo moda - do produto (marcas, tendências, etc) ao conteúdo (blogs, revistas, etc). Estamos em um momento de transição e, como gosto de dar meu pitaco sobre assuntos que fazem parte do meu cotidiano, resolvi fazer esse post de uma forma mais didática e direta. E com listas, porque é meu jeitinho. Como citou Thereza, a nossa forma de consumir moda mudou - e está mudando. Falar sobre moda é muito complicado porque é um assunto muito efêmero. Para falar sobre tendência, você tem que estar ligado ao que é, de fato, novidade. Uma semana de atraso na abordagem do assunto e outra tendência surgiu. É tudo muito rápido e, por ser rápido, é substituível. Talvez pelo cansaço que essa correria pelo que é trend causa, talvez pela conscientização sobre consumo consciente, ou até mesmo pela correria da vida moderna que quase nos impede de dedicar horas para a composição de um look, se vestir está mais prático e democrático. As pessoas, hoje, estão relutando mais em aceitar o que grandes empresas impõem como tendências e, mesmo que a passos lentos, essa resistência já vem sendo caracterizada. Principalmente pelos quatro tópicos que vou colocar abaixo. 

O aumento de lojas de desapegos

Ostentar um guarda-roupas abarrotado já não é mais motivo de orgulho. Muito pelo contrário. Nessa nova fase de consumo, desapegar é lei e resultado disso é o surgimento de lojas de desapego em plataformas como Enjoei, Tanlup, etc, e de vendas/trocas em grupos específicos no WhasApp. É uma forma consciente de consumir, diminuir o ritmo da produção em massa e de prolongar a vida útil de uma peça. 

A popularização do conceito de armário-cápsula

A primeira vez que li sobre o assunto foi nesse post aqui do blog do Gabi. Foi uma coisa de destino, porque eu já estava em uma fase "guarda-roupas simprão", como eu comentei nesse post aqui. Depois, a Gabi fez um grupo no Facebook e várias outras minas que estão trabalhando para construir um armário-cápsula debatem e trocam ideias. O grupo já tem mais de mil membros e mostra que o assunto não só interessa, como vem sendo colocado em prática. E substituir um armário gigante por um com um número determinado de peças é, sem dúvidas, uma revolução. 

A propagação do conceito de consumo consciente

Foi no GWS que ouvi falar sobre consumo consciente de uma forma clara e simples. A Nuta é rainha em textos de moda que nos laça e prende. Fiquei imersa em um assunto até que "difícil" que é falar sobre moda e responsabilidade. Aquele texto foi a sementinha plantada e que me fez avaliar, com mais cuidado, a minha forma de comprar roupas, consumir tendências e escolha de peças. Depois disso, a internet pipocou de reflexões sobre o assunto, além de campanhas geniais (como essa) que mostravam o quanto uma peça poderia custar - e não estamos falando de dinheiro. 

A moda do minimalismo 

Porém, uma coisa que me faz pensar é se isso não deixa de ser, também, uma tendência. Como no caso dos hipsters, em que "a moda era não fazer parte da moda", sabe? É preferível pensar que essa mudança de comportamento é conscientização, e não tendência, mas quando o assunto é moda, sempre existe a pulga atrás da orelha, não é? 

Vocês concordam que estamos vivenciando uma mudança nesse cenário tão irresistível? Acham que dei uma viajada? Concordam com os tópicos que apresentei? Let's taaaaalk! >> 

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4 fatos que mostram que a nossa forma de consumir moda realmente está mudando

. 01/07/2015 .
Julho tem férias, tem festinhas, férias e tem wishlist também. Estou tentando comprar menos nesse mês, então, para "colocar o pé no freio", fiz aqui uma wishlist modesta e simplezinha que vai expor os meus desejos singelos. Na verdade, é um look completo com algo que estou realmente precisando: mochila. Todo final de semana eu levo uma verdadeira mala para a casa do meu namorado e vivo trocando de bolsas porque uma cabe mais ou menos o que preciso. Selecionei dois modelos bem bonitos para me acompanhar nessa jornada de final de semana e dias corridos. Ah! O look é maravilhoso e quero pra ontem. 


Mochilas // Jansport - a preta e branca é maravilhosa e no tamanho ideal e, a de onça, é charmosa e ia ficar incrível com o look que montei. Porque se é pra chamar a atenção, vamos né mores? Além disso, conheci a Jansport quando fui ao Encontrinho da Kipling e fiquei bem apaixonada. A proposta é bem divertida, ousada e co-lo-ri-da. A mochila é resistente, bonita, grande e tem essa pegada mais descolada, como podem ver. Portanto, #tánawishlistSIM. 

T-shirt // ChristOFF - adoro camisetões e achei essa t-shirt bem descolada. Já quero pra ontem sim ou claro? 

Coturno Vermelho // Cravo & Canela - o da foto é da Cravo e Canela, mas não achei link. Quem não tem Doc Martens se vira, né? 

Colares // O colar de ônix é tão maravilhoso que não sei nem o que falar, só sentir. Já o de lua é tão gótico, tão místico que resumo essa paixão com: quero. 

Short // não achei marca e vi nas internê da vida, mas não deve ser difícil encontrar. Vou começar meus trabalhos de garimpo pra ontem!

E aí? Minha wishlist modesta-mas-com-amor agradou? 
Também ficaram com a mão coçando? 

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Wishlist de Julho