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. 30/08/2015 .

Não lembro quando foi a primeira vez em que ouvi falar de RuPaul's Drag Race na vida, mas lembro de sempre ver a opção no meio dos programas da Netflix. Sempre passei direto, embora o nome me deixasse curiosa. Foi por causa de uma blogagem coletiva do Rotaroots que decidi começar a série e entender o que era o lipsync for your life, shantay you stay e a famosíssima Mama Ru. E foi amor forte, verdadeiro e duradouro. Vi a primeira e a segunda temporada sozinha, na terceira minha irmã viu comigo e a quarta e a quinta eu vejo com minha irmã e minha mãe. Somos apaixonadas pelas drags e pelo reality show mais glamuroso da atualidade. Mas não é só de plumas e paetês que RuPaul é resumido. O reality tem lições de vida valiosíssimas. Sim, gente! E é nessa vibe de tirar lições de absolutamente tudo que vejo, que fiz esse post. 

5- Ser mulher é maravilhoso

As queens realmente sabem o valor de ser mulher. Elas entendem a importância de um salto e como se vestir está ligado a nossa autoestima e etc. Assistir ao reality é o mesmo que levar injeções de ânimo e satisfação apenas por ser mulher. As queens se inspiram em nós apenas por sermos nós - e isso é lindo.


4- O primeiro passo para o sucesso é se aceitar

Alguns episódios são mais tristes porque as queens contam algumas de suas histórias. E todo mundo tem história triste. Uma das lições mais importantes que aprendemos com RuPaul é que se aceitar está diretamente ligado a sua felicidade. Não existe maneira de ser feliz sem se amar, sem gostar do que vê no espelho e sem fazer o que ama. É impossível ser feliz sem aceitar quem você é. E as histórias que conhecemos em RPDR mostram isso pra gente.


3- Na maioria das vezes, seu sucesso está ligado a sua performance

No final de cada episódio, a eliminação é decidida pela performance das queens que foram mal no desafio. A permanência delas, no programa, depende do seu lipsync. Muitas vezes, na vida,  é assim também: as coisas mais importantes e difíceis são conquistadas através da performance e da nossa garra. A diferença é que não batemos cabelo e nem tiramos a peruca, infelizmente. 


2- Você pode cair, mas pode cair fabulosamente

Que a gente cai algumas vezes isso é fato, mas falo de forma metafórica e não literal, como nesse post. Basta sabermos como cair e dar à queda a importância e relevância necessária. Nesse caminho é impossível não ter alguns tropeços e para qualquer subida são necessárias algumas topadas. Que vamos cair é um fato, então vamos aprender a cair como Akashia.


1- If you can't love yourself...

HOW IN THE HELL YOU GONNA LOVE SOMEBODY ELSE? Essa é a lição mais importante que esse reality maravilhoso nos mostra, até porque, ele repete isso todo santo episódio. É meio o que falei nesse post aqui. Se você não se amar, colega, não tem como amar ninguém não. 

Can I get an Amen up in here?


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Cinco lições de vida para aprender com RuPaul's Drag Race

. 27/08/2015 .
“I was free.
But there was nothing exquisite about it”, Carrie Bradshaw, S02E12.

Comecei a ver Sex And The City há pouco mais de um mês, mais precisamente, depois que terminei meu namoro. Me vejo demais na Carrie - as semelhanças são inúmeras, sério. A cada episódio era um pedacinho de mim que eu encontrava com um tom cômico e repleto de grifes famosas, mas esse episódio, o décimo segundo da segunda temporada, me desceu como uma bebida amarga. Era meu relacionamento. 

Carrie sempre mendigou atenção do Big, que dizia que a amava. Era ela quem deveria se adaptar a ele. Era ela quem deveria esperá-lo. Era ela quem deveria entender que “ele era assim e pronto”. Era ela quem deveria largar mão de seus sonhos e do que considerava um relacionamento perfeito. Era ela quem deveria dar o braço a torcer. Era ela quem estava precisando ouvir palavras bonitas. Era ela quem queria que ele a assumisse. Era ela quem queria que ele desse a mesma importância que ela dava pra ele. Era eu. Era meu namoro. 

Nesse episódio, o La Douleur Exquise, Carrie percebe que está em uma relação onde a base é o sofrimento. E não amor. Não importa o que faça, ela sempre sofre.

Como eu.

“I was in an S & M relationship with Mr. Big.
In love relationships, there is a fine line between pleasure and pain. In fact, it’s a common belief that a relationship without pain is a relationship not worth having. To some, pain implies growth. But how do we know when the growing pains stop and the “pain-pains” take over? Are we masochists or optimists, if we continue to walk that fine line? When it comes to relationships how do you know when enough is enough?” 
Ela decidiu sofrer de uma vez. Se ver livre daquele relacionamento que tanto a amarrava e a machucava. 

Ela estava livre.
I was free

Como eu. 

But there was nothing exquisite about it.
Mas não estava feliz.

Como eu.

_

Esse post está salvo aqui há um bom tempo e não ia postar, mas passou e a calmaria está tão grande que quis, sim, publicar. Deixar a catarse, sabe? Quando o escrevi, mesmo sabendo que a decisão que tinha tomado era a correta, não conseguia ficar feliz. Hoje, a felicidade voltou. E voltou com tudo. 

Quero até aproveitar para deixar um pseudo-conselho: se a base de algo é o sofrimento, você deixa de se acostumar com a felicidade. Mais que isso: você para de acreditar nela. Mas ela existe. E está distribuída em várias pessoas que você tem a honra (e a sorte) de cruzar diariamente.



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La Douleur Exquise

. 23/08/2015 .
Foto: Shutterstock

Gente, sumi quase uma semana, né? Isso porque era pra ser BEDA... E pior: estou voltando com conteúdo chupinhado. Mas logo menos explico o porquê dessa ausência toda (embora as desculpas continuem as mesmas, como muito trabalho, pouco tempo e etc). Como falei nesse post aqui, desenvolvi um projetinho com dicas para blogueiros iniciantes. O segundo capítulo ainda não sei e, então, decidi reproduzir o primeiro aqui no blog, além do e-mail que estou enviando na medida  em que for produzindo. Espero que ajude e que colocá-lo aqui no blog não sirva apenas para tirar a poeira da página, mas principalmente, para clarear alguma ideia por aí. 

Nesse primeiro capítulo nós vamos conversar. Sim, você e eu vamos falar sobre a importância de ter um blog. Vamos, sim, falar sobre a reaaaaaal importância (e não só credibilidade, fama, jabás e outras coisas que parecem ser super atraentes).

Afinal, por que criar um blog?

Vou te dar, pelo menos, três razões (que não envolvem dinheiro diretamente) que vão te mostrar a importância dessa ferramenta.

1- Você pode compartilhar seu ponto de vista sobre qualquer assunto

Para que comprar brigas no Facebook, se você pode expressar todo o seu ponto de vista, ideologia e etc no seu blog? Ali, só vão comentar pessoas que realmente querem discutir (e não só vencer uma discussão assistida, como ocorre com o Facebook) e o debate será muito mais saudável. Em seu blog você poderá falar da forma que quiser sobre qualquer assunto – e o mais legal: vai encontrar pessoas que, sim, pensam como você.

2- Você pode treinar a sua escrita

Seja você da comunicação ou não, escrever bem é importantíssimo, afinal, é preciso dominar o próprio idioma em qualquer área, não é mesmo? Com o blog você pode treinar sua escrita e até sua redação – e o mais legal: falando apenas sobre temas que você gosta e domina, o que deixa o exercício ainda mais prazeroso. Comece a escrever seus textos com um mais de cuidado e seja mais crítico. Depois de uns meses, volte nos primeiros e compare. A escrita evolui, mesmo que você não perceba.

3- Ele pode servir de portfólio

Você manda muito em artes em feltro? Faz uma maquiagem como ninguém? É o mestre da TI? Então mostre isso ao mundo pelo seu blog! Seu blog pode abrir muitas portas, principalmente de trabalho! Empregadores enxergam blogs, hoje em dia, como verdadeiros projetos. Ali eles podem ver seu comprometimento e domínio sobre um assunto. Que tal fazer seu blog ser rentável, primeiramente, por você mesmo?

Cases de sucesso

Exemplos de blogs que “deram certo” nós temos aos montes, mas apenas os que envolvem glamour, viagens, maquiagens, etc, certo? Certo. Pois hoje vou apresentar para vocês alguns blogs que se destacaram pelo conteúdo e, hoje, também têm prestígio e credibilidade na internet – além de ter reservado ótimas oportunidades para suas autoras.

Bramare, Bia Lombardi
O blog da Bia Lombardi tem de tudo: de ebook motivacional até tutorial de como usar o Snapchat. Os textos dela são deliciosos de ler e são realmente informativos. O Bramare também concentra um conteúdo sobre cabelo, maquiagem e outras feminices, mas o grande destaque está em sua abordagem. Confira!

Ambiente Vistoriado, Emanuella Maria
Os textos da Emanuella fazem com que você passe a enxergar o mundo de outra forma – e digo mais: o seu próprio mundo. Hoje Emanuella vive nos EUA e é coach. Com seu blog, ela apresenta seu trabalho, disponibiliza ebooks para autoconhecimento e, também, divulga seu outro projeto (o workshop Rock Your Life, com parceria da Bia) que pode ser adquirido por um preço simbólico.

Don’t Touch My Moleskine, Daniela Arrais
Dani é sócia da Contente e seu blog foi um dos pontapés que a levaram a criação desse lindo projeto que, hoje, é seu trabalho. O DTMM é um blog cheio de inspirações, bem “old school” e com textos deliciosos. É um blog que, involuntariamente, inspira e aguça nossa criatividade.

Depois dos Quinze, Bruna Vieira
Não poderia não citar a Bruna. A blogueira fez do DD15 um negócio rentabilíssimo – e foi criativa. Fez do seu cantinho sua própria revista e, com isso, inspirou milhares de outras blogueiras que querem o mesmo que ela. Não é impossível, mas é importante lembrar que a Bruna foi original. Hoje, além do blog, Bruna é colunista na Capricho e já tem três livros publicados.

E então? Convenci você sobre as importâncias de ter – e manter – um blog?

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Guia para blogueiros iniciantes #1 - Por que criar um blog?

. 18/08/2015 .

"Sua vida não é um seriado", me disseram hoje em uma briga feia. 

Respirei fundo.

Infelizmente não era mesmo. Quando você assiste a muitas séries, inevitavelmente acha que sua vida também tem um roteiro. Que as coisas ruins estão acontecendo porque um season finale bombástico e maravilhoso te aguarda. Que as oportunidades que surgem são realmente suas, afinal, no seu roteiro ideal, todo o perrengue antecede uma grande conquista. Se a vida fosse um seriado, histórias de amor teriam finais felizes sempre, mesmo após um término de seis anos - esse término seria interrompido por uma ida ao aeroporto e um telefonema de "I got off the plane". 

Se a vida fosse um seriado, o aperto no peito duraria até a próxima piada com gargalhadas de fundo. A música tema não faria você querer morrer de chorar, mas traria um sorriso leve no rosto com um flashback bonito e sem ressentimentos. Se a vida fosse um seriado, ressentimentos não existiriam, afinal, o protagonista é sempre bonzinho demais para odiar e menina que partiu seu coração. 

Se a vida fosse um seriado os dias de chuva terminariam com caronas repentinas, um café sozinha terminaria em um convite para um jantar. Até mesmo um esbarrão na rua ocasionaria, talvez, no encontro com o amor da vida. Se a vida fosse um seriado, todas os tropeços fariam sentido no final - e o final seria lindo, com fogos de artifício, música emocionante de fundo, nascimentos e casamentos. Se a vida fosse um seriado, eu pareceria mais com a Jane Birkin e menos com o Ted Mosby.

Se minha vida fosse um seriado, nesse momento, eu estaria escrevendo esse post em uma pequena mesa em Paris, acompanhada por um inglês de 20 e poucos anos que também estava de passagem. Ele teria a franja quase caindo em seus olhos e vestiria um moletom que daria três dele. Eu estaria com um copo enorme de café, entre os toques no teclado e uma golada, ouviria alguma sugestão do date dos sonhos. Se minha vida fosse um seriado, nesse momento, seria meu season finale. 

Afinal, toda má fase, em um seriado, precede o terceiro ato. E se o roteiro é esse, definitivamente, o próximo passo é em direção a algo incrível. 

"A hora mais escura da noite é antes do amanhecer". 



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E se fosse?

. 15/08/2015 .

Atualmente, estou saindo direto com um amigo mais velho. Esse amigo não me dá conselhos: fala coisas na minha cara de uma forma que nunca falaram. Altos tapas na cara com luvas leves e com copos de chopp que amenizam a dor. A primeira vez em que falamos sobre coisas pessoais (até porque, até então, éramos colegas unidos por um amigo em comum) foi um evento com open bar de cerveja artesanal e eu estava bem lôca. Não sei como, mas entramos no assunto de relacionamentos. E então, no meio dessa conversa, ele falou. 

"Mih, você já viu aquele filme "As Vantagens de Ser Invisível"? Tem uma frase que você tem que levar pra vida. Ele fala que a gente aceita o amor que achamos merecer. E essa frase faz todo o sentido do mundo". 

Quando ele me falou isso, eu não só já tinha visto o filme como lido o livro. E mesmo já tendo refletido sobre isso algumas vezes, nunca aquela frase me serviu tanto como tapa na cara. Ali eu estava em uma fase bem ruim no meu relacionamento, mas não conseguia fazer nada porque as desculpas que eu mesma me dava eram mais fortes que qualquer outra frase. Mas daquela vez me fez pensar, já que ela veio aliada a uma experiência pessoal desse amigo que justificava muito meu comportamento. 

Alguns meses depois, eu e esse amigo começamos a nos falar muito. Toda semana era um happy hour onde eu desabafava sobre meus problemas, ele sobre os dele e ríamos e refletíamos bastante. Essas conversas me fizeram refletir tanto sobre mim mesma que acho que nem algumas sessões de terapia conseguiriam isso tão rapidamente. Encontrei explicações, em mim mesma, que até então eram inexplicáveis. E essas explicações eram tão óbvias que eu me senti até tola quando a constatação finalmente veio. 

Ontem, não me lembro bem o assunto, mas ele falou algo sobre eu precisar elevar meu critério. E toda a nossa primeira conversa, e o filme, e o livro, invadiram minha cabeça. Porque problemas como insegurança, autoestima e vários outros fatores fazem com que a gente abaixe nosso critério. Nos contente com o que aparecer. Relacionamentos ruins, trabalhos ruins, amizades ruins. 

Faz com que a gente aceite coisas que julgamos merecer. 

Ontem eu tinha dois rolês para fazer. Tudo na tentativa de conhecer pessoas, fugir de um momento comigo. Momento esse que falei aqui que seria de extrema importância pra mim. Depois desse outro tapa na cara, fiquei em casa. Aproveitei o tempo comigo. Dormi feito um anjo, mesmo sabendo que eu poderia estar na balada enchendo a cara (eu tinha comprado camarote pra um baile do bixo de uma universidade pública, ou seja) e tentando encontrar um conforto que eu só tive ao enfrentar uma sexta-feira em casa. A primeira sexta-feira em casa em um pouco mais de um mês. 

Cinco chopps, uma porção de bolinho de mandioca com carne-seca e uma frase que já me fez refletir há meses atrás. Essa foi a receita que me fez enfrentar a tpm, minhas dúvidas, questionamentos e o principal: o medo de ficar sozinha.


Gente, quebrei o movimento do BEDA. Mas cês relevam, né nom? Tá tendo post no sabadão com filosofias de bêbada e amanhã vai ter post também. Vamos fingir que nada aconteceu. ♥


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Nós aceitamos o amor que achamos merecer

. 12/08/2015 .

The OC foi a "minha primeira série". Eu assistia aos domingos no SBT quando ia para a casa do meu pai. Achava incrível aquilo que ao mesmo tempo em que me lembrava Malhação, era tão mais incrível e dramático que me prendia de um jeito que nem a Vagabanda conseguiu. Eu devia ter 11 anos quando comecei a ver a série e, depois disso, o amor só cresceu e por mais que outras séries viessem a ocupar meu cargo de favorita (tipo Gossip Girl), o amor por The OC sempre esteve ali. E então, no ano passado, comecei a rever essa série maravilhosa que, a cada episódio revisto, me fazia lembrar o porquê de amá-la tanto. Então, como terminei de reassistir* e fiquei com vontade de fazer um post sobre ela, vou colocar aqui 5 lições que você aprende (querendo ou não) com The OC: 

5- A vida é uma caixinha de surpresas

Por mais que sua vida pareça estável, por mais que as coisas pareçam que não vão melhorar, por mais que pareça que você já sabe sua história do começo ao fim, você não sabe. Nunca sabe. A vida dá na nossa cara com a mesma frequência em que respiramos. Um dia você pode ir presa e 12 horas depois pode estar morando em uma casa na piscina de um condomínio de ricos. Em um dia você pode ter um irmão bandido e no outro pode ganhar um nerd fã dos Vingadores e que tem pôsteres do Death Cab For Cutie no quarto. A gente nunca sabe o que vem pela frente e a vida pode, sim, dar uma guinada sem nenhum sinal anterior.

4- O que acontece em Tijuana... 

Tem coisas que tem que morrer onde aconteceram. Seja uma overdose em Tijuana, seja o cara zoadasso que você pegou na balada, enfim! Existem coisas que devem morrer junto com o nascer do Sol. The OC ensina isso pra gente.

3- Nada é tão ruim que não possa piorar

Se tem uma coisa que eu aprendi com The OC é esperar o pior de qualquer situação aparentemente boa hahahaha meu Deus, que série triste! Porque sabe, um dia você pode enterrar um conhecido que caiu de um penhasco e três semanas depois pode enterrar sua namorada porque o ex-peguete dela fez seu carro capotar enquanto você dirigia (!!!). The OC ensina a gente ter o pé atrás em qualquer situação e realça o nosso lado pessimista. Não disse que essa lição seria boa, tá? Vamos para o próximo.

2- Cultive sua melhor amiga. Ela pode te dar moradia quando sua família falir

Summer é a melhor amiga do mundo. Além de acompanhar Marissa em todas as loucuras, encobrir suas cagadas e esconder corpos (ok, exagero, mas faltou pouco né?), Summer deu moradia para a melhor amiga quando sua família faliu. Além disso, ela sempre esteve do lado da amiga independentemente da decisão que ela tomava - mas, é claro, deixando bem claro o que pensava sobre a situação.

1- Casais não precisam ser idênticos para dar certo

Seth e Summer formam um dos casais mais lindos de todas as séries - e vejam só, eles não tinham nada em comum. Como eles deram certo? Doando-se! Summer fazia um esforcinho de ir ao show das bandas que ele gostava, de ver um filme que ele gostava e até tentar ler algum quadrinho. Seth fazia o esforço de acompanhá-la nas festas que ela gostava, de ver a série besta que ela era apaixonada (The Valley). Enfim. Eles não eram parecidos, mas se amavam - e esse amor era maior que qualquer diferença.

*esse post estava salvo nos rascunhos há milênios e completei hoje. Muito provavelmente esqueci lições bem mais legais que essas, afinal, só a 5 e a 1 estavam feitas. hahaha

Leia também: 
5 lições que podemos tirar com How I Met Your Mother
5 lições que podemos aprender com o novo clipe da Taylor Swift


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5 lições para aprender com The OC

. 11/08/2015 .
Sendo tia ♥ 
Estranho fazer um resumo da semana na terça-feira, mas como preciso fazer o post do BEDA, vai na terça mesmo. Vou fazer no mesmo esqueminha desse post aqui, assim, fica mais simples e pessoal. Estou meio desanimada nesses últimos dias, to meio existindo apenas, sabe? Não sei se já passaram por isso. Aquele estágio em que você olha pra si mesmo e não sabe se está vivendo, existindo, na Matrix... hahahah mas nessa semana eu até fiz algumas coisas legais. Renderam até fotinhas. Vamos começar. 

Lendo...

Estou meio relaxada. Há umas semanas eu comecei o meu Como Ser Uma Parisiense em Qualquer Lugar do Mundo e achei ele incrível hahaha bem divertido. Não terminei porque peguei Admirável Mundo Novo (muito, muito bom!) mas também não continuei a leitura. Estou lendo os dois, ao mesmo tempo, e a passos de tartaruga. Mas quem nunca? Pelo menos estou lendo algo haha. 

Ouvindo...

Meu Deus, quero começar esse parágrafo com um questionamento que não me deixa em paz: POR QUE FUI DEMORAR 23 ANOS PRA OUVIR RADIOHEAD ALÉM DE CREEP E HIGH AND DRY???? Estou apaixonada. O interesse começou porque fui ver um teatro (Sobreviventes) e no final tocava essa música. Decorei uma frase e coloquei no Google quando cheguei em casa. E aí comecei a ouvir e não parei mais. Um amigo me indicou seus álbuns favoritos, fui fuçando uns por conta e, sério, puta banda.



Assistindo...

Como eu disse pra vocês, estou vendo Sex And The City e essa série não só é maravilhosa, como é uma Bíblia. Mas não vou me estender muito porque 1) tenho vários posts engatilhados sobre a série e 2) tenho um texto mega pessoal que, um dia, vou postar - e tem a ver com a série. Não vi nenhum filme sensacional e ainda não fui ver O Quarteto Fantástico (primeiro filme da Marvel que não fui na estreia EM ANOS. Mas é porque fazia isso uma tradição com o ex e to meio assim), mas dei uma entrevista para o jornal local falando sobre o filme. O mais engraçado é que eu nem curto taaaaanto o Quarteto a ponto de dar entrevista, mas como a jornalista sabe que sou meio marvetinha, me chamou. E eu fui, como sempre faço.

Clique na imagem e leia a matéria

Rolês.... 

Esse final de semana não rendeu rolês épicos não, mas rendeu bons risos. Na sexta sai com um amigo e, como a gente saiu pra beber e comer na quinta, a pedida era um rolê mais sussa. Fomos para um barzinho bem de boas (para araçatubenses: o Likes) e pela graça das deusas eu fui mega bem arrumada, porque depois chegaram mais dois amigos e animei de ir pro Porks - era Raimundos cover. Geralmente dá um público bem "segmentado" hahaha - bebemos pouco, mas umas tranqueiras que renderam ressacas memoráveis. Mas foi engraçado. Ri muito, mas foi nesse dia que aprendi que a gente deve mentir o número de telefone quando quiser mentir e que pessoas podem ser filhos da puta sim. O sábado foi bem mais light e amor. Minha mãe, irmã e Tutu fomos a um café lindoooo da cidade (e delicioso, o Kaza Flora).


Postando...

Esses dias de BEDA estão 10 aqui no blog. Muito post, muita queimação de filme, enfim. Rolou um post fofo falando sobre cinco músicas que falaram por mim em algumas situações, aquele post sobre a minha sorte em relacionamentos, o textinho sobre as 23 coisas mais importantes que aprendi nesses 23 anos, um textinho fofinho e uma lista de cinco coisas para deixar o domingo mais legal.

Bom, essa foi minha semana. E a de vocês? Como foi?

   
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Resumo da semana #2

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Vocês sabem que aqui no blog eu prezo muito por baratezas, certo? Já falei em alguns posts o quanto adoro garimpar coisas em lojinhas online ou fazer aquele achado de comprar algo incrível em uma super promoção. Se você acompanha o blog, sabe que meu negócio é gastar pouco, por isso, sempre estou em busca de novas opções para poupar o meu rico dinheiro, mas também ficar com guarda-roupas com peças que eu realmente amo. Justamente por saber economizar é que estou aqui para falar do Cuponkit, um site de cupons de desconto para as maiores lojas online do Brasil. 


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. 10/08/2015 .
O BEDA, pra mim, está sendo mais que um desafio de postar todos os dias: está sendo a prova de que perdi totalmente o pudor e a vergonha de postar nesse blog. Sério, depois desse post (e desse aqui), não teremos mais amarras e estaremos muito íntimos, porque o que vou contar hoje, meu Deus, é uma das maiores humilhações da minha vida hahahaha. Sério, gente. Existe coisa mais humilhante que você cair em público? Ainda mais na frente da faculdade? Na frente de dois caras gatos? Esparramando todas as suas coisas? Também acho que não, mas vamos contar a história que tive coragem de contar porque fiquei inspirada pelos posts da Carol.


Era uma quarta-feira. Eu me lembro como se fosse ontem. Estava em um novo emprego fazia, no máximo, um mês. Naquela época, estava trabalhando no departamento de Marketing da minha faculdade. Ficava lá de manhã, almoçava em 20 minutos e voava para outro estágio, no jornal local. Como se não fosse corrido o suficiente, foi logo quando comecei a tomar o sandomigran (um remédio que "previne" enxaqueca) e ele me deixava dopadona. Acordei no meu horário normal, coloquei o This Is War pra tocar (estava ouvindo muito 30 Seconds na época) e peguei o busão para o trabalho. Naquele dia, meu pai me buscaria no horário de almoço para eu poder ter um tempinho a mais para almoçar. Eu estava com minha bolsa, um capacete e uma mochila com meu notebook, porque teríamos um trabalho importante a noite (sim, eu saia às 7h de casa e voltava às 23h). E ok né. Fui. 

De boas no busão
Fui meio cochilando no bus, mas ainda conseguia saber onde estava e ouvir minha música. Desci no ponto, que era a duas quadras do trampo, e segui normalmente para o trabalho. Não sei o que foi, mas de repente eu fui arremessada no chão (a sensação foi de um empurrão, mas não foi nada mais que um tropeço numa pedrona) e eu cai de boca. Poderia ter sido algo assim:


Mas é claro que foi algo assim:


E foi capacete, bolsa e tudo pros quintos dos infernos. E o peso da mochila me impossibilitava de levantar.


Tinha gente na frente da faculdade? Tinha sim.

Gente bonita? Era sim.

Era boy? Era boy.

O que eu fiz?

Fingi que desmaiei.


Pois é mores.

E lá fiquei, estirada no chão ~~ desacordada ~~.


Aí os meninos bonitos, que normalmente iriam rachar o bico da minha cara vieram CORRENDO ME SOCORRER. Me acordaram, mega preocupados e pegaram todas as minhas coisas. O que eu fiz? Fingi que realmente estava passando mal.


Fofíssimos, me apoiaram nos braços, subiram as escadas comigo e me levaram até meu departamento.


Sob a promessa de que dali em diante, ia me alimentar melhor para minha pressão não abaixar a ponto de eu desmaiar novamente, fecharam a porta. E eu, ao ver meus colegas de trabalho, só consegui fazer isso...


E contei toda a história. Toda ralada, mas morrendo de rir.

E esse foi o dia em que levei um capotão.

Se vocês gostarem desse tipo de queimação de filme, me avisem. História que rende risos (alheios) é comigo mesmo! hahaha


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Coisas que marcam: O dia em que levei um capotão

. 09/08/2015 .
Foto: Shutterstock

Aproveitando o sucesso de um post similar (só que era no sábado) e também o fato de que meus pais foram comer fora, eu esqueci completamente que hoje era Dia dos Pais (para falar a verdade, nem ligo muito para essa data porque mal convivo com meu pai de verdade) e fiquei sozinha em casa. Gosto de ficar sozinha em casa - gosto não, amo! - então fiz meio que mentalmente uma lista de coisas que vou fazer nesse dia tão sossegado. Como sei que alguns de vocês também vão praticar a deboísse nesse domingão, vim com algumas sugestões para driblar esse dia naturalmente flopado. 

1- Dedique-se aos seus livros interativos


Você com certeza se rendeu aos livros interativos, nem que seja um deles! Eu tenho três (o Destrua Esse Diário, Uma Página de Cada Vez e o Listografia, que ganhei de presente do Oda porque, segundo ele, é minha cara - me conhece pouco né?). Como o tempo é um problema para 99% das pessoas nos dias de hoje, esses livros foram preenchidos até a metade - no máximo. Meu domingo vai ser para dar uma rabiscada nesses livros. Que tal aproveitar o dia e fazer o mesmo? Além de completá-los, escrever, pintar e desenhar é terapêutico. 

2- Maratone uma série

Hoje a Marina me mandou uma mensagem cedinho dizendo que havia começado Sense8. Eu estou louca pra começar essa série e acho que vou fazer isso hoje. Ou, vou continuar assistindo Sex And The City enlouquecidamente - aliás, vou fazer um post sobre essa série maravilhosa. Sério, por que nunca vi ela antes???

3- Assista um filme cult/indie que você vive adiando

Eu já assisti os Vingadores 301 mil vezes. Teve uma época em que via Guardiões da Galáxia todo final de semana. Adoro meus blockbusters, mas tenho uma lista imensa de filmes indies que sou louca para assistir mas sempre fico no "Aaaaah, depois eu vejo". E né. Vou até compartilhar as minhas opções de hoje, caso interessem vocês: Life, Happythankyoumoreplease e The Disappearance Of Eleanor Rigby. Alguém já viu algum? Por qual devo começar? 

4- Desafogue freelas

"Ai Michele, você tá me tirando né? Vou usar meu domingo pra trabalhar, você é locôna???". Gente, se o tempo está ocioso, vai ser produtivo! Assim, sua semana fica mais tranquila e você não precisou deixar de fazer nada para terminar seus jobs. Se fizer isso, vai me agradecer depois, vai por mim!

5- Descubra novas bandas pela playlist "Descubra" do Spotify

Não sei se vocês já repararam, mas semanalmente o Spotify monta uma playlist baseada no que você anda escutando. É maravilhoso, mesmo que as vezes seja bizarra (no meu caso, a primeira era encabeçada por Beijinho no Ombro, tinha Heloísa Mexe a Cadeira, enfim, bizarrona! Mas deliciosa hahahahaha). A dessa semana está linda demais e, enquanto monto esse post, estou ouvindo Paciência, do Lenine e, olha, to apaixonada. 


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Coisas para fazer em um domingo flopado

. 08/08/2015 .

Recentemente, acho que na quarta-feira, Taylor Swift (também conhecida como Michele Priscila, nas horas vagas) divulgou o próximo single de 1989: Wildest Dreams. Fiquei puta da vida. Não que eu não goste da música, muito pelo contrário: adoro. Mas é que o 1989 é tão maravilhoso e tem tantas músicas melhores que acho um desperdício ela não lançar as outras, que serão citadas aqui, logo.


Inclusive, acho Bad Blood uma das mais chatinhas do álbum e ela fez estardalhaço todo (como citei aqui no blog também) e nem aproveitou direito Style, que é uma das minhas músicas favoritas e o clipe é in-crí-vel. Como sou dessas que gosta de dar opiniões até quando ela não é pedida, fiz aqui uma lista com outras cinco músicas que poderiam ser single antes de Wildest Dreams. 

5- I Know Places



Gosto muito de I Know Places e acho que ela poderia ser single no lugar de Bad Blood. A música é gostosa, gruda na cabeça e tem uma batida deliciosa. Como não temos nenhum vídeo/apresentação dela no youtube, coloquei esse cover lindo pq sim. 

4- All You Had To Do Was Stay



Música da minha vida. É sério. Cover também porque os áudios de show que encontrei estavam horríveis. 

3- Out of the Woods 



Uma das minhas favoritas. É uma delícia e a letra é maravilhosa. Muito melhor que Wildest Dreams? Com certeza. Mas as minhas duas favoritas, mesmo, vêm a seguir.

2- Welcome To New York



Amo Welcome To New York. AMO. Tanto que ela foi a música do vídeo do meu tcc e acho que a primeira que me apaixonei no álbum. É incrível e é muito fácil visualizar um clipe pra ela. ACORDA, TAYLOR.

1- New Romantics

Essa é a música que mais tem potencial de bombar nesse álbum, mas acho que ela sabe disso e por isso está demorando. Vai tocar em tudo quanto é balada, vai te fazer dançar e já vejo um clipe com uma balada bem hipster e colorida. Essa, definitivamente, é melhor que Bad Blood, Wildest Dreams e até mesmo que Blank Space (ta, agora sinto que forcei um pouco).

A melhor, não encontrei nadinha. Nem cover, nem show, nem nada :( comprem o 1989 e ouçam! HAHA


Esse post quaaaaase não saiu, gente! Mas BEDA é BEDA e vambora fazeno! 

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5 músicas do 1989 que poderiam virar single

. 06/08/2015 .
Foto: Shutterstock
A Bessie fez um post tão lindo assim que, como estava um pouco sem ideias para o BEDA, resolvi fazer também. Por mais que minhas metas de vida ainda estejam um pouco longe de serem concretizadas, não dá para dizer que não aprendi nada nesse tempo todo. Muito pelo contrário: aprendi muitas coisas e confesso que foi até difícil escolher apenas 23. Mas como a proposta é elencar de acordo com meus anos de idade, vamos lá. 

1- Ninguém nunca vai mudar por você 

2- Se você odeia comida japonesa e insistir, vai ficar apaixonado e não vai viver sem

3- As coisas só vão acontecer se você for atrás

4- Um dia você vai parar de se importar com a opinião dos outros. Pelo menos um pouco

5- Ouvir música ruim é maravilhoso

6- É possível tomar uma dose de tequila sem morrer do coração

7- Pessoas saem das nossas vidas sem avisar

8- Você vai ter muitos melhores amigos durante a vida

9- Mulheres não são inimigas e juntas são bem mais fortes

10- Um look minimalista vai te deixar muito mais feliz e segura do que um look todo ousado e cheio de grifes

11- McFLY fica uma bosta depois que se juntam com o Busted

12- Decisões difíceis sempre são as mais importantes

13- É impossível enjoar de Friends e de How I Met Your Mother

14- Tudo é efêmero. Inclusive as coisas ruins

15- Quanto mais souber sobre seu mapa astral, mais compreensivo com si mesmo você fica

16- Dormir até as 16h não é suficiente

17- Cerveja é uma delícia - por mais que as primeiras sejam terríveis

18- Pegar balada com amigo gay é a melhor coisa do universo

19- A vida não vai querer saber se você está em um momento ruim para lançar outra bomba. As coisas simplesmente acontecem

20- Você aguenta. Não importa o que seja. Você aguenta e é mais forte do que pensa

21- Gatos são as melhores companhias que existem

22- Você não para de falar palavrões quando fica adulto. Em certo momento, eles tornam-se terapêuticos 

23- Crescer é, basicamente, um saco. Mas é incrível, também 


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23 coisas que aprendi em 23 anos

. 05/08/2015 .

Você já assistiu ao filme "Maldita Sorte"? É, eu também não. Mas minha melhor amiga assistiu e, associando-o a um dos meus melhores amigos, ela me contou o enredo do filme. Basicamente, é uma comédia romântica sobre um cara que tem uma "maldição": toda mulher que namora com ele, termina e se casa logo em seguida. Ou seja, seus relacionamentos não duram e o de suas parceiras duram com a pessoa seguinte. Sei que no filme tem a Jessica Alba, as mulheres descobrem essa maldição e começam a querer se envolver com ele só para casarem em seguida e, muito provavelmente, é a própria Jessica Alba quem quebra o encanto, enfim. Comédia romântica, a gente sabe como é. Mas por que eu falei sobre esse filme? Porque eu poderia protagonizá-lo. Vamos a uma breve história dos meus relacionamentos amorosos. 


Eu tive o primeiro namorado com 16 anos, mas foi namorinho bobinho, afinal, éramos muito novinhos de qualquer forma e eu muito, muito menininha imatura, por isso, ele nem entra nessa contagem - e hoje é o único "ex" que não me bloqueou, não me odeia e ainda nos falamos e nos amamos como bons grandes amigos. O segundo namorado, ou seja, primeiro namorado de verdade, era um dos meus melhores amigos e começamos a namorar quando eu tinha 17 anos. Ficamos juntos até meus quase 20. Senta que a história vai começar. 

Meu primeiro namorado, o R, era engraçado. Era o Chandler de Friends. Sério, até as expressões faciais eram as mesmas, as piadas idênticas e até uma situação envolvendo um pombo era igual. Chegava a dar medo. Enfim. Nos dávamos bem, na maioria das vezes. Ele era pisciano e isso é sempre um problema (pelo menos comigo). Nosso namoro durou três anos. TRÊS ANOS. Ele era bonito, engraçado, todos os meus amigos e amigas eram apaixonados por ele, mas de repente eu tive um estalo e falei "Nhééééé. Não". Foi apenas isso. Eu era novinha, terminei com quase 20 e mesmo com muita dor no coração, falei "Vamos viver os novos capítulos". Terminamos. R ficou um tempinho solteiro, mas em coisas de meses encontrou uma namorada (que, pasme, tem o mesmo nome que eu haha - as tias nunca cometerão gafes! haah) e que é, definitivamente, a alma gêmea dele. SÉRIO. 


Os dois gostam das mesmas coisas: músicas, jogos, eventos medievais com cosplay. Sério, nem tive muito contato nem nada, mas da pra ver a sintonia, sabe? Aposto que ela nem fica puta por ele não querer sair no final de semana pra jogar RPG de mesa com os amigos (eu ficava possuída, queria matar o infeliz!!!!!!). Resultado: estão juntos há pelo menos uns três anos. Depois de mim. 

- Ai Michele, isso acontece, uai! 

Mas aí vamos para o meu segundo namoro!

Meu segundo namoro foi o mais sussa entre os meus três. Se contarmos com o Vic, o primeiro namoradinho, vamos ter a estranha coincidência de eu ter namorado um geminiano > um pisciano > um geminiano e um pisciano hahahaha adivinhem os namoros com menos brigas e rolos. Pois bem, voltando ao assunto, o segundo namorado, o C (fiquei em dúvida entre colocar a inicial do nome de verdade, do apelido ou de como ele era chamado pela família. Coloquei do apelido porque eu o apresentava como tal haha) era um fofo. Fofo é a palavra, sério! Não era muito de conversar, não tínhamos muitas coisas em comum (quer dizer, tínhamos um gosto aproximado para série - comecei a ver Supernatural por causa dele e me apaixonei enlouquecidamente por Red Hot por indicação dele. Mas só), e ainda assim o relacionamento foi bem legal. Durou pouco mais de 1 ano (1 ano e 3 meses, acho), mas foi tudo muito tranquilo. A mesma coisa aconteceu: de repente me deu um estalo e falei "quero ser solteira, quero conhecer outras pessoas". Vocês podem me achar meio filha da puta. Ou atribuir isso ao fato de eu ser geminiana com ascendente em sagitário, mas eu não consegui lidar. Sério, eu tentei, mas de repente me senti com um nó na gargante e terminei. 


Adivinhem o que aconteceu, queridas. 

C ficou um tempinho-inho solteiro e arrumou uma namorada A CARA dele. Ele é imenso de alto, a mina é imensa de alta. Ele é todo fissurado em academia, a mina tem um corpaço. Ele sempre gostou de loiras, a mina é loira. Ele gostava de demonstrações públicas de afeto do tipo "colocar foto do casal na capa do Facebook" (não né mores?) E ELA COLOCA E AINDA PÕE LEGENDA FOFA!!! Gente, sério, é a alma gêmea do cara e eles estão aí há quase dois anos juntos.


Ainda me diz que é coincidência?

Não demorou nadinha para eu lembrar da conversa que tive com minha amiga (a citada lá em cima) e pensar que eu sou o cara do filme. Sou eu quem tenho a maldição de fazer os boys acharem suas almas gêmeas depois de um namoro comigo.

Depois do C, fiquei quatro meses solteira e, depois, namorei dois anos. Achava que era o cara da minha vida. "AGORA VAAAAAAI!", eu dizia para os amigos no primeiro mês de namoro com toda a empolgação do mundo. E acreditei nisso.

Mas acabou.

De novo. 


Eu pretendo, realmente, ficar sozinha por um bom tempo. Nesse tempo todo, desde os 16 anos, sempre atrelei minhas expectativas de vida, planos, metas e vontades a outras pessoas. Eu nunca fiquei sozinha de verdade. Há anos eu não sabia o que era dormir sem ter uma mensagem - e aprender a atribuir meu humor e bem-estar única e exclusivamente a mim não está sendo assim tão fácil, mas está sendo importantíssimo para meu desenvolvimento pessoal. Afinal, se tem uma coisa que RuPaul me ensinou, é que se a gente não ama a si mesma, COMÉ QUE VAMO AMÁ OUTRA PESSOA, né cacete?


Eu espero sim conhecer alguém que, também, me jogue para "o cara da minha vida", como sem querer fiz com meus ex-namorados (sou muito Ted Mosby). Mas enquanto o encanto não me pega, vou aprendendo a viver comigo mesma. Afinal, segundo a minha ordem de relacionamentos baseada no zodíaco sendo de gêmeos, peixes, gêmeos, peixes... O meu próximo relacionamento, de qualquer forma, é com um geminiano. E quer mais geminiana que eu mesma?


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Maldita Sorte; os meus relacionamos e como sou o cara do filme

. 04/08/2015 .

Acordei mais cedo, antes de ir para o trabalho, apenas para atualizar o blog para o quarto dia de BEDA (tudo isso para não quebrar a corrente, como diriam meus amigos Fresno). E é por falar em música, Fresno e bandas que eu gosto que esse post nasceu. Na verdade, esse também estava salvo no rascunho há alguns milênios, então, foi sussa: só atualizei algumas músicas e me expus mais um pouquinho, porque blog é pra isso mesmo né mores? haha. Eu sou uma pessoa muito "musical", me expresso muito por músicas. Deus não me deu o talento do canto ou de tocar instrumentos, mas me deu bons ouvidos e um ótimo gosto musical, modéstia à parte. Sendo assim, essa mini playlist de cinco músicas, além de ser bem pessoal, é maravilhosa. E duvido que você não vá se apaixonar por pelo menos uma dessas músicas.


1- Assinado eu - Tiê

Tiê é uma maravilhosa. Conheci a cantora há uns três anos e foi amor a primeira nota. Quando terminei o meu segundo namoro, a vida me colocou para ouvir "Assinado Eu". E parecia que eram minhas palavras. Tudo o que eu estava sentindo e não conseguia dizer, Tiê disse. Eu até enviei para meu ex-namorado, na época, e ele agradeceu e entendeu. Foi um término bem saudável e Tiezinha cantou para mim os motivos que o decretaram.

2- Asleep - The Smiths

No meio do ano passado, eu fiquei numa bad muito complicada. Até falei um pouco sobre esse período nesse post aqui, mas foi bem intenso, bem complicado. E infelizmente, essa música dos Smiths dizia exatamente o que eu sentia naquele momento. (Mas passou e tatu do bem agora!).

3- Rewind - Goldspot

Eu sempre ouvia essa música quando eu brigava com meu ex-namorado. Era exatamente o que eu sentia com essa música, o desejo de voltar ao que era antes e etc. Nunca voltava, por mais que nossas tentativas fossem constantes. E aí, a banda falava por mim. Ps: conheci essa música maravilhosa em How I Met Your Mother ♥ 


4- Slow Dancing In A Burning Room - John Mayer

Essa foi apresentada pelo meu amigo e rolou uma baita identificação logo nas primeiras notas. A letra é tão o que estava sentindo em um dia x que, meu Deus, era eu. Só que talentosa e gato haha. Não consigo parar de ouvir essa música já tem uns dias e, bem, se você já conhece, sabe do que eu falo. Se conhecer pelo blog, também não vai parar de ouvir. 

5- Romeu - Agridoce

Essa foi o Oda quem me apresentou e disse: é sua música. E é a música do momento. Não preciso descrever muito, basta escutar para entender.



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5 vezes em que músicas falaram por mim