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. 28/09/2015 .
Reprodução/Gossip Girl
Eu tenho o MOBIC desde o primeiro ano da faculdade, então, quem lê o blog desde o comecinho, acompanhou comigo toda a minha vida acadêmica: das primeiras provas bobas até o tão temido TCC (que até rendeu post aqui). Eu posso resumir a faculdade em uma única palavra: ansiedade. Ansiedade porque você está no primeiro ano esperando pelo segundo, no segundo esperando pelo terceiro e quando viu, está na frente da banca defendendo seu trabalho. Pois é. Passa muito rápido e as dúvidas e incertezas que você sempre pensou que ficariam com a sua monografia, não só perpetuam como aumentam. Com o término da faculdade, não são só incertezas nos acompanham. São várias outras coisas que nunca nos avisaram na graduação - mas que a tia Mih te conta agora! 

1- Caso não tenha ficado claro: suas dúvidas triplicarão


Triplicam porque agora você é formada e precisa saber o que vai fazer. "Seguir carreira acadêmica? Trabalhar na área? Mas em qual das vertentes? E se eu quiser abrir meu próprio negócio? A opção de vender arte na praia não parece tão ruim, não é mesmo?". SIM!! Todas as dúvidas do mundo vão surgir e você não vai ter o que fazer. Elas acontecem independentemente de você estar ou não empregada, na área ou não, de boas ou não. Você vai pensar na vida muitas vezes, vai tentar decidir em cinco minutos para onde seguir e raramente dará alguns passos. O meu conselho é pensar muito bem - o que você fará de qualquer forma rs.

2- Os primeiros anos de profissão são, em sua maioria, bem difíceis


Todo profissional que hoje está em uma boa posição no mercado fala a mesma coisa: nos dois primeiros anos você vai ralar muito. Acredito que é nesse momento que você vai aprender, de fato, o que vai fazer na profissão e colocar 20% do que aprendeu na faculdade em prática. Porque não, você não vai usar nem metade do que aprendeu nas aulas, de fato - a não ser que siga carreira acadêmica, e aí voltamos para o tópico um.

3- Ser universitário trazia grandes vantagens

Esse gif não representa bem a expressão que eu queria, mas meio que serve, né? 
Como ser café com leite. Quando estagiário, se você fizesse alguma coisa errada, "tudo bem, é estagiária". Mas quando a cagada for quando você estiver contratada, miga, se prepara porque a jiripoca vai piar, a cobra vai fumar e todas as outras expressões que já ouvimos e que significam que você tá bem ferrada vão rolar. A cobrança aumenta de uma forma bem desproporcional ao seu salário, mas tudo isso colabora para com 1) sua maturidade; 2) crescimento profissional; 3) crescimento pessoal; 4) senso de responsabilidade. Sabe, ser um profissional é meio chato, ás vezes, porque nos mostra como é ser adulto de verdade. Mas é incrível na mesma medida em que é complicado - porém, é um processo necessário. Não tem como fugir e, sinceramente, ainda bem. 

4- O dinheiro continua sendo um problema


Você vai achar que vai ficar rica e, bem, não. Não mesmo. Vai ter um aumento de salário, mais benefícios, será reconhecida como adulta e profissional, mas grana ainda será um problema. E não importa quantos freelas você pegue, quantas horas extras faça... Dinheiro continuará sendo um problema, e sabe por que? Leia a próxima!

5- Suas metas mudam. E são assustadoramente maiores


Sim. Se antes a sua meta era comprar uma moto, agora é comprar um carro. Se era fazer um intercâmbio, agora é morar sozinha. As metas de um adulto são gigantescas e desejamos tanto essas conquistas que trabalhamos muito. Muito mesmo. E, bem, isso é ser adulto, não é mesmo?


Quer dar um conselho para quem está se formando? Quer aumentar essa lista? Então se joga nos comentários! :) 

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5 coisas que não te contaram sobre o término da faculdade

. 25/09/2015 .
Fotos: reprodução instagram @giovannaferrarezi e Pinterest 

O calor chegou e chegou chutando a porta. Eu já comentei aqui no blog que minha cidade é extremamente quente. Do tipo que chega a 38º às 9h da manhã, sabe? Pois é. No verão até alguns empregadores relevam o fato dos funcionários irem trabalhar de shorts, saias e bermudas, porque mesmo com o ar-condicionado, é bem puxado. Justamente por esse clima, o uso de bonés, chapéus e acessórios que cubram a cabeça são mais que itens fashion: têm real utilidade. Pelo que acompanho no Twitter, várias outras cidades estão com esse climão, então, além de inspirador no assunto "moda", esse post servirá como utilidade pública, porque sim, vamos falar sobre bonés. E esse post será diferente de um que fiz há alguns anos. Esse vai ter uma pegada mais fancy, mais rica, mais fina. Porque sim, o boné virou it-acessório - e você vai desejar ter um também! 


Se antes você precisava de um quê de ousadia para apostar nos bonés, hoje não precisa mais. Em poucos anos o acessório tomou conta das fashionistas. Inclusive, vários acessórios do mundo sport dominaram o streestyle: bonés, tênis e jaquetas esportivas foram incorporadas em looks despojados e repletos de bom gosto. Antes, tido como um acessório masculino e sem muitas opções para as mulheres, agora os bonés podem ser usados com vestidos, shorts e até mesmo peças mais sérias, como saia lápis e, pasme, paetê. Basta segurança e criatividade. 


Identificando a força do público feminino, marcas já apostaram em modelos e tamanhos que agradam e conquistam as mulheres. Um exemplo é a gigante New Era, que já aposta em uma seção inteirinha dedicada às suas consumidoras. São diversas estampas e uma modelagem que fica mais certinha em nossas cabeças. 


O mais incrível do boné é que, diferente do que muita gente pensava, ele fica bom com absolutamente tudo. Com salto, look all jeans, bolsa mais chic, bolsa descolada... É ou não é o que você precisava para ficar mais estilosa e, de quebra, protegida desse sol todo? 

Essa tendência é abençoada por deusa Kendall Jenner
// POST FEITO EM PARCERIA 
Isso significa que o blog recebeu um produto da 
marca citada no texto e, por se enquadrar na 
linha editorial, foi feito com tanto amor e carinho 
quanto todos os outros posts do MOBIC. 

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Como usar boné - o it-acessório do verão

. 24/09/2015 .
Foto: Pexels

Vocês sabem que sou apaixonada por música, não é por acaso que o blog tem uma seção super recheada de playlists dos mais diversos gêneros. Também não é novidade que bons filmes me encantam, então, quando temos as duas coisas em uma única obra, o amor é verdadeiro. Hoje, trago uma mostra de filmes que demonstraram um cuidado muito apurado em escolher as canções que ilustram sua cenas mais icônicas. Tem filme que a gente assiste e parece até que nem lembraram que uma boa música poderia tornar tudo mais emocionante e inesquecível, não é mesmo? Por isso aqui vai uma quina que vale a pena conferir.

Na Natureza Selvagem




Uma linda – porém triste – história de um rapaz que resolve deixar tudo pra trás e viver da maneira mais simples possível. A trilha, super caprichada, foi feita por Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, num excelente e premiado trabalho solo. Você vai se apaixonar pelo filme e pelas Original Soundtracks, eu garanto.

Nick & Norah - Uma noite de amor e música




Quando você assiste a este filme, fica com vontade de passar por exatamente as mesmas aventuras! Pena que dificilmente se consegue algo parecido por aqui pelo Brasil, por causa da violência... Mas é muito emocionante a aventura dos dois ‘à procura do show perfeito’. Tem que ver!

Romeu + Julieta




Leonardo DiCaprio pré-Titanic! Uma releitura do super clássico de Shakespeare, com pitadas modernas, mas muito fiel ao texto original... E tudo moldado ao som de Prince, Música Eletrônica e Rock. Uma trilha para se ouvir várias vezes...

Alta fidelidade




Baseado no livro de mesmo nome, o filme fala de música e cultura pop do começo ao fim. Ele é muito preso ao rock – principalmente ao indie –, mas vale a pena ver e ouvir. Tem muita coisa boa na trilha e o John Cusack mandando super bem no papel principal do filme.

Boyhood - Da Infância à Juventude




Uma trilha sensacional que cobre os 12 anos das filmagens. E uma carta linda de pai pra filho – com direito a Soundtracks escolhido pelo ator Ethan Hawke, em pessoa, dos Beatles – incluída. Mesmo se você não tiver curtido o filme, ouça a trilha sonora. Vale a pena.

Divirta-se com as dicas!


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5 trilhas sonoras inesquecíveis

. 22/09/2015 .
A ideia de fazer essa playlist veio de tweets aleatórios (me segue lá, é @michelices) sobre músicos que considero realmente incríveis e que não podem morrer nunca. Comecei a escutar os ditos cujos e, quando percebi, já tinha feito minha seleção e estava me deliciando com as vozes, guitarras e talento desses quatro caras incríveis. Uns conheço mais, outro estou em um relacionamento recente, mas independente do tempo que os conheço, reconhecer o talento imenso é fácil. E inquestionável. Se você gosta de música boa, boa mesmo, pode colocar os fones. A playlist começa bem sossegada e depois vai ficando pesadinha. Brace yourself. 


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Playlist: Deus abençoe esses caras

. 21/09/2015 .

Segunda-feira é conhecida também como o dia internacional dos piores looks. Isso porque nós acordamos cheias de saudade do final de semana incrível e acabamos usando qualquer coisa para o trabalho, escola ou faculdade. Estou mentindo? Pois é. Mas esse post, miga, vai te deixar glamourosa em plena segundona sem fazer nenhum esforço: são três combinações infalíveis e simplérrimas (até porque aqui ninguém tá podendo, né?) que vão te deixar mais animada para enfrentar a última semana de setembro. Duvida? Então check it out!

Calça jeans e blusa listrada


Fotos: Pinterest

Hoje em dia, blusa listrada é tendência e essa combinação é 100% infalível e democrática. Você pode ousar como quiser: seja com uma bolsa mais colorida, seja com um jeans mais rasgado, ou um look comportado. Não importa como: jeans e listrado é a combinação ideal para os dias de hoje. 

Skinny preta e T-shirt 


Fotos: Pinterest e Instagram @vicqueen
Acho que toda mulher precisa ter uma skinny preta no guarda-roupas. Com ela, você consegue fazer com maestria looks charmosíssimos e, também, looks com uma pegada mais rocker (que vocês bem sabem que eu gosto bastante). Coloquei opções bem diferentes: do mais sofisticado ao mais de boas. É só identificar o favorito, escolher a t-shirt e investir. 

Calça branca e camisa jeans 

Fotos: Pinterest

Calça branca e camisa jeans sempre formam looks mais sérios e, consequentemente, ideais para o trabalho. Mesmo sendo uma combinação mais sofisticada que as demais, com os acessórios certos, dá para deixá-la mais despojada, como no segundo exemplo. 

Pronto, gata. Três combinações incríveis, super fáceis e com peças que você com certeza tem no armário. Acho importante eu revelar que sempre que acordo muito mal-humorada ou muito desanimada, tento caprichar no look. Além de me sentir mais bonita e segura, fico mais disposta e, acredite ou não, produtiva. Façam o teste e me contem se o look interfere nos seus desempenhos profissionais. E by the way, isso é assunto de um próximo post. 

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3 combinações espertas para dias preguiçosos

. 14/09/2015 .
Há umas três semanas que esse assunto (sinais que o universo envia) anda pautando minhas reflexões sobre a vida que, na maioria das vezes, são feitas no chuveiro ao mesmo tempo em que a água tira o dia do meu corpo. Há umas três semanas eu reassisti ao filme I Origins (é espetacular, faça um favor para si mesmo e assista!) e ele fala, um pouco, sobre essa coisa de sinais que o universo te envia as vezes. No caso de I Origins, o sinal são as sequências numéricas que levam Ian para os olhos da Sofi. Revi esse filme com um amigo, pelo WhatsApp, e brinquei que, a partir dali, começaria a prestar atenção em algumas sequências numéricas ou em possíveis sinais que poderiam surgir.


Antes de continuar o texto, acho importante ressaltar uma coisa: tenho muitas crenças. Acredito demais em energias, em lei da atração, em lei do retorno, mas não tenho religião. Misturo minhas próprias convicções ao espiritismo, ao catolicismo e acredito, principalmente, no bem e no poder que nossas ações podem ter. Bem, voltando, por esses dias, após dizer que passaria a ficar mais atento aos sinais, me deparei com esse texto e identifiquei ele, também, como um possível sinal. Já falei incansavelmente nesse blog que Comer, Rezar, Amar é um dos livros que mais me fizeram bem e, consequentemente, gosto muito da autora. O textinho é incrível e essa parte, em especial, me chamou a atenção. 

"Mas tem uma coisa a se fazer quando você está perdido: você deve procurar incansavelmente por pistas. E mesmo que essas pistas sejam falhas, estranhas ou sem sentido, você deve segui-las. Porque honestamente, você já está totalmente perdido e não tem nada a perder."


É engraçado pensar sobre coincidências, principalmente se você não acredita nelas. Mais engraçado é pensar nelas como pistas do que quer que sejam. Esses dias, o filme About Time começou a pipocar em minhas redes sociais. Uma pessoa de perfil A postou. No outro, pessoa de perfil B. Um dia, fui stalkear um perfil de uma pessoa que achei interessante e o vi o filme nos likes recentes. No outro, estava como indicação em um blog. Decidi interpretar como um sinal para assistir ao filme e, bem, preciso comentar que o vi em um momento importantíssimo e algumas lições do filme foram reconfortantes. Parecia que eu estava ouvindo o que eu realmente precisava, sabe?


Eu acho essas coisas sensacionais. Porque se pararmos para pensar, muitas coisas de anos atrás, totalmente aleatórias, fazem sentido hoje. Eu tenho, ao menos, cinco fatos que me assustam ao pensar que, lá atrás, eu possa ter recebido uma espécie de spoiler alert do que aconteceria hoje. E isso é incrível, principalmente se você acredita nessas coisas. Você já viveu situações do tipo, se lembrar de algo completamente aleatório (como ter prestado atenção em uma pessoa, em uma foto em grupo, não procurar nome nem nada, conhecer essa pessoa anos mais tarde e ainda se lembrar de que olhou justamente para ela, na foto, em um dia completamente comum?). É bizarro. E é incrível.

Esse textão aleatório foi só para dizer que, ás vezes, o universo nos manda alguns sinais e nos avisa das coisas que ainda vão acontecer. Independente da sua crença, ou interpretação, ele envia. Ele é muito louco.

E já que estamos perdidos, mesmo, por que não tentar interpretá-los?

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Sobre interpretar sinais

. 12/09/2015 .

Ontem eu me deparei com esse maravilhoso post do Buzzfeed que resume, um pouco, a beleza do mundo. Sério, eu tenho nos meus rascunhos um post "20 motivos para amar Dougie Poynter" (vai sair um dia, porque me falta a paciência pra fazer as montagens) e percebi o quanto ainda amo esse nanico e o quanto tenho carinho por essa banda. Muitas das pessoas que leem o blog eu conheci por causa do McFLY - e muitas blogueiras e amigas também, como é o caso da Patty. O universo das fãs do McFLY era incrível e tenho muito orgulho de ter feito parte desse fandom. E se você também era dessa época, com certeza vai amar esse post. 

1- Começava uma conversa perguntando "Você é o que?"

E a resposta deveria ser "Poynter, Jones, Fletcher ou Judd". Sim! Era a pergunta que iniciava uma amizade nesse meio. Poynters e Jones sempre foram maiorias e eu nem preciso responder o que eu era (você pode ver o meu primeiro twitter, o @mihpoynter). 

2- Usava nome de música para username de algo

O mihbroccoli do meu snapchat e de milhares das minhas contas em redes sociais também não é por acaso. Broccoli é uma música do primeiro álbum deles e apesar de dominar meus registros em sites, nunca foi nem de longe minha favorita. Na minha cabeça, era sonoro, bonitinho e perfeito para um nome de usuário. E taí até hoje. A Patty usou, por muito tempo, Ballad of Patty K (referência a linda Ballad Of Paul K), e muitas pessoas usaram Corrupted, Ultraviolet, Transylvania, etc... 

3- Acessava o McFLY Addiction e o McFLY Wonderland todo santo dia

Porque todo santo dia tinha novidade. Ali a gente ficava sabendo tudo o que rolava com os guys, desde carreira até vida pessoal. O mais legal (eu ainda não sei se as pessoas ainda fazem fansite de banda desse jeito) é que as meninas realmente se dedicavam. Pegavam notícias gringas e traduziam, acessava o MySpace da banda diariamente em busca de alguma atualização... Maior trabalho jornalístico feito por meninas de 14 a 18 anos que se empenhavam e davam o sangue apenas por amor aos ídolos. E é claro que fiz parte de um dos dois maiores fansites #teamWonder. 

4- Esperou a madrugada inteira para se registrar na Supercity

Não bastou McFLY frustar milhões de fãs com o Above The Noise, eles tiveram que lançar um site que tinha como objetivo ser uma "reprodução" da vida deles, algo assim e contribuir com o ódio por essa fase. Até hoje não entendi o propósito da Supercity muito bem. Você tinha acesso aos "quartos deles", escolhia uma "insígnia", era meio bizarro e para ser sincera, eu não lembro direito. Porém, a gente se cadastrava para ganhar um kit de fã (que eu também não lembro o que vinha, mas vinha algo autografado) e acesso a meet and great em futuros shows. Eu paguei (trouxa hahahaha), não fui a nenhum show (era muito nova quando gostava e, bem, sou meio frustrada ainda porque minha mãe não deixou de forma alguma) e não recebi meu pacote maravilhoso. Alguém adivinha meu nome de usuário?

5- Escreveu ou leu muitas, muitas fanfics

No mundo das fics, eu era a Mih Poynter. Escrevi muitas e até ganhei alguns concursos do Fanfic Addiction e fiquei em destaque no site, na listinha de "Top Fics" (hahahaha isso era o auge do sucesso, gente!). Toda fã de McFLY se envolveu com fanfics, seja como leitoras assíduas ou deixando suas Meg Cabots interiores falarem mais alto. Inclusive, muitas fanfics eram verdadeiros clássicos e 90% desse fandom leu, como Sábado a Noite (sim, a da Babi Dewet virou livro!), Back To The Past, Meu Professor de Piano, All About You... Ai, que saudade! 

6- Tinha síndrome underground

Toda fã do McFLY tinha um medo absurdo de que eles "virassem modinha". Pois é, eu me incluia. Tinha um siricutico quando alguém da minha cidade falava sobre a banda hahahaha sério! Nossa, e se essa conterrânea gostasse do Dougie, então? Eu ficava virada no jiraya e ficava fazendo questionários, tipo "Hum, ok, mas você sabe o nome dos lagartos dele?" HAHAHAHAHAH POIS É. Mas isso não era coisa só minha não, sempre que eles saiam em alguma notinha na Capricho, ou capa de revista nacional, era um misto de amor (por poder ter um material físico sobre eles) com ódio, porque agora "todo mundo ia gostar de McFLY também". 

7- Odiou, por um tempo, a Lindsay Lohan

Se não odiou, teve um bode pelo simples fato de que ela pegou o Harry Judd. Please Please tem referências diretíssimas à ruiva e rolavam muitos boatos na época do filme (que depois, no Unsaid Things, descobrimos que o que imaginávamos que havia sido um pseudo-namoro, nada mais foi que uns pega e só). 

8- Assistiu Just My Luck mais de 100 vezes

É verdade. Até hoje eu sei a maioria das falas do filme, porque eu realmente vi muitas, muitas vezes. O filme foi um presentaço para os fãs e eram vários minutos de um filme gracinha por si só, com trilha do McFLY eeeee os McGuys atuando. Lindeza demais! Deu até vontade de rever! hahaha

Dougie introvertido ♥ meu coração continua não aguentando 

9- Sabia tudo sobre as namoradas

Porque não bastava saber tudo sobre os caras, tinha que saber das namoradas também. Giovanna, que continua com o Tom, e Izzy, que continua com o Harry, eram as mais famosas - e hoje entendemos o motivo haha são as remanescentes. Em alguns casos, rolava um ódio gratuito (como a Frankie, ex do Dougie. A Louise também haha) e em todos uma invejinha, afinal, elas estavam nos lugares que eram os nossos sonhos. Porque não, não era só admiração. Era amor verdadeiro! hahah

10- Escutava todas as bandas dos amigos dos integrantes

Busted, Son of Dork... Depois de conhecer e amar McFLY, se apaixonar pelos integrantes e saber tudo sobre as namoradas, a gente tinha que ser íntima dos amigos também. E aí virávamos verdadeiras fãs das bandas parças. E sabe o principal? Também nos apaixonávamos e também perguntávamos "Você é o que?". Eu gostava do Matt, no Busted, e do Steve, no Son of Dork. Uma confissão: Steve está flopadíssimo, tem no máximo 50 likes no Instagram e eu vivo me declarando pra ele lá. Com 23 anos. Mas quem nunca? 

11- Criava uma comunidade no Orkut com fotos raras

Ou montagens toscas, mas que eram moda na época, com fotos antigas da banda, blends maravilhosas, colagens, enfim. Gastávamos um tempo imenso fazendo essas coisas (nas comunidades, eu era a m moderation. Muito original) para deixar outras fãs loucas felizes.


12- Tinha um fotolog com fotos e montagens

Sim. E o meu ainda existe sim: http://www.fotolog.com/loserville_x/. Algumas também faziam blogs de spotted (com fofoquinhas do próprio fandom) e  blogs que indicavam outras fics legais. 

Fazer esse post quase me deu saudade dessa época que era uma delícia. Também acho importante ressaltar o grupão do MSN que reunia, no mínimo, 300 fãs e era uma loucura nos finais de semana. Ali também conheci muita, muita gente. McFLY foi a banda que mais amei na vida e eu sempre vou ter muito amor e carinho por essa banda. Mesmo que o som deixe de me agradar, um dia, eu sempre vou querer saber "como eles estão", "o que estão fazendo" e seus novos projetos. Afinal, é amor de verdade, né? 



Deixo vocês com o meu álbum favorito, do ladinho do Wonderland (ps: não estou comparando-os, estou ressaltando os meus, Michele, favoritos rs). Relembrem e encham esse sábado de amor e nostalgia.

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12 coisas que toda fã do McFLY já fez

. 11/09/2015 .
Snape e Lily: se apaixonar pela amiga pode acontecer. Ser escroto não! 

"Menos um soldado".

Geralmente é assim que uma tirinha, matéria, ou o que quer que seja que faça referência a amizade entre um homem e uma mulher, é comentada na internet. A tal friendzone é famosa: muitos "soldados" (por soldados, entenda homens que quiseram pegar suas amigas e não conseguiram porque elas só os viam como amigos) foram atingidos durante a tal guerra (e por guerra, entenda, a conquista da amiga ou, sendo mais direta e sem meias palavras, a tentativa de comer a amiga). 

Agora vamos conversar sobre como esse conceito de friendzone é ridículo? Vamos. Senta aqui que a tia Mih vai conversar com vocês! Principalmente com vocês, carinhas que saem postando diariamente mil porcarias que ofendem gratuitamente as mulheres.

Quando uma mulher é amiga de um homem, ela consegue SIM ver ele apenas como amigo. Eu tenho muitos amigos heterossexuais e bonitos, bem bonitos, e nunca, nunca quis pegar um deles. Embora com 17 anos eu tenha me apaixonado pelo bff da época, eu nunca pensei que ele "me devesse algo" e que, se eu não o conquistasse, teria sido atingida. Aí está a primeira diferença. Também tenho certeza de que esses meus amigos heterossexuais, bonitos, inteligentes e educados não acham que eu deva alguma coisa à eles. Eles apreciam minha companhia, minhas ideias, minhas piadas independentemente de terem chance de desenvolver um relacionamento ou não. De pensar em algo do tipo, ou não. Isso, manos, chama-se amizade. Da mais pura e simplificada forma.

Mas nem sempre foi assim. Já tive, sim, amigos que me odiaram depois de um tempo porque eu não atendi uma espécie de expectativa que eu havia, sem querer, criado neles. E eu, definitivamente, estou bem longe de ser a única. É possível identificar ao menos três situações nesse cenário tão deprimente. E como estou didática, vou enumerá-los e explicá-los para vocês com perguntinhas que têm como objetivo promover uma microreflexão. Vamos ler? Vamos!

1: Por que o conceito de friendzone é machista e prepotente?

Se você for mulher, já respondeu. Se você é o migo que recebeu esse post com muito amor da sua amiga que não suporta ouvir que você é um soldado ferido, prestenção. O conceito de friendzone é machista porque sinaliza que o homem é amigo da mulher esperando algo em troca. E por algo, entenda: sexo. Na lógica dos carinhas que acreditam em friendzone, oferecer uma carona não é ser gente boa: é um sinal luminoso de quer transar. Pagar uma cerveja no rolê, não é fazer "a vez", mas dar uma indireta de que quer pegar a amiga. Consolar quando o namorado da mana é um escroto e termina com ela, não é ser humano, é regar a plantinha. 

Vocês conseguem perceber o quanto isso é grave? Até arrisco dizer que é assustador! Entendem que enquanto a mulher enxerga tudo isso como amizade, o homem enxerga como oportunidade e o simples ato de não corresponder as intenções sexuais transformam a mulher como vagabunda oportunista? Pois é. É por isso que friendzone means machismo. Sim.

2: Amizade entre homem e mulher só existe se ela não for atraente pra ele?

Ou seja, para esses homenzinhos, a mulher só é amiga se ele a considerar feia, porque se for bonita, voltamos ao item anterior. Você também está com vontade de enfiar os dedos nos olhos até tocar seu crânio? Sim, eu também.

3: Se ela não quis tornar a amizade em algo a mais, o problema é ela?

Existem casos em que a menina até percebe que o carinha está interessado nela, mas a recíproca não é nadinha verdadeira. A mina gosta do cara como amigo e quer, sim, manter sua amizade. Ao fazer isso, o que, na visão dele, acontece? Está dando esperanças. A partir do momento em que a mina arruma um cara que atenda ao que ela procura em um homem e passa a ter um relacionamento com ele, o que acontece??? Ela é uma vadia, aproveitadora, (insira todas as ofensas citadas acima aqui). O problema nunca, nunca é o carinha gente boa. Será mesmo? Sinceramente, caras, ás vezes, nem existe um problema. Só não rolou, sabe? Da mesma forma que vocês já tiveram, sim, uma amiga que foi afim de vocês e vocês chutaram sem nenhum remorso.

Perguntinha final: Vale a pena investir em piadinhas e não ter amizades por, simplesmente, não conseguir ser maduro o suficiente para separar as coisas? 


Essa eu nem preciso dar a resposta. É só você pensar dois segundos. Amizade existe sim, gente. Existe sem interesse, existe sem tensão sexual. Existe pela troca de ideias, pelos risos, pelos brindes e pelas experiências compartilhadas. Aproveitem as pessoas que cruzam seus caminhos. Esperem apenas bons momentos, boas conversas. E caras, quanto mais cedo vocês entenderem que a mulher não deve absolutamente nada, nadinha, pra vocês, menos frustrados vocês serão. E consequentemente, mais felizes. As mulheres não serão aproveitadoras e vocês, definitivamente, não serão soldados feridos.

• 
Quero aproveitar e agradecer pelo fato dos meus amigos serem lindos, maravilhosos e eu não ter tido nenhum tipo de problema com eles nunca na vida! Esse texto foi dedicado a um conhecido. Migo, fique bem porque a vida pode ser leve e ter muito amor, tá? 

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Vamos falar sobre friendzone

. 09/09/2015 .
Vocês sabem que estou muito, mas muito na vibe dos anos 90. Um amigo me dizia que os anos 90 eram os melhores musicalmente falando. Ele até me citava alguns exemplos e sempre dizia, com toda a convicção do mundo, que os melhores álbuns pertenciam àquela década. Musicalmente eu não sei, mas se falarmos do cenário fashion, não tenho dúvida alguma. Para a minha (a sua, a nossa) felicidade, os anos 90 voltaram com tudo e vários itens que, até então, ficaram presos lá atrás, invadiram nossos guarda-roupas. Algumas dessas peças eu até já tinha citado nesse texto aqui, quando comparei nossos desejos fashions com as roupas das nossas mães. Mas além delas, temos outras coisas que saíram do túnel do tempo diretinho para nossas composições. A primeira, é claro que é a... 


Tattoo choker 

Claro que ela encabeçaria a lista porque a bicha voltou com tudo. Mesmo. Todo mundo tá usando e eu gosto muito mesmo. Inclusive, os colarzinhos "que vinham na Capricho" conquistaram até mesmo quem esbravejou contra o revival da tendência. Hoje, temos até releituras mais modernas e elegantes, como as chokers metalizadas e as de couro com uma pegada mais S&M. Um bafo. 


Macacão jeans

As jardineiras também podem ser incluídas nessa lista. Algumas das peças mais fofas de todas também voltou para as araras de todas as fast fashions e com os mais variados modelos: curtíssimas, destroyed, lisona... Tem para todos os gostos. E eu também me joguei né, inclusive, tenho uma destruida e curta e outra bem mais anos noventa. Adivinhem de qual gosto mais. 


Meias 3/4 ou 7/8

Meias até o meio das pernas também eram tendência no ano em que você nascia. Eu sempre fui apaixonada por essas meias, morria de vontade de usar e quando criança, usei incansavelmente a memorável moda das meias coloridas com Melissa (meu Deus, que saudade, que saudade!). Hoje está permitido usar qualquer tipo de meia: toda preta, rendada, college... 

Reprodução

Keds

Você usou muito esses tênis quando criança, eu tenho certeza! Aí eles sumiram, perderam espaço para o All Star, mas voltaram: e voltaram ainda mais lindos. A marca apostou em grandes assinaturas, como os modelos da Taylor Swift e os da Kate Spade, que inclusive já babei aqui no blog. Os tênis baixinhos e divertidos são marcas registradas dos anos 90 e, com certeza, têm lugarzinho cativo em sua wishlist. 


Blusa ciganinha

Pois é. Babalu de Quatro Por Quatro ditou essa tendência e copiamos sem nem pensar. Pois as bonitas voltaram e os ombros de fora, agora, estão em vários tipos de blusas, sejam as larguinhas, os croppeds justíssimos, vestidos... A tendência dos "ombrinhos" (assim como a barriga, como contei nesse post) fez parte dos anos 90 com força. E aqui estamos nós novamente.

Leia também: Back To 90's - Kipling Brasil


Eeee! Finalmente tirei a poeira do blog e, mais que isso, fiz um post das muódas! Mas é que gosto tanto dos anos 90 que não teve como, acabei ilustrando ele com 90% fotos minhas. Isso me lembra de que preciso fazer novos looks (to gostando tanto de algumas composições que até tenho vontade de tirar foto, sério!) e voltar a postar frequentemente aqui no blog. Do que vocês mais estão sentindo falta? O MOBIC está tão cheio de textos... Vocês estão curtindo? Preferem essas listas? Querem mais looks? Playlists? AJUDA LUCIANO. 

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5 itens dos anos 90 que voltaram com tudo para seu guarda-roupas

. 01/09/2015 .
Foto: Pexels
Sou apaixonada por palavras desde que me conheço por gente. Ainda quando criança, trocava bonecas por diários. Dispensava facilmente brinquedos cor-de-rosa e fofinhos por lápis de cor, caneta bic e papel sulfite. Tive inúmeros diários, agendas e fichários preenchidos por letras de música, ficções de criança e relatos de dias preenchidos com Cartoon Network e guaraná Paulistinha. Escrever sempre foi uma das coisas que mais me preenchiam e me deixavam feliz na vida. Quando, mais velha, descobri que eu poderia "trabalhar escrevendo", não pensei duas vezes e me joguei no Jornalismo. Não vou falar, agora, sobre o jornalismo e sobre a minha visão menos romântica da profissão nos dias de hoje, mas quero falar sobre a escrita. Sobre as palavras, sobre as letras. Sobre a importância que escrever tem para mim e como rabiscar linhas está em minha essência. Eu vi essas perguntas no blog da Chez Noelle, que viu na Capitolina, e corri preencher também. Afinal, falar sobre escrever, escrevendo, é algo que não deve ser adiado. 

O que ando escrevendo?

Eu escrevo muito. Muito mesmo. Diariamente, escrevo para o trabalho. Trabalho em uma agência de assessoria de imprensa e atendemos clientes de segmentos diferentes. Então, no horário comercial, eu escrevo textos sobre agronegócios, prestações de serviços, negócios, etc. Durante a noite, escrevo para o IT Online, o site que tenho com a Marina e que já contei aqui sobre. É meu TCC tirado do papel e feito com muito amor. No IT eu mato a vontade de fazer matérias jornalísticas sobre assuntos que acho importantes para qualquer mulher, mas principalmente para as mulheres da minha cidade. Falamos sobre moda, sexo e beleza, mas principalmente sobre aceitação, comportamento. É um orgulho e vem me deixando muito feliz. Também escrevo para o blog, quando não sou tomada pelo esgotamento. Vocês perceberam que a frequência caiu um pouco, mas também, estou feliz e quando estamos felizes nossa inspiração some um pouco. Eu, na fossa, funciono como uma máquina de produção em massa. Chegava a fazer três posts para o blog em três horas. Eu quase sinto saudade dos dias cinzentos (mentira, não sinto não) ahahah. Além dos "veículos oficiais", escrevo muito em blogs secretos (que fazem as vezes de diários) com o único propósito de "me esvaziar". Desabafar mesmo, sabe? Se você me perguntar o que faço em pelo menos 80% do meu tempo, a resposta será "escrever". Sem pensar três segundos. 

Como minha escrita se diferencia de outras no gênero? 

Acho meio difícil responder isso porque não tenho coragem nem de dizer que escrevo bem (amo escrever, mas isso não significa que eu escreva bem) e nem me acho super criativa. O que acho que possa ser diferente é que coloco muito de mim em cada texto. Coloco os meus vícios de linguagem, coloco minhas palavras favoritas. Tento fazer algo um pouco mais despojado, ao mesmo tempo em que quero fazer algo emocionante. Meus textos são bem inconstantes, na maioria das vezes. E acho que isso, também, é uma característica pessoal minha. 

Por que eu escrevo? 

Porque não sei fazer outra coisa e faço isso desde que me entendo por gente. Se estou feliz, escrevo. Se estou triste, escrevo. Se preciso defender algo, escrevo. Se preciso me recolher, escrevo. A minha vida é, sim, escrever, por mais que isso possa soar romântico. Não consigo me imaginar sem a escrita, afinal, ela me acompanha desde que me conheço. 

Como eu escrevo?

Sempre fui apaixonada por cadernos e um moleskine foi o meu sonho de consumo por muito tempo. Mas, hoje, escrevo muito raramente em papel antes de escrever no computador. Ainda tenho cadernos (ainda os amo), mas minha produção é 99% feita no computador. Para o blog, escrevo direto no Blogger. No trabalho e para o IT, faço antes no Word e depois passo para suas respectivas plataformas. Para o blog eu sempre escrevo com música (vocês conhecem a minha paixão por fazer playlists) e elas sempre me inspiram, de alguma forma. Para responder essas perguntas, estou ouvindo o (maravilhoso) Ventura, dos Los Hermanos. 

Como eu supero bloqueios criativos? 

Assistindo seriados e filmes. Já falei nesse post aqui sobre as coisas que faço para driblar esse bloqueio e ter mais inspiração. Confesso que em algumas situações não funciona, mas na maioria rola. 


Pronto! Falei um pouquinho sobre o meu amor pelas palavrinhas e, de quebra, tirei a poeira do blog. Como falei com um amigo (e nesse post aqui, a long time ago) quando ficamos felizes a inspiração parece que foge porque escrever não é tão bom quanto as coisas que está vivendo. E eu estou em um momento bem legal. Mesmo. Aaaaah! Quero agradecer a todas as lindas que indicaram meu blog no BlogDay! Fiquei muito feliz, principalmente por não estar postando com tanta frequência. O próximo post vai ser bem completo sobre isso e com minhas indicações atrasadas - porque sou dessas.

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Por que eu escrevo?