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Sou apaixonada por palavras desde que me conheço por gente. Ainda quando criança, trocava bonecas por diários. Dispensava facilmente brinquedos cor-de-rosa e fofinhos por lápis de cor, caneta bic e papel sulfite. Tive inúmeros diários, agendas e fichários preenchidos por letras de música, ficções de criança e relatos de dias preenchidos com Cartoon Network e guaraná Paulistinha. Escrever sempre foi uma das coisas que mais me preenchiam e me deixavam feliz na vida. Quando, mais velha, descobri que eu poderia "trabalhar escrevendo", não pensei duas vezes e me joguei no Jornalismo. Não vou falar, agora, sobre o jornalismo e sobre a minha visão menos romântica da profissão nos dias de hoje, mas quero falar sobre a escrita. Sobre as palavras, sobre as letras. Sobre a importância que escrever tem para mim e como rabiscar linhas está em minha essência. Eu vi essas perguntas no blog da Chez Noelle, que viu na Capitolina, e corri preencher também. Afinal, falar sobre escrever, escrevendo, é algo que não deve ser adiado. 

O que ando escrevendo?

Eu escrevo muito. Muito mesmo. Diariamente, escrevo para o trabalho. Trabalho em uma agência de assessoria de imprensa e atendemos clientes de segmentos diferentes. Então, no horário comercial, eu escrevo textos sobre agronegócios, prestações de serviços, negócios, etc. Durante a noite, escrevo para o IT Online, o site que tenho com a Marina e que já contei aqui sobre. É meu TCC tirado do papel e feito com muito amor. No IT eu mato a vontade de fazer matérias jornalísticas sobre assuntos que acho importantes para qualquer mulher, mas principalmente para as mulheres da minha cidade. Falamos sobre moda, sexo e beleza, mas principalmente sobre aceitação, comportamento. É um orgulho e vem me deixando muito feliz. Também escrevo para o blog, quando não sou tomada pelo esgotamento. Vocês perceberam que a frequência caiu um pouco, mas também, estou feliz e quando estamos felizes nossa inspiração some um pouco. Eu, na fossa, funciono como uma máquina de produção em massa. Chegava a fazer três posts para o blog em três horas. Eu quase sinto saudade dos dias cinzentos (mentira, não sinto não) ahahah. Além dos "veículos oficiais", escrevo muito em blogs secretos (que fazem as vezes de diários) com o único propósito de "me esvaziar". Desabafar mesmo, sabe? Se você me perguntar o que faço em pelo menos 80% do meu tempo, a resposta será "escrever". Sem pensar três segundos. 

Como minha escrita se diferencia de outras no gênero? 

Acho meio difícil responder isso porque não tenho coragem nem de dizer que escrevo bem (amo escrever, mas isso não significa que eu escreva bem) e nem me acho super criativa. O que acho que possa ser diferente é que coloco muito de mim em cada texto. Coloco os meus vícios de linguagem, coloco minhas palavras favoritas. Tento fazer algo um pouco mais despojado, ao mesmo tempo em que quero fazer algo emocionante. Meus textos são bem inconstantes, na maioria das vezes. E acho que isso, também, é uma característica pessoal minha. 

Por que eu escrevo? 

Porque não sei fazer outra coisa e faço isso desde que me entendo por gente. Se estou feliz, escrevo. Se estou triste, escrevo. Se preciso defender algo, escrevo. Se preciso me recolher, escrevo. A minha vida é, sim, escrever, por mais que isso possa soar romântico. Não consigo me imaginar sem a escrita, afinal, ela me acompanha desde que me conheço. 

Como eu escrevo?

Sempre fui apaixonada por cadernos e um moleskine foi o meu sonho de consumo por muito tempo. Mas, hoje, escrevo muito raramente em papel antes de escrever no computador. Ainda tenho cadernos (ainda os amo), mas minha produção é 99% feita no computador. Para o blog, escrevo direto no Blogger. No trabalho e para o IT, faço antes no Word e depois passo para suas respectivas plataformas. Para o blog eu sempre escrevo com música (vocês conhecem a minha paixão por fazer playlists) e elas sempre me inspiram, de alguma forma. Para responder essas perguntas, estou ouvindo o (maravilhoso) Ventura, dos Los Hermanos. 

Como eu supero bloqueios criativos? 

Assistindo seriados e filmes. Já falei nesse post aqui sobre as coisas que faço para driblar esse bloqueio e ter mais inspiração. Confesso que em algumas situações não funciona, mas na maioria rola. 


Pronto! Falei um pouquinho sobre o meu amor pelas palavrinhas e, de quebra, tirei a poeira do blog. Como falei com um amigo (e nesse post aqui, a long time ago) quando ficamos felizes a inspiração parece que foge porque escrever não é tão bom quanto as coisas que está vivendo. E eu estou em um momento bem legal. Mesmo. Aaaaah! Quero agradecer a todas as lindas que indicaram meu blog no BlogDay! Fiquei muito feliz, principalmente por não estar postando com tanta frequência. O próximo post vai ser bem completo sobre isso e com minhas indicações atrasadas - porque sou dessas.

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