*não cheguei a desmaiar, mas vocês sabem que eu bem gosto de um drama. 

Ai gente, to aqui! Dei uma sumida porque mega de última hora tive que ir para São Paulo e não tive tempo de respirar. Fiquei sabendo de um compromisso em um dia e no outro já estava lá. Loucura-loucura-loucura, já diria Luciano Huck. Ainda bem que o Oda (sigam ele no snap, sério, é odamoura) é incrível e me abrigou em sua casa mesmo dizendo cinco horas antes que "migo, estou indo praí, graças a deus". E bem, ele está comigo nessa história.

Eu e Oda em momentos de intimidade
Quando cheguei na casa dele, meio que já começamos a programar o que faríamos. Estávamos em três, Oda, Fê (seu namorado maravilhoso) e euzinha. Cheguei de viagem e fomos almoçar umas 15hrs no Outback. Claro que morri de comer, mesmo apelando para um prato Kids (sei de minhas limitações, ok?) e claro que sai rolando. Como a gente almoçou bem tarde, não sentimos nada que pudesse parecer com fome durante um bom tempo. A gente acordou bem cedo (eu, na verdade, mal dormi da viagem e os dois acordaram 7h para me pegar na rodoviária), então, após uma pratada, chegamos, deitamos e dormimos, é claro.

A programação da noite já estava feita por eles, afinal, eu cheguei de supetão. "Amiga, vamos em uma balda trash que vai ter especial RBD, ok?". Eu adoro balada gay e balada trash, então prontamente disse:

- Vambora fazendo 




Antes fomos ao barzinho Tatu Bola com a Nath e a Jessica conversar um pouco sobre a vida, interiorrrrr e beber bons drinks. Só que, antes, já tínhamos bebido algumas boas Stellinhas na casa do Oda e, por conta da quantidade que comemos antes, não jantamos, então, a (maravilhosa) caipirinha de sakê com abacaxi, limão e gengibre deu uma turbinada que eu só fui perceber, é claro, mais tarde. Enfim. Batemos um papo gostoso, rimos bastante e o bar já estava dando uma esvaziada quando os meninos falaram para irmos, afinal, ainda teria un poco de tu amor para dançarmos a noite. E fomos.


Para chegar na balada, passamos na frente de outra e achamos ser lá.

"Aqui é a Ay, Caramba!?" (melhor nome)
"Não, é ali do lado. Vocês vão pra lá?"
"Sim."
"Ai, vocês não têm cara de Ay, Caramba!".
Sorrimos.

Mas só depois entenderíamos.

A Ay Caramba era minúscula e bem quente, mas estava tocando RBD. Estava cheia, mas ainda assim, quando entramos, foi algo meio assim:

Não tínhamos cara de Ay Caramba
O mais legal é que 1) tinha pessoas com as roupas do Rebelde; 2) tinha "cover" dublando; 3) todo mundo coreografava.

O problema é que, quando entrei e dancei um pouquinho, já senti minha pressão dar uma oscilada. Eu estava de salto, com uma calça que estava me embalando a vácuo (obrigada Deus pelos quilos alcançados, não estou reclamando, só contando, não me tire eles, pfvr) e tentando dançar. Claro que meia hora depois eu senti o pipoco. Avisei os meninos que iria sentar e já me descaracterizei: sentei na escada, tirei o salto e ali fiquei.


Mas aí passou. E fui dançar de novo. Porque gente, caso vocês nunca tenham ido a uma balada gay, por favor, façam esse favor a vocês mesmos. Essa foi, de fato, a primeira realmente gay que fui, mas sempre vou em baladas alternativas, então, sempre dancei muito e coreografei muito nesses rolês. É incrível. Mas aí a balada foi acabando, voltei a sentar e decidimos, por fim, ir embora. Porém, a fila para pagar a conta estava imensa. E eu fiquei assim:


E como se não bastasse, tinha os maravilhosos que furavam fila. E eu comecei a ficar ansiosa pra ir embora. Eu já falei aqui que tenho ansiedade, então, junte ela a um ambiente quente, pequeno e a sensação de que eu não sairia dali nunca.


E passei. Quando fui pagar a conta, já quase caí. Fiquei desesperada. Pensava "MEU DEUS EU VOU DESMAIAR AQUI NO MEIO" e gente, você sentir que vai desmaiar é muito desesperador porque você esta enxergando apenas um ponto, seu corpo inteiro está formigando e você não tem força para abrir os olhos. Mas sou forte e fui andando (aos trancos e barrancos, mas fui) e saímos da balada. O Fê foi buscar o carro e eu fiquei sentada na sarjeta (que glamour, senhor) rezando para não cair dura. E o Oda tenso, porque né.


Aí entrei no carro, chegamos, tomamos bons neosaldina para acordarmos incríveis e pronto. No dia seguinte morremos de comer no Zé do Hambúrguer e to aqui, vivona e contando (mais esse) caso da minha vida.

Leia também: Coisas que marcam: O dia em que levei um capotão

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