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Mostrando postagens de Dezembro, 2015

Sobre 2015: Caraca, moleque! Que ano, que isso!

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No dia 31/12/2014 eu publiquei este texto no meu Facebook:  “Este foi ano em que fui abandonado no altar; foi o ano que eu levei uma surra por um bartender maluco; o ano em que fui demitido; o ano em que apanhei de uma cabra - uma cabra fêmea; e foi o melhor ano da minha vida; porque se nenhuma dessas coisas não tivessem acontecido eu nunca teria conseguido o melhor emprego que já tive; mas o mais importante, eu não teria conhecido a mãe de vocês…” (HIMYM S04E24) Não é de hoje que falo o quanto o The Leap mexe comigo. Eu me apeguei muito a essa passagem de HIMYM porque o Ted teve um ano muito ruim, como foi meu 2014. Me apeguei na esperança de que 2015 fosse ser um ano melhor. Mas ele não começou tão legal, não.  Eu sempre soube o que deveria mudar para minhas prioridades, foco e sentimentos mudarem também, mas comecei 2015 tão fragilizada que eu não tinha forças para agir. Estava muito infeliz e, resumindo, me achava péssima em tudo: péssima profissional, pés

Retrospectivaney 2015: os mais lidos do ano

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Foto: Shutterstock  / coffee & girl Vai ter post com retrospectiva siiim, até porque, tem retrô todo ano, desde o lançamento do MOBIC . Confesso que achei que este ano foi bem diferente aqui para o blog. Ele ficou muito mais pessoal, com textos mais profundos e menos assuntos que todas as pessoas estão comentando (embora, é claro, eu ainda dê meu pitaco em assuntos que estão na boca do povo haha). Estes foram os posts mais lidos de cada mês. Espero que gostem, releiam e continuem voltando ao blog. 2016 vai ser lindão também!  ♥ Janeiro A Summer de hoje é o Tom de amanhã (e vice-versa) Na vida eu seria a Taylor Swift  Eu li: A Redoma de Vidro Begin Again: O filme que mais me encantou nos últimos tempos Long bob ou double long bob: o (meu) corte desejo do momento Fevereiro Acessórios boho, místicos e new-hippies - onde encontrar? 5 coisas baratas que o hype deixou absurdamente caras Inspire-se: 7 fontes para fazer tatuagem Vídeo: Jornalismo - Área, cu

Quando eu descobri que não tinha inimigas

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Foto: Shutterstock Li esse post da Clara Averbuck no Lugar de Mulher e quis fazer um. Quis fazer um parecido, porque como comentei aqui no blog uma vez, eu nem sempre fui bacana, gente boa e cheia de empatia como sou hoje (ainda bem que sou modesta haha). Eu já fui escrota, já fui preconceituosa, já fui maldosa. Mas graças ao tempo a gente não só muda, como também evolui. Já tive muita rixa com minas. Muitas muitas muitas. Vivia numa extrema competição em que eu tinha que me achar (e me achar é diferente de ser ) a mais bonita, a mais legal, a mais inteligente, a mais bem sucedida. Na minha cabeça, eu precisava provar para as inimigas que eu era melhor que elas. Porém, depois de um bom tempo, descobri que não era para os haters que eu precisava provar algo: era para mim mesma . E a partir daí, vejam só, eu descobri que não tinha inimigas e não tinha hater. Eu era apenas mais uma pessoa nesse rolê bizarro e cheio de altos e baixos chamado vida.  Acho que eu criava e

Wishlist: bolsas estilosas

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Fazia tempo que não tinha um garimpo bem maravilhoso aqui, né? Então, para tirar a poeira dessa seção maravilhosa e também para fazer um post menor e menos pessoal aqui no blog (estou tão rainha do textão que só tem isso aqui, né? haha), aceitei o convite da Dress Lily e montei uma wishlist muito digna de bolsas descoladas e estilosas. Eu sempre fui apaixonada por bolsas diferentes - dessas que a gente não encontra em lugar nenhum e que transformam o look mais básico do mundo em uma superprodução alternativa, então, fiquei muito feliz em conhecer a Dress Lily, que apesar de ter muuuuitos produtos que a gente encontra no Ebay da vida, tem um preço mais justo e um plus , que é a segurança e a certeza de receber o produto em casa.  Tô tão apaixonada, que não sei nem o que falar, só sentir! QUERO MUITO!!!! // link do amor Apesar desse post ser um #publidoamor , eu realmente achei os modelos incríveis - e montei uma wishlist 100% honesta. Só para fazer uma introdução, a loja t

Sobre mudanças

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Carrie chegando em Nova Iorque Talvez este seja o post mais pessoal e diário do blog até então. E justamente por isso, talvez fique longo. Espero que não se importe.  Quando eu tinha 17 anos, li O Encontro Marcado por indicação de uma grande amiga. Na época, estava vivendo aquela turbulência da vida de adulta chegando. Mal sabia que minha vida de adulta começaria, de fato, aos 23. Eu sempre fui uma pessoa muito intensa em minhas emoções e até atribuo essa característica a minha lua em peixes (a louca da astrologia strikes again) e, por isso, aos 18 estava a beira de um colapso. Novas responsabilidades, nova rotina, novos planos. Aos 18, a meta da minha vida era trabalhar para pagar a faculdade que eu queria e viver da forma mais independente que fosse possível. Consegui. Dois dias depois de fazer 18 anos arrumei meu primeiro emprego de carteira assinada e três meses depois disso fiz minha matrícula na faculdade. Mas ainda estava surtando com toda aquela mudança. E então minha

Links maravilhosos da semana #16

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Como puderam perceber pelo meu último post, tô meio emotiva. Acho que é marte transitando em aspecto tenso com marte natal. Isso significa que ficarei excessivamente sensível, então, explica o fato de eu ter me emocionando tanto lendo alguns textos recentemente. E é nessa vibe a maioria dos links da semana: muito amor, sensibilidade, coração quentinho. Mas também, como não somos de ferro, tem moda e nerdice também. Meu amor platônico Vinte e cinco de novembro - Chata de Galocha . A Lu Ferreira relatou o seu parto humanizado e eu, que não tenho vontade de ser mãe e me interesso 0% pelo assunto, li. E me emocionei. Terminei o texto chorando e sorrindo e estou aqui, indicando a leitura.  Uma carta para Carolina - Carol Burgo . Vi essa indicação no blog da Adri , li e, mais uma vez, fiquei com os olhos marejados. Sensibilidade e sinceridade. Carol deu um tapa na cara da Carol de vinte e poucos e, sem querer, deu na minha também. Eu, com 20 e poucos, tenho muitos planos para o

Marciano, Esther, Caulfield, eu

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Foto: Shutterstock Quando eu tinha 18 anos, li um livro em plena crise existencial desse idade tão pesada. Pesada porque temos a ilusão de que somos adultos, mas na realidade, somos apenas crianças com novas responsabilidades. Foi " O Encontro Marcado ", do Fernando Sabino. O livro é dividido em duas partes e, a primeira, "A Procura", me acompanha desde então. Sempre que tenho um impasse, uma grande dúvida, um buraco no peito, me lembro dessa parte do livro. Também me lembro de Holden Caulfield, protagonista do livro que carrega o título de meu favorito. Sempre que um filme ou um livro me impacta, eu fico obcecada por ele por um período de tempo. Geralmente esse impacto acontece porque a obra consegue, de alguma forma, extrair algo que eu estava sentindo, ou representar pensamentos que estavam sob uma densa neblina. Quem convive comigo, também convive com minhas efêmeras obsessões. Quando começo a falar insistentemente sobre um filme e emendo a frase &quo

TAG: Gratidão Ao Passado

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Yaay! Uma tag gostosinha pra gente nostalgiar aqui no blog! Quem me indicou foi a linda da Thayná , que conheci no grupo do blog . Ela sempre anima minhas tardes, porque sempre que acha um vídeo de algum mozão, ou algum gif maravilhoso, ela corre compartilhar com a gente. Sempre que vejo notificação dela meu coração enche de amor porque sei que vai ter coisa linda pra ver haha. Quando ela me mandou mensagem no Facebook dizendo que havia me indicado para a tag, prontamente aceitei. Uma porque ela disse que gostaria muito que eu respondesse. Outra porque adoro tags, me lembram cadernos de correspondências e toda aquela introdução que sempre faço quando vou responder uma listinha. Então, aqui estou eu, respondendo perguntinhas sobre páginas anteriores desse livro cheio de textão que a gente chama de vida. Chega mais! 1- Um filme que fez diferença na sua vida Foto/Reprodução Vish, sempre que vejo um filme e gosto dele, é porque ele atua de alguma forma na minha vida - e esse

Sobre 2015: Caraca, moleque! Que ano, que isso!

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No dia 31/12/2014 eu publiquei este texto no meu Facebook:  “Este foi ano em que fui abandonado no altar; foi o ano que eu levei uma surra por um bartender maluco; o ano em que fui demitido; o ano em que apanhei de uma cabra - uma cabra fêmea; e foi o melhor ano da minha vida; porque se nenhuma dessas coisas não tivessem acontecido eu nunca teria conseguido o melhor emprego que já tive; mas o mais importante, eu não teria conhecido a mãe de vocês…” (HIMYM S04E24) Não é de hoje que falo o quanto o The Leap mexe comigo. Eu me apeguei muito a essa passagem de HIMYM porque o Ted teve um ano muito ruim, como foi meu 2014. Me apeguei na esperança de que 2015 fosse ser um ano melhor. Mas ele não começou tão legal, não.  Eu sempre soube o que deveria mudar para minhas prioridades, foco e sentimentos mudarem também, mas comecei 2015 tão fragilizada que eu não tinha forças para agir. Estava muito infeliz e, resumindo, me achava péssima em tudo: péssima profissional, pés

Retrospectivaney 2015: os mais lidos do ano

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Foto: Shutterstock  / coffee & girl Vai ter post com retrospectiva siiim, até porque, tem retrô todo ano, desde o lançamento do MOBIC . Confesso que achei que este ano foi bem diferente aqui para o blog. Ele ficou muito mais pessoal, com textos mais profundos e menos assuntos que todas as pessoas estão comentando (embora, é claro, eu ainda dê meu pitaco em assuntos que estão na boca do povo haha). Estes foram os posts mais lidos de cada mês. Espero que gostem, releiam e continuem voltando ao blog. 2016 vai ser lindão também!  ♥ Janeiro A Summer de hoje é o Tom de amanhã (e vice-versa) Na vida eu seria a Taylor Swift  Eu li: A Redoma de Vidro Begin Again: O filme que mais me encantou nos últimos tempos Long bob ou double long bob: o (meu) corte desejo do momento Fevereiro Acessórios boho, místicos e new-hippies - onde encontrar? 5 coisas baratas que o hype deixou absurdamente caras Inspire-se: 7 fontes para fazer tatuagem Vídeo: Jornalismo - Área, cu

Quando eu descobri que não tinha inimigas

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Foto: Shutterstock Li esse post da Clara Averbuck no Lugar de Mulher e quis fazer um. Quis fazer um parecido, porque como comentei aqui no blog uma vez, eu nem sempre fui bacana, gente boa e cheia de empatia como sou hoje (ainda bem que sou modesta haha). Eu já fui escrota, já fui preconceituosa, já fui maldosa. Mas graças ao tempo a gente não só muda, como também evolui. Já tive muita rixa com minas. Muitas muitas muitas. Vivia numa extrema competição em que eu tinha que me achar (e me achar é diferente de ser ) a mais bonita, a mais legal, a mais inteligente, a mais bem sucedida. Na minha cabeça, eu precisava provar para as inimigas que eu era melhor que elas. Porém, depois de um bom tempo, descobri que não era para os haters que eu precisava provar algo: era para mim mesma . E a partir daí, vejam só, eu descobri que não tinha inimigas e não tinha hater. Eu era apenas mais uma pessoa nesse rolê bizarro e cheio de altos e baixos chamado vida.  Acho que eu criava e

Wishlist: bolsas estilosas

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Fazia tempo que não tinha um garimpo bem maravilhoso aqui, né? Então, para tirar a poeira dessa seção maravilhosa e também para fazer um post menor e menos pessoal aqui no blog (estou tão rainha do textão que só tem isso aqui, né? haha), aceitei o convite da Dress Lily e montei uma wishlist muito digna de bolsas descoladas e estilosas. Eu sempre fui apaixonada por bolsas diferentes - dessas que a gente não encontra em lugar nenhum e que transformam o look mais básico do mundo em uma superprodução alternativa, então, fiquei muito feliz em conhecer a Dress Lily, que apesar de ter muuuuitos produtos que a gente encontra no Ebay da vida, tem um preço mais justo e um plus , que é a segurança e a certeza de receber o produto em casa.  Tô tão apaixonada, que não sei nem o que falar, só sentir! QUERO MUITO!!!! // link do amor Apesar desse post ser um #publidoamor , eu realmente achei os modelos incríveis - e montei uma wishlist 100% honesta. Só para fazer uma introdução, a loja t

Sobre mudanças

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Carrie chegando em Nova Iorque Talvez este seja o post mais pessoal e diário do blog até então. E justamente por isso, talvez fique longo. Espero que não se importe.  Quando eu tinha 17 anos, li O Encontro Marcado por indicação de uma grande amiga. Na época, estava vivendo aquela turbulência da vida de adulta chegando. Mal sabia que minha vida de adulta começaria, de fato, aos 23. Eu sempre fui uma pessoa muito intensa em minhas emoções e até atribuo essa característica a minha lua em peixes (a louca da astrologia strikes again) e, por isso, aos 18 estava a beira de um colapso. Novas responsabilidades, nova rotina, novos planos. Aos 18, a meta da minha vida era trabalhar para pagar a faculdade que eu queria e viver da forma mais independente que fosse possível. Consegui. Dois dias depois de fazer 18 anos arrumei meu primeiro emprego de carteira assinada e três meses depois disso fiz minha matrícula na faculdade. Mas ainda estava surtando com toda aquela mudança. E então minha

Links maravilhosos da semana #16

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Como puderam perceber pelo meu último post, tô meio emotiva. Acho que é marte transitando em aspecto tenso com marte natal. Isso significa que ficarei excessivamente sensível, então, explica o fato de eu ter me emocionando tanto lendo alguns textos recentemente. E é nessa vibe a maioria dos links da semana: muito amor, sensibilidade, coração quentinho. Mas também, como não somos de ferro, tem moda e nerdice também. Meu amor platônico Vinte e cinco de novembro - Chata de Galocha . A Lu Ferreira relatou o seu parto humanizado e eu, que não tenho vontade de ser mãe e me interesso 0% pelo assunto, li. E me emocionei. Terminei o texto chorando e sorrindo e estou aqui, indicando a leitura.  Uma carta para Carolina - Carol Burgo . Vi essa indicação no blog da Adri , li e, mais uma vez, fiquei com os olhos marejados. Sensibilidade e sinceridade. Carol deu um tapa na cara da Carol de vinte e poucos e, sem querer, deu na minha também. Eu, com 20 e poucos, tenho muitos planos para o

Marciano, Esther, Caulfield, eu

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Foto: Shutterstock Quando eu tinha 18 anos, li um livro em plena crise existencial desse idade tão pesada. Pesada porque temos a ilusão de que somos adultos, mas na realidade, somos apenas crianças com novas responsabilidades. Foi " O Encontro Marcado ", do Fernando Sabino. O livro é dividido em duas partes e, a primeira, "A Procura", me acompanha desde então. Sempre que tenho um impasse, uma grande dúvida, um buraco no peito, me lembro dessa parte do livro. Também me lembro de Holden Caulfield, protagonista do livro que carrega o título de meu favorito. Sempre que um filme ou um livro me impacta, eu fico obcecada por ele por um período de tempo. Geralmente esse impacto acontece porque a obra consegue, de alguma forma, extrair algo que eu estava sentindo, ou representar pensamentos que estavam sob uma densa neblina. Quem convive comigo, também convive com minhas efêmeras obsessões. Quando começo a falar insistentemente sobre um filme e emendo a frase &quo

TAG: Gratidão Ao Passado

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Yaay! Uma tag gostosinha pra gente nostalgiar aqui no blog! Quem me indicou foi a linda da Thayná , que conheci no grupo do blog . Ela sempre anima minhas tardes, porque sempre que acha um vídeo de algum mozão, ou algum gif maravilhoso, ela corre compartilhar com a gente. Sempre que vejo notificação dela meu coração enche de amor porque sei que vai ter coisa linda pra ver haha. Quando ela me mandou mensagem no Facebook dizendo que havia me indicado para a tag, prontamente aceitei. Uma porque ela disse que gostaria muito que eu respondesse. Outra porque adoro tags, me lembram cadernos de correspondências e toda aquela introdução que sempre faço quando vou responder uma listinha. Então, aqui estou eu, respondendo perguntinhas sobre páginas anteriores desse livro cheio de textão que a gente chama de vida. Chega mais! 1- Um filme que fez diferença na sua vida Foto/Reprodução Vish, sempre que vejo um filme e gosto dele, é porque ele atua de alguma forma na minha vida - e esse