Qual foi a última vez em que você conheceu alguém realmente desconhecido? Qual foi a última vez em que você se permitiu conhecer alguém por ela mesma? Aposto que não conseguiu responder. É, eu também não. A internet facilita a nossa vida para muitas coisas, mas também cria problemas que eram inexistentes há alguns anos. A síndrome de Sherlock Holmes Encanado é um bom exemplo disso. Deixe-me explicar essa patologia que eu mesma batizei. 

Foto: Shutterstock

Hoje eu li esse texto porque uma grande amiga postou. Ela gosta muito dessa autora e eu até gosto de uns textos dela, também. Conforme ia lendo, me identificava em cada palavra. Se você não quiser clicar, vou resumir: o texto fala do quanto mulher investiga a vida do boy quando há o interesse. Investiga álbum de família, já sabe quem é a ex-namorada (e o que ela faz, do que gosta, do atual dela) a família e o cachorro. E eu já fiz tudo aquilo centenas de vezes. Um simples date virou meu objeto de estudo e eu não sosseguei até descobrir cada vírgula de sua história até o momento da nossa troca de telefones. Pois é. Porém, ao final da leitura, senti uma leveza extraordinária, porque aquilo não me pertencia mais. 

Escolhi a leveza à investigação.

A duras penas eu percebi que esse tipo de coisa me fazia mal. Eu estava conhecendo uma pessoa e impedindo que ela pudesse me mostrar o que ela realmente gostaria de mostrar. Quer dizer, eu não sou a mesma que era há dois meses, imagine só há alguns anos? Eu não gostaria que alguém me avaliasse, por exemplo, por um texto com ideias quadradas que eu escrevi há cinco anos. Então, por que eu vou avaliar alguém por coisas que ela viveu/fez/escreveu há alguns meses? 

Eu aprendi que esse comportamento me fazia mal - e provavelmente faz a você também. Essa síndrome traz neura ("Então essa é a melhor amiga?  Ela é muito bonita, vou precisar me arrumar mais. Uau, essa é a ex? Nossa, ela faz intercâmbio em Madrid e eu estou fazendo um cursinho online. Será que ele me acha menos capaz? Hum... Ele tem amigas demais, quem é essa de biquíni abraçada com ele? Nossa, essa é a casa dele? O que ele vai pensar do meu apartamento de 48 m²?), dúvidas, potencializa a insegurança e ansiedade. Por mais segura que você seja, se você está fazendo essa varredura na vida do date, tenho uma notícia:

Você não é tão segura assim.  

Hoje, eu vejo isso como um autoflagelo. Tem um episódio de How I Met Your Mother, que me marcou bastante, em que o Ted fala sobre a bagagem que toda pessoa carrega, como todos nós temos algum histórico e quantas pessoas já passaram em nossa vida, essas coisas. Parece óbvio, mas as vezes esquecemos que toda pessoa tem uma história e essa história nos trouxe até aqui. Você pode gostar da ex-namorada dele ou não, pode curtir a banda que ele tinha aos 15 anos ou não: ele só te encantou, hoje, porque vivenciou essas coisas ontem. Quando estamos apaixonadas parece chato pensar que ele (ou ela) teve uma vida incrível antes de você, mas teve. Assim como você. 

Temos história, mas também temos folhas em branco para serem escritas. 

Quando um cara despertava meu interesse, eu fazia a louca da CIA. Hoje, tento desencanar, até porque, se for pra rolar, vai e pronto. Conversando com um amigo eu disse que, a partir do momento que você entende que tudo na vida afetiva é interesse, você desencana de todo o resto. Hoje, se eu gosto do cara, eu faço questão para não fuçar suas coisas - eu não quero conhecer sua história de uma forma tendenciosa (porque eu vou interpretar as coisas como eu quiser). Quero que ele ressalte suas conquistas e quero que ele esconda seus fracassos se achar necessário. Quero conhecer essa história contada pelo protagonista. 

Hoje, eu não demoro pra responder uma mensagem da mesma forma que não espero por ela. Ah, e se eu quiser, eu mando o WhatsApp e se o cara responder boa, se não responder, é porque não rolou interesse mútuo e tá tudo bem. Eu posso até me sentir mal e todas as coisas que rolam quando nos sentimos rejeitadas (ou algo do tipo), mas somos adultas o suficiente para deixar isso de lado, ou aprender a lidar e não procurar alguém no Facebook que possa estar roubando a atenção que seria nossa. 

A vida é mais bonita quando você se permite ser leve. E os relacionamentos são ainda mais gostosos, viu? 


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Oi gente! Eu dei uma sumida, né? Pois é. Até minha irmã puxou minha orelha e falou que agora, morando em São Paulo, eu vou ter muito mais pauta e cenários para blogar, por isso, é pra eu parar de preguiça e focar no MOBIC. Ok, né? Coincidentemente, outra coisa me deu um gás para voltar, que foi o e-mail do pessoal do site Gearbest, que me convidou para fazer uma wishlist de moletons divertidos. Como a loja cumpre com minha "linha editorial", topei na hora. 

Moletom do Spider // tem até ele com a armadura by Stark!

Os preços são de lojas chinesinhas: maravilhosos e justíssimos. Só tomem cuidado para não encherem o carrinho e extrapolarem no cartão de crédito hahaha. Eles me propuseram conhecer o site, escolher uns produtinhos e avaliar a experiência de compra. Tudo foi muito tranquilo: você encontra muuuuitas opções e o pagamento é naquele esquema com o qual já estamos acostumadas em compras internacionais: com Paypal, o que deixa tudo ainda mais seguro. Na GearBest são vendidas não só roupas, mas acessórios, coisinhas para celular, enfim. Sabe quando você vai naquelas lojas multicoisas e morre de indecisão? Pois bem! Esteja avisada! 

Sem mais delongas, vamos à wishlist de Moletons Divers! 


1. Panda: gente, eu sou apaixonada por Pandas desde criança e eu realmente usaria esse moletom. Sério, numa boa, principalmente agora que moro em São Paulo. QUERO SIM OU CLARO? // 2. Guardiã das Galáxias. Amoooo um galaxy print e ele tá voltando, viu mores? Mega usaria e me sentiria a própria senhora das estrelas. // 3. Batminha: porque esse ano tem Batman x Superman e precisamos de uniformes né? // 4. Minha vida meu clube: porque essa frase define toda uma geração. Merece estar no peito, mesmo. 

Curtiram? Acho que de todas, a que mais gostei foi a de galaxy print, e você? 

#PUBLIDOAMOR
A postagem foi patrocinada, mas foi feita
com o mesmo amor e cuidado de sempre! 

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El Camiño. 

Pouca coisa tinha mudado desde a última vez em que repeti aquela cena. Talvez minhas vontades. Talvez meu endereço. Talvez minhas ideologias. Vai saber. 

Só sei que o principal continuava igualzinho. 
Intacto, eu diria. 

Me senti fracassada ao mesmo tempo em que me sentia viva. Entorpecida pelo cheiro de amaciante misturado ao cheiro de cigarro. Não sabia se sorria ou se chorava. Se abraçava o momento ou se pedia para voltar. 


Em meio aos meus milhares de questionamentos, paradoxalmente, eu me sentia em casa. Mesmo em um momento em que meu endereço é bem diferente daquele em que vivi nos últimos 22 anos. 

Era domingo. Um domingo ainda mais triste que os habituais. 
A segunda-feira não me traria só a rotina de volta. Me traria de volta pra casa. 

Casa. 

Sempre foi muito difícil eu dizer que me sentia em casa. Nos últimos anos, não me sentia assim em lugar algum. Pensei que tinha conquistado isso há algumas semanas, quando finalmente me mudei para o apartamento. 

Ledo engano. 
No domingo eu aprendi que casa

é onde fica o coração. 

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Gente, hoje ainda é terça-feira e essa semana começou com vários textos legais by Michele nessa internet de meu Deus. Modéstia a parte, eu gostei bastante deles porque tiveram um giro legal e, por isso, ora pois, estou aqui porque vocês são as primeiras pessoas que me leem e acho que merecem ler coisas que vão além dos mimimis da Mih, né? Então, fazendo uma espécia de "links da semana", chega mais que tem textão pra tudo quanto é tipo de gosto. 

(título alternativo: o que andei escrevendo por aí). 

Tem textão feminista e geek no HuffPost (Brasil Post) sim! Fui convidada pelo então editor a escrever sobre o assunto quando fiz minha entrevista para o Curso Abril de Jornalismo, independente se eu passasse ou não. Ele curtiu a pauta, eu me animei em escrever e saiu esse texto em primeira pessoa e bem "blog". Eu gostei muito e contei com pessoas incríveis para embasá-lo. Espero que gostem!
Tem #textodafirma aqui porque esse ficou bem legal e teve um número bem legal de compartilhamentos. Apesar da temática ser filmes que te mostram lugares além dos Estados Unidos, tem alguns citados que vocês bem sabem que integram minha listinha de favoritos. Vem que tá linda e só tem indicação maravilhosa. 

Outro #textodafirma, esse para a marca The North Face. Aqui coloquei metas específicas para quem curte esportes mais radicais, aventuras, etc, mas podemos pegar pra gente também - adaptando e dando aquele jeitinho. A galera "público-alvo" curtiu bastante e eu, consequentemente, gostei também. ♥ 

Esse é bem amplo e tem metas do coração. Muito amor nesse textinho bem good vibes que pode te ajudar a ter um ano incrível. Chega mais, se acanha não.

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As coisas estão mudando - e estamos aqui para mostrar que mulheres maravilhas existem e não usam, necessariamente, braceletes de ouro.

Mike Lacroix/Flickr 

Nunca falou-se tanto sobre o feminismo como nos dias de hoje. Uma pesquisa divulgada pelo Think Olga, mostra que os termos "feminismo" e "empoderamento" cresceram 354% em 2015. O assunto pautou blogs, sites e estampou revistas, como vimos recentemente na capa da ELLE.

A tolerância da mulher para ações machistas cotidianas diminuíram na mesma proporção em que o interesse pela luta da equidade de direitos cresceu, por isso, ações que antes não eram percebidas como tal, tiveram suas neblinas contidas e se tornaram mais nítidas. É o caso do machismo no mundo geek, um ambiente em que a empatia deveria ser natural, mas que é tão (ou mais) cheio de injustiça.

Se você for homem, talvez não acredite que exista qualquer tipo de preconceito neste meio, afinal, os "nerds" compõem um grupo que, teoricamente, foram excluídos na pré-adolescência, sofreram com abusos psicológicos (como o bullying, por exemplo) e também se sentem - ou sentiram - rejeitados por uma parcela de pessoas.

A grande ironia é que esse grupo também reproduz atrocidades com mulheres que querem adentrar o universo geek.

Para alguns homens, mulheres no cenário nerd "são carentes de atenção, ou estão procurando namorados", como ressaltou a estudante Jessica "Ketchup" Gomes no AntiCast.

Gostar do conteúdo geek ou curtir um jogo são motivos automaticamente descartados quando o gênero do player é citado, afinal, seguindo a linha de raciocínio deles, é difícil pensar que uma mulher, que foi criada brincando com bonecas e ganhou um mini-fogão de presente de Natal possa, hoje, ser apaixonada por vídeo-game, o primeiro presente relevante de boa parte dos homens.

Para se ter uma ideia do quanto o machismo está enraizado no mundo geek, não só pelos nerds, mas também pelo mercado, basta ler os regulamentos de campeonatos de games promovidos pelas gigantes indústrias de jogos: mesmo que não necessitem de qualquer tipo de força física, as competições são separadas por gênero, insinuando que, mesmo mentalmente, a mulher não tem as mesmas capacidades e habilidades que o homem. Isso é inaceitável por duas razões: a primeira é que em um jogo, o que é usado para o desempenho da atividade é a mente e capacidade de estratégia, a depender da temática do mesmo. A segunda é a mulher ocupar, ainda assim, uma posição inferior, pois não raramente as premiações das competições masculinas são maiores que as femininas. Coincidência?

Objetificação


A objetificação da mulher neste cenário acontece desde sempre. Basta reparar nas roupas usadas por super-heroínas e super-vilãs nos quadrinhos: todas fetichizadas e que ressaltam determinadas partes do corpo. Toda mulher no cenário geek é sensual e hiperssexualizada, já que até então, era um ambiente majoritariamente masculino. Nos jogos não é diferente: são pouquíssimas as personagens mulheres em games de luta e todas objetificadas. Quem nunca ouviu um amigo dizer que pegaria a Chun Li, não é mesmo?

Conversando com uma amiga que joga RPG desde os 14 anos, ela me relatou que sua personagem sempre era abusada, estuprada e objetificada na mesa. "Se não era estuprada, usava o sexo como moeda de troca para favores, sair de lugares ou salvar o grupo", contou.

Essa mesma amiga contou, inclusive, que em jogos online, a mulher não pode ser noob (termo usado para os novatos no game): sua capacidade é constantemente avaliada e, por ser mulher, você não pode errar.

E sabe o que é mais interessante? É que ao mesmo tempo em que a mulher não pode ser amadora, se ela for boa, nunca será boa o bastante. Ganha um doce quem adivinhar o porquê.

Quadrinhos


Não é só nos jogos e campeonatos que os nerds julgam as mulheres como inferiores e incapazes. Para grande parcela deste grupo, mulheres também "não têm o que dizer". Se você for mulher, arrisque-se a comentar sobre quadrinhos em qualquer panelinha de apaixonados pelo assunto. Tratando de um caso empírico: em uma discussão sobre a Guerra Civil, talvez minha saga favorita da Marvel, anularam todas as minhas opiniões e argumentos apenas por eu ser mulher - e assim como foi citado lá em cima, minhas opiniões foram resumidas a uma tentativa de chamar a atenção ou de arrumar um homem.

A blogueira Marina Laterza Paiva contou que, na faculdade, sempre estranham quando a veem lendo alguma HQ. "Ainda associam quadrinhos aos homens. Alguns me perguntam como gosto de algo tão masculino e ainda me dizem que eu não tenho nada a ver com o universo".

Como se não bastasse termos que lutar diariamente para provar que podemos ganhar o mesmo salário que os homens, que conseguimos desempenhar as mesmas funções, que não merecemos ser cantadas, estupradas e etc, também precisamos provar que sabemos a importância da frase "No more mutants" (Não queremos mutantes, em tradução livre) e da importância de adquirir um mouse Mamba.

É preciso passar por uma espécie de vestibular para provar que podemos conversar sobre A Piada Mortal e que também podemos venerar Frank Miller. Precisamos mostrar que somos capazes de entender e gostar da cultura nerd, mas sem discordar do consenso que o grupo chegou. Se eles acharam a adaptação de Kick Ass para o cinema horrível, jamais ouse em discordar. Acha exagero? Então você não é mulher.

Discussão aberta


A hashtag #AntiMachismoNerd movimentou o Twitter em setembro de 2015 e foi criada a partir do pertinente podcast AntiCast 198 - Machismo no Mundo Nerd. O idealizador Ivan Mizanzuk convidou mulheres geeks e gamers para discutirem o assunto.

"O nosso programa chamou a atenção para um problema que era óbvio pra muita gente, no caso as mulheres, e que faltava alguém de dentro citar. E isso é a parte triste: teve que vir um podcast feito por homens para ouvirem mulheres. Isso é um problema muito sério, que mostra o quão atrasados estamos em questão de representatividade e empoderamento feminino no meio nerd", comenta Mizanzuk.

Os tópicos variaram e foram desde a hiperssexualização das mulheres no cenário a casos em que mulheres foram punidas apenas por terem opiniões divergentes do senso comum daquele grupo. A empatia gerada pelo podcast foi tão grande que, a partir dali, várias mulheres compartilharam suas experiências nas redes sociais.

O barulho foi tão grande que chegou até mesmo aos homens que não percebiam o que estavam reproduzindo. "Recebi e-mails de gente jovem, adolescentes, falando que nunca tinham notado como certos pensamentos e atitudes eram machistas, por estarem tão naturalizadas", conta o host.

As coisas estão mudando. Lentamente, mas estão


O cinema já percebeu que a parcela de mulheres nerds está crescendo e precisamos de representação, de personagens fortes, independentes e que não façam a linha clichê de mocinhas indefesas. Fomos presenteadas com a Viúva Negra e, mesmo que ela não tenha protagonizado um filme solo, sempre foi considerada uma personagem extremamente forte.

Em Guardiões da Galáxia, tivemos a Gamora, uma assassina fria e mais forte, talvez, que o próprio herói do filme. Nos próximos anos teremos a Vespa, já temos a Feiticeira Escarlate e teremos filmes solos da Capitã Marvel e da Mulher Maravilha. Isso sem contar a série Supergirl e a recém-lançada Jessica Jones, que tem um elenco composto por um número de mulheres bem superior ao de homens e com um enredo que ressalta o Girl Power.

Com a força de super-heroínas, as mulheres estão mudando esse cenário que, até então, era homogêneo.

Blogs estão sendo criados por garotas que apostam no bom conteúdo e os segmentam por gênero para que se tornem espécies de safe place, onde seja possível discursar sobre o quanto adoraram a série do Demolidor ou sobre o quanto acharam Avengers: Age of Ultron fraco, sem medo de repressões.

Ainda não é possível integrar grupos mistos e ter o mesmo respeito e se isentar da avaliação sobre conhecimentos em quadrinhos e habilidades em jogos, mas as coisas estão mudando - e estamos aqui para mostrar que mulheres maravilhas existem e não usam, necessariamente, braceletes de ouro.

Matéria publicada, originalmente, em 04/01/2016, no Huffpost Brasil

Ela não precisava ser talentosa, afinal, a carioca já é it girl de berço. Filha de Glória Pires, irmã de Cléo Pires, linda e estilosa. Mas ela é talentosa, sim. Antônia Morais atua, compõe e canta, também. Todos os seus trabalhos (principalmente os autorais) carregam uma personalidade muito marcante - típica leonina. Eu já tinha citado a Antônia aqui no blog quando citei meus perfis favoritos do Instagram, mas hoje, quero apresentar um pouquinho do trampo da moça. Se você gosta de músicas mais indie/experimentais e quer fortalecer artistas made in Brazil, chega mais.


Eu não sei muito sobre ela - além do que é exposto no Instagram e redes sociais em geral -, mas posso dizer que o estilo musical dela é bem interessante - e mesmo que não seja o tipo de música que costuma ouvir, vale escutar nem que seja a título de curiosidade. Além de compor, Antônia produz suas próprias músicas, o que deixa o trabalho ainda mais interessante. Ela diz, em algumas entrevistas que acompanhei bem superficialmente, que toda a música é uma extensão de si mesma, da letra à melodia, por isso, vale a pena conferir as batidas e os experimentos do seu EP Milagros.


Ah! Outro motivo que trouxe a Tota pra essa seção maravilhosa é, claro, seu estilo. Sou apaixonada e me identifico bastante, então, chega mais. Check it out!


Sim, já pode correr para o instagram dela! :)

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