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Mostrando postagens de Fevereiro, 2016

Rotina

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7h30. "Agendar os Freelas", diz o despertador. Ativo o botão soneca, rolo para o lado.  7h35. "Anda logo", diz a etiqueta do alarme. Respiro fundo. Levanto da cama.  Me arrumo. Com toda a paciência do mundo, escolho a roupa com que irei trabalhar. Não gostei, troco. Troco a blusa. O tênis não ficou bom, vou colocar outro. Hum, não tá bom. Chega, vai assim mesmo. Como meu sagrado sucrilhos. Agendo os freelas entre uma colherada e outra.  8h20. Subo para o metrô torcendo mentalmente para que ele esteja menos cheio. Chácara Klabin, entra mais três. Ana Rosa, sai 30. Consigo um lugarzinho para sentar. Paraíso. Brigadeiro. Trianon MASP. Epa, é aqui. Pela saída da Pamplona? Da FIESP? Ah, qualquer uma, vou pela escada rolante. Saída errada.  Espero 15 horas para atravessar a Paulista. Passo o crachá. Subo 22 andares. Passo a digital, entro na sala e trabalho. O ponto alto do meu dia é meu trabalho. Dou risada, sou produtiva, faço um texto aqui, outro aco

O que assisti nos últimos tempos

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Faz tempo que estou para escrever esse post, porque nos últimos tempos eu consumi bastantes filmes e finalizei algumas séries. Até revivi meu antigo tumblr para poder expor, um pouquinho, as minhas obsessões por filmes que me encantaram. Confesso que ainda tenho muitos filmes em minha lista - e tenho séries a serem iniciadas - mas até que aproveitei bem os momentos "de ócio" com as coisinhas que vou listar. Vou colocar pela ordem em que foram assistidos, ok? Ok!  Match Point (Woody Allen, 2005) Esse filme estava na minha lista sabe Deus desde quando. A primeira vez em que ouvi falar dele foi por um amigo virtual dos meus 17 anos (conversávamos horrores sobre vestibulares de Jornalismo, livros clássicos e filmes). Ele me indicou Match Point , mas veja só, fui assistir seis anos depois. Ainda bem! É o tipo de filme que não teria sido bem aproveitado caso eu tivesse assistido naquela época. Assim como todos os filmes do Woody Allen, o roteiro é impecável e tem frases q

Aquele em que eu me apaixonei pelo carnaval

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Eu não sei se algum dia já bradei a frase "Eu odeio Carnaval", mas a verdade é que nunca fui a maior fã da folia não. Não por ter algo contra, mas porque nunca tinha algo realmente legal aqui na minha cidade. Eram festas meio estranhas e que me faziam optar por ficar em casa, assumindo meu posto de passista do Bloco Unidos da Netflix mesmo. Porém, sempre tive muita vontade de, um dia, curtir um Carnaval massa. Já posso dizer que 2016 é um ano de realizações.  Meu primeiro bloquinho foi com a Nath , minha amiga do trabalho. Iríamos ao bloquinho da Confraria do Pasmado, percebemos que não daria tempo, optamos pelo Gambiarra e, quando chegamos, acabamos indo à Confraria mesmo (sem saber hahaha). Foi minha primeira experiência nesse vuco-vuco e eu fiquei apaixonada. Muitos boys bons, muitas marchinhas contagiantes, aquele calorão de Araçatuba que era facilmente enfrentado com uma cervejinha gelada. Achei 10, me encontrei no rolê. Meu ascendente sagitariano festeiro adorou aq

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7h30. "Agendar os Freelas", diz o despertador. Ativo o botão soneca, rolo para o lado.  7h35. "Anda logo", diz a etiqueta do alarme. Respiro fundo. Levanto da cama.  Me arrumo. Com toda a paciência do mundo, escolho a roupa com que irei trabalhar. Não gostei, troco. Troco a blusa. O tênis não ficou bom, vou colocar outro. Hum, não tá bom. Chega, vai assim mesmo. Como meu sagrado sucrilhos. Agendo os freelas entre uma colherada e outra.  8h20. Subo para o metrô torcendo mentalmente para que ele esteja menos cheio. Chácara Klabin, entra mais três. Ana Rosa, sai 30. Consigo um lugarzinho para sentar. Paraíso. Brigadeiro. Trianon MASP. Epa, é aqui. Pela saída da Pamplona? Da FIESP? Ah, qualquer uma, vou pela escada rolante. Saída errada.  Espero 15 horas para atravessar a Paulista. Passo o crachá. Subo 22 andares. Passo a digital, entro na sala e trabalho. O ponto alto do meu dia é meu trabalho. Dou risada, sou produtiva, faço um texto aqui, outro aco

O que assisti nos últimos tempos

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Faz tempo que estou para escrever esse post, porque nos últimos tempos eu consumi bastantes filmes e finalizei algumas séries. Até revivi meu antigo tumblr para poder expor, um pouquinho, as minhas obsessões por filmes que me encantaram. Confesso que ainda tenho muitos filmes em minha lista - e tenho séries a serem iniciadas - mas até que aproveitei bem os momentos "de ócio" com as coisinhas que vou listar. Vou colocar pela ordem em que foram assistidos, ok? Ok!  Match Point (Woody Allen, 2005) Esse filme estava na minha lista sabe Deus desde quando. A primeira vez em que ouvi falar dele foi por um amigo virtual dos meus 17 anos (conversávamos horrores sobre vestibulares de Jornalismo, livros clássicos e filmes). Ele me indicou Match Point , mas veja só, fui assistir seis anos depois. Ainda bem! É o tipo de filme que não teria sido bem aproveitado caso eu tivesse assistido naquela época. Assim como todos os filmes do Woody Allen, o roteiro é impecável e tem frases q

Aquele em que eu me apaixonei pelo carnaval

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Eu não sei se algum dia já bradei a frase "Eu odeio Carnaval", mas a verdade é que nunca fui a maior fã da folia não. Não por ter algo contra, mas porque nunca tinha algo realmente legal aqui na minha cidade. Eram festas meio estranhas e que me faziam optar por ficar em casa, assumindo meu posto de passista do Bloco Unidos da Netflix mesmo. Porém, sempre tive muita vontade de, um dia, curtir um Carnaval massa. Já posso dizer que 2016 é um ano de realizações.  Meu primeiro bloquinho foi com a Nath , minha amiga do trabalho. Iríamos ao bloquinho da Confraria do Pasmado, percebemos que não daria tempo, optamos pelo Gambiarra e, quando chegamos, acabamos indo à Confraria mesmo (sem saber hahaha). Foi minha primeira experiência nesse vuco-vuco e eu fiquei apaixonada. Muitos boys bons, muitas marchinhas contagiantes, aquele calorão de Araçatuba que era facilmente enfrentado com uma cervejinha gelada. Achei 10, me encontrei no rolê. Meu ascendente sagitariano festeiro adorou aq