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Mostrando postagens de Março, 2016

Links maravilhosos da semana #17

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Fazia tempo que não rolava links da semana, né? Fiquei com vontade de fazer porque, só hoje, li pelo menos cinco coisas maravilhosas, então, estoy aqui querendo te para compartilhar essas lindezas com vocês. Sobre minha lua em peixes A importância dos filmes de mulherzinha - Apesar de não ser a maior fã de comédias românticas do mundo, achei a discussão muitíssimo válida. Vale a leitura! Uma denúncia denúncia de assédio sofrida por um cara deixou muito claro como o machismo funciona - É maravilhoso demais ver como as mulheres estão se comportando! Moses Sumney e sua "Everlasting Sigh" é a coisa mais linda que você vai ouvir hoje - Super dica de música maravilhosa. Fica a dica! Apaixonada pelo sentimento - A Stephanie escreveu algo que estava entalado há um bom tempo não minha garganta e simplesmente não saia. Quando li esse texto eu não só me identifiquei com cada linha, como pude respirar aliviada. 5 veículos alternativos que você precisa começar a ler -

5 vezes em que a (minha) vida imitou Sex And The City

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Sempre que fico obcecada por alguma série, obrigo meus amigos a assistirem também. Já falei sobre isso por aqui porque, de alguma forma, é como se eles passassem a me conhecer mais, afinal, se me identifiquei tanto com algo, alguma coisa tem. Bem, com Sex And The City não foi diferente. Como já falei também em outra ocasião, comecei a ver a série logo quando terminei meu namoro e eu conseguia me ver em cada situação vivenciada pela nossa protagonista apaixonada por sapatos. Eu sabia que mais cedo ou mais tarde isso viraria post, então, cá estamos com uma lista quase queima-filme: cinco vezes em que a (minha) vida imitou Sex And The City. 1- La Douler Exquise Esse já virou post aqui, mas acho válido ressaltar, até porque essa foi a primeira vez em que falei OMG, SOU A CARRIE! Para quem não assistiu, vou resumir: após inúmeras tentativas de ter, com o Big, o relacionamento que ela realmente queria - ela sempre quis que ele "a assumisse", fosse romântico, dissesse que

I've stopped believing

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- Eu não acredito mais em relacionamentos, na verdade.  - Você? Sério?  - Sim.  - Mas não faz sentido, vindo de você. Você acredita no amor. - Eu sei, no amor eu acredito. Eu só não consigo mais acreditar em relacionamentos. Já não penso em casamento, embora torça por cada novo noivado que surge no meu feed do Facebook. Aguardo por términos de namoro de terceiros, mesmo que eu torça por casais que nem fazem parte do meu círculo de amizades. Não me entenda mal, eu dizer que parei de acreditar não significa que eu queira que não exista mais casais, muito pelo contrário. Eu realmente torço para que os casais me mostrem que ainda há esperança.  - Mas se você ama alguém, você acredita que pode ter um relacionamento com ela.  - Não necessariamente. Você consegue amar uma pessoa mais que qualquer outra coisa na sua vida mas, por uma razão que nem você sabe direito, vocês não conseguem ficar juntos. Cobrança, ciúmes, excesso de opções... Bauman explica. Essa modernidad

Aquele do segundo Lollapalooza

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Oi gente! Nossa, eu estou com pelo menos 15 posts salvos nos rascunhos e não consigo dar andamento a nenhum deles - e esse bloqueio infernal está me tirando do sério. Coloquei como meta do dia finalizar pelo menos um deles e, então, peguei o do Lollapalooza , que era pra ter sido publicado na semana passada. Antes de começar a lista das cinco melhores coisas dessa edição, quero fazer uma apresentação das personagens desse texto, assim fica mais dinâmico. Oda , melhor amigo, ilustrador, DJ, Katy Perry e uma das minhas pessoas favoritas do mundo. Fefo , namorado do Oda, modelona, Beyoncé e é tão lindo que dá vontade de socar. Victor , um dos meus grandes amigos da vida - e faz parte dela desde os meus 16 anos. Ele não está na foto, mas será citado, então tá tudo bem.  Pronto, agora que fomos devidamente apresentados, vou dar início a lista, começando pelo maior destaque e motivo pelo qual eu fiz questão de ir nessa edição do festival: 1- O Show do Of Monsters And Men

Perdi a paciência com primeiros encontros?

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Estou na fase do marasmo da solteirice. Assim que você termina um relacionamento, você quer recuperar o tempo "perdido", quer provar para todo mundo que está muito bem, obrigada; quer mostrar que agora você tá solteira e ninguém vai te segurar e todos os clichês funkísticos que ouvimos e concordamos internamente. Tá tudo bem, todo mundo passa por isso e longe de mim dizer que essa fase é ruim - muito pelo contrário, convenhamos. Mas depois de qualquer movimento ou tempestade, vem ela: a calmaria e o comodismo.  Quando a emoção do novo status passa, você desacelera. E desacelerar é tão maravilhoso quanto aquele guitarrista que é a cara do Jared Leto. Hoje, o que eu mais gosto em ser solteira é o fato do meu humor não depender de ninguém a não ser eu mesma. Nenhum mau humor vai estragar o meu dia bom; eu não preciso convencer ninguém a fazer algum programa que eu queria e não existe negociação. Eu quero, eu vou, fim. É muito bom viver por você mesma e, depois que você se a

Coisas que eu quero fazer em março

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Eu estou com pelo menos oito posts salvos nos rascunhos e simplesmente não consigo dar andamento a nenhum deles. São todos pessoais e eu to com aquela sensação de "estar-cheia-e-precisar-escrever", mas mesmo assim não sai nada. Então, vendo o post mais recente da Ba , vi o vídeo gracinha dela e pensei em algo que quero fazer em março - e aí chegamos ao tema desse post. Sou péssima com metas e vocês já bem perceberam. Minhas "realizações de ano" quase ou nunca se concretizam e eu juro que não é por mal: ou eu realmente esqueço ou eu paro de querer. Para você ter uma ideia, eu encontrei nos rascunhos - sério, os rascunhos desse blog é tipo um limbo, tem coisa de 2012 parada lá hahaha - de um 101 em 1001 incompleto de 2014! Então, para me obrigar a cumprir coisas que eu quero e também para não esquecer, estou fazendo esse post.  O que eu quero fazer em março?  Gravar fragmentos dos meus dias para, no fim do mês, fazer um vídeo; Ir, finalmente, ao Ibirapu

Sobre ser tia

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Quarta-feira. 06/05/15 Cheguei estressada do trabalho, tinha brigado com meu namorado e era o dia que antecedia a chegada do Arthur. Não sei se foi o misto de emoções diferentes (esgotamento, raiva, ansiedade) ou se realmente não aguentei a sobrecarga. Não lembro nem mesmo o motivo, mas tive uma briga feia com a minha irmã, que se preparava para trazer o que viria a ser o amor da minha vida.  Sai um pouco de casa, com os ânimos a flor da pele. Eu nunca soube lidar com sentimentos demais. Eu só sabia chorar e nem sabia o porquê. Era pelo meu trabalho que estava me sobrecarregando? Era o meu namoro que estava dando seus últimos suspiros e eu sabia disso? Era a chegada do meu sobrinho? Eu não sabia, eu só sentia. E pensei que fosse surtar. Meia noite. 07/05/15 Cheguei em casa após o meu surto e encontrei a minha irmã sentada no sofá. Eu nunca me senti tão mal na vida. Ela estava prestes a ter um filho e eu é quem estava surtando. Capricorniana fria como é, nunca fomos de

Links maravilhosos da semana #17

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Fazia tempo que não rolava links da semana, né? Fiquei com vontade de fazer porque, só hoje, li pelo menos cinco coisas maravilhosas, então, estoy aqui querendo te para compartilhar essas lindezas com vocês. Sobre minha lua em peixes A importância dos filmes de mulherzinha - Apesar de não ser a maior fã de comédias românticas do mundo, achei a discussão muitíssimo válida. Vale a leitura! Uma denúncia denúncia de assédio sofrida por um cara deixou muito claro como o machismo funciona - É maravilhoso demais ver como as mulheres estão se comportando! Moses Sumney e sua "Everlasting Sigh" é a coisa mais linda que você vai ouvir hoje - Super dica de música maravilhosa. Fica a dica! Apaixonada pelo sentimento - A Stephanie escreveu algo que estava entalado há um bom tempo não minha garganta e simplesmente não saia. Quando li esse texto eu não só me identifiquei com cada linha, como pude respirar aliviada. 5 veículos alternativos que você precisa começar a ler -

5 vezes em que a (minha) vida imitou Sex And The City

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Sempre que fico obcecada por alguma série, obrigo meus amigos a assistirem também. Já falei sobre isso por aqui porque, de alguma forma, é como se eles passassem a me conhecer mais, afinal, se me identifiquei tanto com algo, alguma coisa tem. Bem, com Sex And The City não foi diferente. Como já falei também em outra ocasião, comecei a ver a série logo quando terminei meu namoro e eu conseguia me ver em cada situação vivenciada pela nossa protagonista apaixonada por sapatos. Eu sabia que mais cedo ou mais tarde isso viraria post, então, cá estamos com uma lista quase queima-filme: cinco vezes em que a (minha) vida imitou Sex And The City. 1- La Douler Exquise Esse já virou post aqui, mas acho válido ressaltar, até porque essa foi a primeira vez em que falei OMG, SOU A CARRIE! Para quem não assistiu, vou resumir: após inúmeras tentativas de ter, com o Big, o relacionamento que ela realmente queria - ela sempre quis que ele "a assumisse", fosse romântico, dissesse que

I've stopped believing

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- Eu não acredito mais em relacionamentos, na verdade.  - Você? Sério?  - Sim.  - Mas não faz sentido, vindo de você. Você acredita no amor. - Eu sei, no amor eu acredito. Eu só não consigo mais acreditar em relacionamentos. Já não penso em casamento, embora torça por cada novo noivado que surge no meu feed do Facebook. Aguardo por términos de namoro de terceiros, mesmo que eu torça por casais que nem fazem parte do meu círculo de amizades. Não me entenda mal, eu dizer que parei de acreditar não significa que eu queira que não exista mais casais, muito pelo contrário. Eu realmente torço para que os casais me mostrem que ainda há esperança.  - Mas se você ama alguém, você acredita que pode ter um relacionamento com ela.  - Não necessariamente. Você consegue amar uma pessoa mais que qualquer outra coisa na sua vida mas, por uma razão que nem você sabe direito, vocês não conseguem ficar juntos. Cobrança, ciúmes, excesso de opções... Bauman explica. Essa modernidad

Aquele do segundo Lollapalooza

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Oi gente! Nossa, eu estou com pelo menos 15 posts salvos nos rascunhos e não consigo dar andamento a nenhum deles - e esse bloqueio infernal está me tirando do sério. Coloquei como meta do dia finalizar pelo menos um deles e, então, peguei o do Lollapalooza , que era pra ter sido publicado na semana passada. Antes de começar a lista das cinco melhores coisas dessa edição, quero fazer uma apresentação das personagens desse texto, assim fica mais dinâmico. Oda , melhor amigo, ilustrador, DJ, Katy Perry e uma das minhas pessoas favoritas do mundo. Fefo , namorado do Oda, modelona, Beyoncé e é tão lindo que dá vontade de socar. Victor , um dos meus grandes amigos da vida - e faz parte dela desde os meus 16 anos. Ele não está na foto, mas será citado, então tá tudo bem.  Pronto, agora que fomos devidamente apresentados, vou dar início a lista, começando pelo maior destaque e motivo pelo qual eu fiz questão de ir nessa edição do festival: 1- O Show do Of Monsters And Men

Perdi a paciência com primeiros encontros?

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Estou na fase do marasmo da solteirice. Assim que você termina um relacionamento, você quer recuperar o tempo "perdido", quer provar para todo mundo que está muito bem, obrigada; quer mostrar que agora você tá solteira e ninguém vai te segurar e todos os clichês funkísticos que ouvimos e concordamos internamente. Tá tudo bem, todo mundo passa por isso e longe de mim dizer que essa fase é ruim - muito pelo contrário, convenhamos. Mas depois de qualquer movimento ou tempestade, vem ela: a calmaria e o comodismo.  Quando a emoção do novo status passa, você desacelera. E desacelerar é tão maravilhoso quanto aquele guitarrista que é a cara do Jared Leto. Hoje, o que eu mais gosto em ser solteira é o fato do meu humor não depender de ninguém a não ser eu mesma. Nenhum mau humor vai estragar o meu dia bom; eu não preciso convencer ninguém a fazer algum programa que eu queria e não existe negociação. Eu quero, eu vou, fim. É muito bom viver por você mesma e, depois que você se a

Coisas que eu quero fazer em março

Imagem
Eu estou com pelo menos oito posts salvos nos rascunhos e simplesmente não consigo dar andamento a nenhum deles. São todos pessoais e eu to com aquela sensação de "estar-cheia-e-precisar-escrever", mas mesmo assim não sai nada. Então, vendo o post mais recente da Ba , vi o vídeo gracinha dela e pensei em algo que quero fazer em março - e aí chegamos ao tema desse post. Sou péssima com metas e vocês já bem perceberam. Minhas "realizações de ano" quase ou nunca se concretizam e eu juro que não é por mal: ou eu realmente esqueço ou eu paro de querer. Para você ter uma ideia, eu encontrei nos rascunhos - sério, os rascunhos desse blog é tipo um limbo, tem coisa de 2012 parada lá hahaha - de um 101 em 1001 incompleto de 2014! Então, para me obrigar a cumprir coisas que eu quero e também para não esquecer, estou fazendo esse post.  O que eu quero fazer em março?  Gravar fragmentos dos meus dias para, no fim do mês, fazer um vídeo; Ir, finalmente, ao Ibirapu

Sobre ser tia

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Quarta-feira. 06/05/15 Cheguei estressada do trabalho, tinha brigado com meu namorado e era o dia que antecedia a chegada do Arthur. Não sei se foi o misto de emoções diferentes (esgotamento, raiva, ansiedade) ou se realmente não aguentei a sobrecarga. Não lembro nem mesmo o motivo, mas tive uma briga feia com a minha irmã, que se preparava para trazer o que viria a ser o amor da minha vida.  Sai um pouco de casa, com os ânimos a flor da pele. Eu nunca soube lidar com sentimentos demais. Eu só sabia chorar e nem sabia o porquê. Era pelo meu trabalho que estava me sobrecarregando? Era o meu namoro que estava dando seus últimos suspiros e eu sabia disso? Era a chegada do meu sobrinho? Eu não sabia, eu só sentia. E pensei que fosse surtar. Meia noite. 07/05/15 Cheguei em casa após o meu surto e encontrei a minha irmã sentada no sofá. Eu nunca me senti tão mal na vida. Ela estava prestes a ter um filho e eu é quem estava surtando. Capricorniana fria como é, nunca fomos de