. 21/08/2017 .
Eu sei, eu sei.
Eu sumi, o BEDA flopou e a frequência de posts, neste blog, nunca foi tão baixa.

Eu sei.

Mas diferentemente de todos os meus retornos-pós-sumiço-sem-motivo, esse tem uma notícia que me fez muito feliz e que quero compartilhar com vocês que me leem desde sei lá quando e que sempre trocam palavras e afeto comigo. 

Preparadas? 
Mesmo? 

Então lá vai... 

Eu vou escrever um livro.

Não, você não leu errado! 

Estou com contratinho assinado e, em 2018, vocês poderão me levar para onde quiserem - dentro da bolsa, da mochila, etc - e ler minhas linhas sobre dores e amores impressas. Sério, demorou pra cair a ficha e talvez por isso esteja sendo tão incrível escrever sobre isso aqui. 

O livro (meu deus, ainda é muito emocionante falar isso hahaha) vai abordar assuntos do coração, como vocês já veem aqui no blog e do jeito que vocês já conhecem, então, se você curte o que escrevo por aqui, com certeza vai gostar do que vem sendo feito. Sem demagogia, publicar um livro é mesmo a realização de um sonho e eu não consigo mensurar a felicidade e o orgulho que eu vou sentir ao ver pessoas segurando algo tão meu. Tá tudo muito maluco aqui dentro - e de um jeito incrivelmente lindo haha ♥ 

Logo menos conto mais detalhes e faço convites. 

Posso contar com vocês para me mandarem energias lindas e muito amor durante esse período?

. . .

em tempo, quero agradecer muito a todas as meninas que sempre comentaram aqui e me deram coragem de assumir um projeto tão lindo desse. sério! vocês são peças fundamentais nessa baita conquista ♥ 

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nos vemos nas livrarias, em 2018.
e [esporadicamente] por aqui, no mesmo batlocal. 

A melhor notícia do meu ano :)

. 13/08/2017 .
Outro dia sonhei com a sequência de números 13131. Na verdade, quando me acordei não lembrava do sonho. Dia normal, fui trabalhar e na hora do almoço saí para um restaurante, que estava um pouco longe. Fui de carona na moto de uma amiga. Quando paramos em frente ao restaurante, a minha amiga chamou a atenção para os números que marcavam no painel 13131. Na hora me lembrei do sonho. Claro que antes de voltar para o trabalho parei e joguei os números – vai que dá sorte.... Comecei a sonhar com a vaga possibilidade de virar milionária. O que eu faria?



Iria adorar mandar aquele abraço para meu chefe, comprar uma passagem para a Tailândia e passar um mês recebendo massagens e passeando por aquele paraíso. Claro que, iria para o shopping comprar a bolsa que namoro a meses e custa a bagatela de oito mil reais. Sem contar meus outros sonhos de consumo. Tenho que confessar, esse sonho estava lindo!

De repente olhei para um amigo do trabalho e comecei a pensar em como ele gastaria se ganhasse na mega-sena. Acho que trocaria de carro, homem adora carro, e depois não sei mais o que ele faria. Será que iria para o shopping como a maioria das mulheres? Será que os homens possuem essa ânsia de compras? Nunca havia passado pela minha cabeça como as pessoas gastam de forma distinta. Acredito que homens e mulheres têm perfis bastante diferentes na hora de gastar dinheiro. Acho que muitos homens gastariam com nós mulheres – está no DNA deles.

Nesse dia eu realmente não estava me concentrando muito no trabalho e me peguei pensando sobre a história da loteria no Brasil. Descobri, com uma rápida pesquisa, que a primeira loteria foi criada em Ouro Preto (Minas Gerais), no ano de 1784. O objetivo inicial com o dinheiro arrecadado era investir na cidade, e assim foi construída os prédios da Câmara dos Vereadores e da Cadeia Pública. O curioso é que no princípio o governo federal investia o dinheiro ganho em benefício social. Achei interessante o início da loteria no Brasil.

Não preciso dizer que infelizmente não saíram os meus números, mas a coincidência me intrigou. Como não estava conectado com a loteria, fui procurar o significado na numerologia e a simbologia foi bem mais certeira comigo. Adoraria contar o significado, mas essa história é longa e vai ficar para um outro post...

#COLAB DO AMOR
O post foi feito em parceria, mas
com o mesmo amor de sempre, tá?

Coincidências, pensamentos e outras bobagens

. 02/08/2017 .
Às vezes acontece de uma boa série ser cancelada sem nenhum grande motivo aparente. O enredo tá se desenvolvendo bem, a química entre os atores está rolando e toda a equipe está em sinergia. A audiência também é boa e os caminhos a serem seguidos na história são diversos e interessantes, mas por um problema de continuidade no roteiro, uma divergência entre produtores ou simplesmente por conta de novos projetos da emissora, a série é cancelada.

Acaba.
Assim, do nada.

O cancelamento repentino deixa todo mundo estupefato, olhando para o nada e perguntando o porquê. "Será que foi o figurino?", "Será que as produtoras-executivas não estavam em sintonia?", "Hum... Aposto que foi o recesso do coadjuvante bonitinho..."

Listam-se possíveis motivos. As tramas ficam sem desfecho, as perguntas sem respostas e as cenas mais esperadas acabam não indo ao ar.

Passa-se um tempo. Aparecem as críticas. "Como assim acabou dessa forma?", "Eu não acredito, que falta de vergonha na cara!", "Eu sabia que não ia durar muito". 

Surgem as lamentações. "Poxa, mas eu gostava tanto...", "Eu enxergava muito potencial, tô realmente triste", "Não é possível que tenha acabado".

Até aceita-se o término que foi enfiado goela abaixo.
Mas, quando a série é realmente boa, ela tem um revival.

Ilustra: Robin Eisenberg

O revival é uma prestação de contas aos envolvidos em toda a situação. Veja bem, não se trata de uma continuação, apesar de dar essa ideia e poder seduzir os personagens com a possibilidade. O revival é uma forma justa, sincera e coerente de encerrar um ciclo. É demonstrar respeito, carinho, amor e consideração com aqueles que fizeram toda a história.

O revival brinca com as possibilidades porque não existe mais o peso de ter que fazer dar certo. Não tem mais regras porque não existe mais construção. Pode errar a fala, pode não ter atuação, são permitidas falta de maquiagem, falhas no roteiro e grandes doses de caco e improviso. 

No revival, usa-se óculos de graduação* e qualquer banalidade é vista com um filtro de amor, paixão e otimismo. O corriqueiro vira belo porque sabe-se que não será visto novamente. O banal é irresistível porque ele não será mais rotina e um pequeno diálogo torna-se memorável porque dificilmente será repetido. 

Isso tudo é lindo justamente por sua finitude e certeza de que, depois dali, acabou. E não é porque acabou que não levou felicidade aos protagonistas. 

O revival é gentil e fala muito, mesmo sem utilizar palavras.
Passa mensagem de um jeito despretensioso e conforta como um abraço. 

Indiretamente, o revival diz que o amor continua, ainda que você mude o canal,

ainda que fora do ar.

//

*óculos de graduação: um termo que o Ted usa em How I Met Your Mother para falar de "últimos momentos" que, na condição de "últimos", são observados de um jeito mais doce, amoroso e que em nada condiz com a realidade. 


E S S E  P O S T   F A Z   P A R T E  D O  B E D A  2 0 1 7 !
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Revival