. 24/06/2018 .
Combinaram de ir ao parque em um domingo de tédio. Marcela e Felipe tinham se conhecido por um aplicativo e estavam ensaiando um encontro desde a primeira conversa, mas devido a agenda cheia de ambos, nunca conseguiam. “De hoje não passa”, prometeram.

Combinaram o metrô como ponto de encontro e, quando se viram, o sorriso foi involuntário
Felipe era ainda mais bonito pessoalmente – ou talvez ela tenha sido ludibriada por aquela camiseta de Pulp Fiction gasta e com furinhos – e extremamente cheiroso. Marcela também estava bem bonita: usava um vestido leve, com estampas de elefantes, e o cabelo estava preso por uma única fita.

“Podemos sair dessa estação mesmo e caminhar até lá, o que acha?”, ele sugeriu.

“Acho ótimo!”, Marcela respondeu enquanto guardava o celular na bolsa.

Durante o caminho até o parque, conversaram sobre as semanas cheias, sobre o domingo parado, sobre Pulp Fiction e sobre aplicativos de relacionamento. A conversa fluía sem nenhum esforço e com uma naturalidade quase esquecida pela ruiva. Enquanto discutiam sobre amores livres, passaram na frente de uma floricultura quando Felipe sorriu e pulou na frente da garota.

“Já te deram uma flor em um primeiro encontro?”, ele perguntou sorrindo.

Marcela gargalhou e negou com a cabeça.

Felipe tirou a carteira do bolso, escolheu com cuidado uma rosa vermelha e, após pagar pela flor, a entregou para Marcela.

Ilustra: Abbey Lossing

“Agora você já pode dizer que te deram uma flor em um primeiro encontro”, ele disse de um jeito extremamente fofo.

Marcela sorriu e o beijou. De um jeito leve e estranhamente natural, já que apesar de ser o primeiro encontro com Felipe, a troca de carinhos parecia a de um casal que já se conhecia há tempos.

Após o beijo, caminharam até o parque de mãos dadas e, quando chegaram lá, ficaram sentados embaixo de uma árvore. Felipe deitou no colo da garota que começou a brincar com os fios rebeldes dele, que trabalhava como advogado.

“Tira uma foto minha? O dia tá bonito”, pediu Marcela, depois de um tempo, tirando o celular da bolsa e entregando a Felipe, que ainda estava deitado em seu colo.

“Tiro, mas vou aparecer!”, brincou.

Ela riu, fez pose e, quando percebeu, Felipe a abraçou e tirou uma selfie.

“Pronto. Registro feito”.

Os dois passaram o dia ali, descobrindo mais sobre o outro e aproveitando o domingo da melhor forma possível: com sol e em ótima companhia. 

O segundo encontro também não aconteceu, mas a delicadeza do primeiro fez com que ele ficasse marcado em Marcela, que ainda tem a foto dos dois guardadinha no celular e a olha, de vez em quando, com o mesmo sorriso reproduzido naquele domingo.

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Leia os outros posts da série: 

#1- SOBRE O LENÇOL AZUL-MARINHO
#2 - BUDAPESTE

3- A flor, a fita, o sorriso e o parque

. 19/06/2018 .
Budapeste seria um destino interessante por si só. A beleza da capital húngara e a história de sua fundação já seriam suficientes para entrar no roteiro de qualquer pessoa apaixonada por viagens. Mas para Rafael ela tinha um atrativo muito mais específico que o Castelo de Buda - e ele se chamava Attila.

Os dois se conheceram pelo Instagram. Alguns likes e comentários depois, começaram a conversar por meio das mensagens diretas do aplicativo. Não demorou para que trocassem contatos mais pessoais – como o WhatsApp – e começassem a se falar todos os dias. A vontade de conhecer a pessoa com quem falava tanto e sobre tudo aumentava a cada dia e, quando menos percebeu, Rafael já estava incluindo a Hungria em sua viagem pela Europa. Apesar de parecer uma premissa de filme romântico com final feliz, Rafael sempre foi cético demais para criar expectativas. Encontrar Attila seria consequência de uma viagem incrível – e apenas isso – porém, contou para o garoto sobre seus planos para, quem sabe, marcarem de se conhecer.

E então,
marcaram. 

Imagem: Min Liu
Quando desembarcou na capital húngara, avisou o até-então amigo de Instagram e combinaram um encontro para, finalmente, se conhecerem.

“Como amigos”, pensava Rafael.

Combinaram um ponto de encontro no meio do caminho dois para seguirem, juntos, até o Csendes Létterem, um barzinho que Attila escolheu. Quando se encontraram, inevitavelmente, Rafael sentiu coração acelerar. Ele estava fisicamente perto da pessoa que por mensagens, sabia mais sobre seus segredos do que amigos que cresceram com ele. Ali, a centímetros de distância, estava o homem que, por meses, acompanhou tudo o que acontecia em seus dias, relatados da mais sincera forma.

Era Attila. 
Ali. 
Perto.

“Finalmente!”, foi o que conseguiu dizer, em inglês, após sair do abraço do húngaro.

“Finalmente”, respondeu de um jeito gentil e igualmente feliz pelo encontro.

Caminharam até o Csender Létterem e Rafael ficou encantado com a decoração do lugar. Os vários elementos distintos juntos deixavam o bar com um ar “casa de vó” e a luz baixa criava o aconchego que procuravam.

Dividiram uma mesa pequena, no canto do bar, e começaram a conversar como se não se falassem há meses. Os assuntos eram os mais diversos possíveis: desenhos animados favoritos, dicas de como tomar café e segredos não confidenciados a ninguém antes. As pernas se tocavam sutilmente, sob a mesa, e os olhares se cruzavam com facilidade. Rafael sentia algo parecido com um choque a cada vez que conseguia enxergar o brilho nos olhos de Attila.

“Vamos para outro lugar? Aqui fecha cedo”, sugeriu o húngaro.

Rafa concordou e, andando, foram a um novo local. Durante todo o trajeto, momentos de silêncio permeavam trocas de olhares cada vez mais longas. A vontade era de beijar Attila ali, no meio da rua, mas não sabia como aquilo seria aceito culturalmente. Decidiu esperar chegarem ao novo bar para ter certeza de que a vontade era recíproca.

O novo bar era ainda mais legal que o primeiro. Decorado com enormes águas-vivas coloridas nos tetos e com mesas de fita K7, sentaram em um canto um pouco mais afastado, pediram mais alguns drinks e continuaram conversando.

A cada sílaba pronunciada, mais Rafael ficava encantado. Naquele momento, entendia todos os livros de romance que já leu na vida, pois conseguia sentir todas as emoções descritas naquelas obras. Sentia o coração gelar, elefantes no estômago, a garganta ficar fechada e o rosto arder quando os olhares se encontravam.

“Sabe...”, Attila começou, se aproximando delicadamente de Rafa, que acabava de deixar sua bebida na mesa, “Esse bar tem muitas pessoas e eu, normalmente não faria isso, mas...”, o húngaro se aproximou do brasileiro, “...eu estou com muita vontade de te beijar. Muita mesmo”.

Rafael sorriu e, sem pensar muito, permitiu que as borboletas de seu estômago tomassem voo. 

Abraçou Attila e se beijaram ali, sob uma água-viva amarela.

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O segundo encontro não aconteceu, mas mesmo tendo passado alguns anos e estando a 9.796 km de distância, para Rafael, aquele beijo ainda foi o momento mais mágico de sua vida.

E portanto, 
eterno.

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Leia o primeiro post da série: 

#1- Sobre o lençol azul-marinho

2- Budapeste

. 18/06/2018 .
Laura saiu correndo do táxi, deixou dois reais de gorjeta para o motorista e apertou, timidamente, o número 37. Menos de dois segundos depois, ouviu uma voz fina e suave pelo interfone.

“Quem é?”

“Oi, sou eu”, ela respondeu da forma mais óbvia possível.

O portão abriu.

“Destrancou?”, perguntou a voz do outro lado do interfone.

“Sim! Estou subindo”.

Enquanto atravessava o hall de entrada, arrumou a meia-calça (que insistia em descer), checou o cabelo pela câmera do celular e aproveitou para dar uma última olhada na maquiagem quando entrou no elevador. Respirou fundo e, com o solavanco do elevador antigo parando no terceiro andar, focou em seu encontro. Não precisou nem chegar na porta do apartamento com capacho do Pac Man, para sentir um cheiro maravilhoso de comida.

Estralou os dedos, como fazia sempre que se sentia nervosa, antes do dono da voz do interfone abrir a porta com um sorriso digno de comercial de creme dental. Ainda que estivesse usando um avental ridículo com a estampa de um corpo masculino cheio de músculos, estava incrivelmente lindo pelo simples fato de ser ele, o Rodrigo do Facebook. 

Laura e Rodrigo tinham se conhecido em um grupo na rede social e conversado por dias no WhatsApp. Era o primeiro encontro e eles não tiveram tempo de ter milhares de conversas e discussões profundas antes de decidirem sair juntos. Eles se gostaram, combinaram e lá estavam.

Ao entrar naquela sala minúscula, mas muito bem decorada, Laura ouviu o último álbum do John Mayer tocando bem baixinho. O som da música misturado ao documentário da TV criou uma atmosfera extremamente charmosa e descontraída. Enquanto se sentava, Rodrigo tirava a massa do forno e, logo após deixá-la esfriando na pia, sentou-se ao lado da garota, que estava com as mãos inquietas. Quando finalmente pararam de discutir sobre a Seleção Brasileira e a escalação para o amistoso contra Portugal, ele sorriu e, olhando diretamente nos olhos dela, deu o primeiro beijo da noite. Não demorou para que fossem para o quarto e se misturassem aos lençóis azul-marinho do estudante de psicologia. O desejo que sentiam um pelo outro era muito mais forte que a fome e o cheiro delicioso que vinha da cozinha. Só podiam saciar uma das vontades e a escolha foi unânime. 

Algumas várias horas depois, voltaram à cozinha e esquentaram o jantar.



Enquanto comiam, dividiram sonhos, metas de longo e curto prazo, o desejo de ir para a Tailândia e de dar banho em elefantes. Laura contou sobre sua marca de lingeries. Rodrigo, sobre o seu projeto de mestrado. Descobriram inúmeras afinidades, desde o amor por coentro até a falta de paciência com Game of Thrones. Conversaram, se entregaram e se envolveram de uma forma simples, legítima, orgânica. Quando menos perceberam, dormiram de mãos dadas até serem acordados pelos raios solares que invadiram o quarto por causa da falta de cortina.

Nas primeiras horas da manhã, Rodrigo levou café na cama para Laura – banana com aveia e mel, capuccino e suco de laranja – e fez questão de chamar o Cabify para a garota que, a essa altura, já tinha colocado novamente o seu vestido que ia até o meio das coxas. Com um sorriso imenso, Rodrigo agradeceu pela noite e, com um olhar terno, Laura sorriu sinceramente, acenando um sim com a cabeça.

O segundo encontro nunca aconteceu, mas o primeiro, para Laura, já teria valido à pena só pelos olhos grandes e castanhos de Rodrigo. Mas foi pela legitimidade da entrega, pela troca de afinidades, pelo beijo. 

E pelos lençóis azuis-marinhos.

1- Sobre o lençol azul-marinho

. 13/06/2018 .


Esse talvez seja o publipost mais aleatório de toda a história desse blog, mas eu te garanto que estou fazendo o meu melhor para ele ser legal, divertido e que me traga mais benefícios que o dinheirinho que vai me salvar nesse fim de mês. Eu até posso repetir o discurso de que eu só aceito publis que condizem com o mood e temática do blog, mas dessa vez eu serei extremamente sincera: veio um publi de air track gymnastics for sale e eu, no alto dos meus R$ 0,63 na conta-corrente e com o dólar a R$ 3,72, não tive outra escolha se não ser dizer:

"toca pro pai e respira"

Por isso, amigas e amigos que me acompanham há tanto tempo neste site, é que nesse post você descobrirá duas coisas importantíssimas. A primeira é o que é um air track. A segunda é por quê seria incrível você ter um. 


- Michele, o que é um air track? 

O Air Track é uma pista inflável para acrobacias e saltos e que proporciona a realização de vários movimentos de forma dinâmica e desafiadora. Esse acessório (?) pode ser usado tanto para recreação e diferentes experiências corporais, como também para o aperfeiçoamento de saltos e acrobacias para competições. Inclusive, em alguns lugares pelo mundo, o air track já tá sendo categoria de competições. Se eu fosse blogueirinha de moda ainda, poderia dizer que esse post é quase um trend alert, mas vou dar uma segurada, né? rs

- Mas Michele, como é um air track?

O Air Track não é nada parecido com um trampolim - tenho certeza de que você pensou em um, quando eu comecei a falar sobre. Na verdade, ele se parece muito com um tapetinho de ginástica, só que mais gordinho, mais extenso e mais legal. 

- Me dê imagens? 

Sim, te dou imagens! Infelizmente essas fotos não condizem com a aesthetic do blog, mas nem sempre a vida manda coisas que combinam com nosso feed, né? Se nem boy tá rolando, imagina um publizinho, não é mesmo?

 

Agora eu vou te falar porquê você precisa colocar um air track no seu cart (ai que Narcisa Tamborindeguy), mesmo que você não tenha enxergado ainda uma real necessidade além do motivo real para uso. 

  1. Para você ficar pulando, oras
  2. Para fazer futebol de sabão (meu sonho)
  3. Para você ficar dando estrelinha 
  4. Para testar com o mozão e ver que que acontece hahaha

É isso, gente. Espero que tenham gostado desse publipost descarado (mas que foi feito com amor), que tenham curtido saber mais sobre o commercial air track mat e, principalmente, que tenham gostado de saber que a cerveja do meu fim de semana está garantida graças a você, anja. 


Beijo beijo,
Michele

E S S E  P O S T  É  U M  #PUBLIDOAMOR
isso significa que ele foi patrocinado, mas foi feito com
o cuidadin que cê já conhece, tá? 

Publi: Razões para você ter um air track mesmo sem saber pra quê serve

. 12/06/2018 .
Esse post estava nos rascunhos há uns dias e eu juro que ele não tem nada a ver com o Dia dos Namorados. Mas, caso você esteja com a autoestima abalada por causa da data criada pelo pai do João Dória (se era por isso, já pode ir melhorando depois dessa informação), eu já te garanto que "não ter um amorzinho" não deve, nem de levinho, mudar o a forma com que você se olha, se cuida e se trata. Agora, se você, assim como eu, só está em dias ruins por causa da TPM, esse post cairá como uma luva.

Esses dias eu estava me sentindo muito feia. Quando adolescente, sempre tive problemas graves de autoestima, mas que com muito trabalho, não existem mais há pelo menos uns três anos. Hoje, eu curto muito o que vejo no espelho, me acho linda e não ligo de falar porque foram anos me odiando para ter que fingir que, agora, minha relação comigo mesma não é boa. É boa sim, obrigada. Porém, como nós, mulheres-que-menstruam, somos vítimas de alterações hormonais, nem sempre todo esse amor sobrevive à TPM e, em dias como esse, é bom saber o que fazer para não esquecermos do quão maravilhosas somos. Tá nessas também? Então olha as dicas que, na maioria das vezes, funcionam comigo!


1. Beba água


Quando comecei a reclamar, no trabalho, sobre o quanto estava me sentindo feia, pra baixo e etc, minha amiga falou "Bebe água. É sério!". Ela disse que isso tinha embasamento científico e eu, jornalistona, fui procurar. E não é que Tamira tinha razão? Nossos neurônios necessitam de um certo volume de água para continuarem trabalhando bonitinho. Se eles não têm o básico, não conseguem transmitir os impulsos necessários para nos sentirmos gatas e felizes. Louco, né? Além disso, beber água deixa a pele bonita, o corpo funcionando bonitinho e ainda previne mil coisas ruins que podem rolar em casos de desidratação. Agora, já sabe: começou a ficar numa bad sem motivo? Bora tomar água. 

2. Ouça músicas felizes


Vocês já conhecem o meu amor por playlists e é claro que eu tenho uma playlist para melhorar um dia ruim. Na verdade, quando acordo meio down, a primeira coisa que eu faço é ouvir Love On Top da Beyoncé, mas caso você não seja tão fã da deusa, você pode clicar aqui e conhecer minhas outras opções para sobreviver a um dia de bad. Mas já vou avisando que, se não tem Love On Top, tem Flawless. 

3. Faça uma máscara facial

Mais do que simplesmente fazer uma máscara facial, essa ação promove algo muito importante e que, por muitas vezes, deixamos passar batido com todo o nosso ritmo louco: o self care. Fazer uma máscara facial é um momento só seu em que você se olha no espelho, observa todos os detalhes do seu rosto, descobre suas pintinhas, se faz carinho... É um momento tão gostoso e tão seu que não tem como ficar mal depois de uns minutinhos assim. O melhor de tudo é que você ainda fica com a pele maravilhosa depois desse ritual.

Outra opção de máscara facial caseira

Se você não tiver uma máscara facial legal e quiser usar isso de desculpa para pular essa dica, eu já digo que aqui não, paixão. Com duas colheres de café e uma colher de mel, você já faz um esfoliante maravilhoso que vai remover várias celulazinhas do seu rosto e te deixar com uma pele super macia. É sério! Faz e me conta! ;) 

4. Bote o corpinho pra jogo


Antes de torcer a cara pra mim, ou me apontar o dedo dizendo "Aaah bonita, logo a senhora querendo me mandar fazer exercício?" eu me defendo e digo que, vez ou outra, eu faço algo para balançar o esqueleto, seja uma dancinha (ah lá Beyoncé sendo citada de novo), uma yoga wannabe, ou algum vídeo de zumba que eu assisto por aí. Não é nenhuma novidade que o exercício faz com que a gente produza endorfina e, consequentemente, nos deixe mais felizinhas, certo? Então, sabendo disso, por que não dar uma suada para deixar que o nosso próprio cérebro melhore essa TPM infernal? 

5. Coma algo bem gostoso

Reprodução: Sparrow

Não tem como ser triste de barriga cheia, então, faça esse carinho em si mesma. Escolha uma comidinha bem gostosa, faça um doce bem enjoativo e aproveite, mais uma vez, esse momento com você mesma. Aproveite sua refeição ao máximo e sem pensar em dieta, caloria, ou o que quer que seja. Lembre que sobremesa vai para o coração e o deixa quentinho. <3

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Espero que fique bem :)

Beijo beijo,
Michele

5 coisas para você fazer agora, se estiver com a autoestima baixa

. 11/06/2018 .
Atenção: esse post era de 2013 e foi atualizado por motivos de: vou ter um jantar de Dia dos Namorados com três amigas, vamos trocar presentes e eu mesma recorri a ele. Então, fica a dica! ;)


Era pra eu ter postado esse post no dia 30, mas várias coisas aconteceram, outros posts foram passando na frente desse e quando vi, ele estava lá embaixo nos rascunhos. Mas antes tarde do que nunca, venho com um novo Guia de Presentes para o Dia dos Namorados. Se você não viu os anteriores, de anos atrás aqui no blog, joga ali no search do blog (inclusive, vocês podem usar e abusar dessa ferramenta maravilhosa), vai curtir porque esse guia é diferente do que já estamos acostumadas. Se você quer fugir das lojas Imaginarium-wannabe nesse dia 12 e quer apostar em algo mais fofo e pessoal, cola comigo que é sucesso.


Siga as nossas dicas e não faça coelhinhos de meia!

Optar por presentes personalizados é legal porque:


1) você gasta menos, é uma super opção ser dinheiro for o problema durante a data

2) fica algo bem mais pessoal, já que você fez pensando estritamente na pessoa

3) é divertido fazer - desde que não haja o desespero.

Se você e seu namorado ou namorada conversaram e decidiram que o dia 12 deste ano será comemorado com presentes feitos por vocês, vou dar três dicas legais e breguinhas (porque se não for pra ser breguinha, a gente nem namora). Olha!

1- Scrapbook

Nível de dificuldade de 1 a 5 corações: ♥ ♥ ♥
Você vai precisar de: um scrapbook, papéis off-set coloridos, adesivos, post-it, cola bastão, botões, linhas coloridas de bordado, glitter e qualquer outra frescurinha linda que você quiser.

Tirei a ideia de fazer um scrapbook do filme "Tudo Acontece em Elizabethtown"

Um scrapbook é a coisa mais linda que alguém pode fazer para um namorado ou namorada. Eu fiz para o meu ex-namorado no aniversário dele. Fiz uma espécie de timeline da vida dele e coloquei várias fotos, papéis, passagens de viagens, bilhetinho de cinema, flor, enfim! Scrapbook é lindo mas é muito trabalhoso. Como é tudo muito "único/exclusivo" e demanda tempo, você pode acabar recorrendo também a alguma loja de brindes personalizados para te dar um help. Vale a pena, mas requer bastante tempo e paciência.


2- Uma Mixtape 

Nível de dificuldade de 1 a 5 corações: 
Você vai precisar de: um cd virgem, ou uma fita k7 e muita disposição



Quando eu fiz o scrapbook, eu fiz um CD também - e coloquei dentro do scrapbook ahahaha. Fazer uma playlist com as músicas que te lembram o namorado é legal porque, provavelmente, são músicas que ele gosta também e vocês vão poder ouvir juntos. Na época, era bem mais simples, fácil e rápido de fazer, hoje em dia nem tanto, mas garanto que continua legal.

Ah! Como esse post é antiguinho, as pessoas ainda usavam/compravam CDs, então, a minha dica hoje seria uma mixtape, com fita cassete mesmo. Além de ficar muito ~vibes anos 90~ e cool, consequentemente, por mais que seja trabalhoso, com certeza vai se tornar um presente inesquecível.

Nesse link aqui, você descobre como gravar mixtapes em pleno 2018. Corre!

3- Quadro

Nível de dificldade de 1 a 5 corações: ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
Você vai precisar de: tela, pincéis e muita tinta


Foto: Reprodução/Instagram @titimuller_

Eu acho lindo quem consegue pintar alguma coisa, porque eu não consigo, definitivamente. Se você consegue, esse é um super presente. Também dá um super trabalho, mas poder fazer do presente uma obra de arte - nem que seja obra de arte só pra ele - e ainda se divertir, não tem coisa melhor! Se você não é nenhum Picasso, mas gostou da ideia, você pode fazer um quadro pra ele usando alguma frase ou ilustração que ele goste. Você pode pintar a moldura (em gesso ou mdf) e deixar o presente mais pessoal. Lá no blog da Kipling tem um tutorial incrível de como fazer essas moldurinhas - sem contar nos exemplos incríveis.

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Pronto! Dei três opções que são super possíveis de serem feitas no prazo que temos!
Inspiração é o que não falta!

Presentes para você fazer para o mozão no Dia dos Namorados