Postagens

Mostrando postagens de 2019

Bilhete para um desamor

Imagem
Ilustração: Amara Living você me olhava tão forte que parecia me despir. ainda que seus olhos se confundissem em seus próprios movimentos e perdessem o foco por causa de todo o álcool bebido entre descobertas e confissões, eu sempre sentia todos os pelos do meu corpo se eriçarem quando você fitava os meus. seus olhos grandes, escuros e perfeitamente desenhados. você parecia um anime em carne viva. um personagem canastrão, de movimentos marcantes e exagerados, na minha frente. * das várias coisas que eu poderia guardar de você, fico com as boas. com o "eu te amo" arrancado depois de anos sem conseguir juntar essas palavras na mesma frase. do seu macarrão com berinjela e alcaparras. do poke feito em um domingo na cozinha da sua casa. do peixe enrolado no jornal. de todas as vezes em que saimos no meio daquele filme que assistíamos com sua irmã, no nosso primeiro domingo, para transar no seu quarto. eu guardo o sexo. de como eu me senti completa, amada e todos os clichês

Para comprar o meu livro, clique aqui :)

Imagem
Foto linda: Gi Fialho/Caos Arrumado Como vocês já sabem, eu lancei um livro, o Amores Eternos de Um Dia . E como eu estou reformulando o blog, precisei criar uma página de atalho para quem quer comprar essa belezinha cheia de ensinamentos e de ilustrações lindas! ♡ Ele é um ótimo presente de Natal, aniversário, "presente-ajuda", enfim! Que tal apoiar pequenos escritores e ler essa belezinha em páginas cor-de-rosa? Para comprar na Amazon, é só clicar nesse link aqui ! Se quiser saber um pouquinho mais do que te aguarda, olha só o resumo da editora: Procurando ou não romance (ou sexo) nos Tinders e Happns da vida, este é um livro para você pensar, se divertir e entender melhor a nossa época.Como identificar um boy lixo? O que fazer quando você age como um boy lixo? Como lidar com o ghosting? A jornalista Michele Contel tenta responder a essas e outras perguntas em seu primeiro livro, Amores eternos de um dia.Escrito com sensibilidade e leveza, ele ajuda a desmit

Sobre mudanças e criações

Imagem
Eu, assim como 98% de toda a internet nesse momento, estou obcecada pela Phoebe Waller-Bridge depois de assistir Fleabag . Eu não vou falar mais um "A" sobre essa série porque todo mundo já falou “ meu, você precisa assistir Fleabag ” e eu, provavelmente, fui uma dessas pessoas. Mas vou falar sobre o quanto o trabalho dela está na minha cabeça, desde que me peguei apaixonada pelo hot priest, por batom vermelho e porquinhos da índia. Desde que assisti Fleabag eu fiquei pensando sobre o meu trabalho criativo . Sobre a minha vontade de escrever um novo livro. Sobre a minha narrativa. Sobre as vendas do meu primeiro livro . Sobre sucesso. Eu, assim como você, provavelmente, me cobro demais. E se uma parte de mim ficou extremamente feliz e completa com o simples fato de ter lançado um livro (e fiquei. Ainda é uma das minhas maiores felicidades de vida), eu também me cobro por não ter estourado e não ter virado um sucesso, como no fundo, lá no fundo, eu esperava que acontecesse.

La vie - um resumão dos últimos acontecimentos

Imagem
Apesar do titulozinho em francês (influência do curso que estou fazendo), esse post não tem um super texto bem elaborado, é zero artístico e muito menos é charmoso como o idioma que dá nome a esse mero bloco de notas escrito ao acaso. Apesar de minha vida se resumir a trabalho, estou consumindo coisas legais e esse post é, basicamente, uma lista do que estou vendo, lendo e ouvindo, basicamente. Se você procura por inspirações, ou só jogar conversa fora, talvez esse post seja legal. O que eu estou fazendo... Além do trabalho e do curso de francês, comecei um curso (que é também uma espécie de encontros) para desabruxar. Bonito o termo, né? É um curso que ensina os poderes das ervas, dos cristais e promove uma super conexão com a natureza e com quem nós somos. É bem bonito e está me fazendo muito bem. São duas horinhas por semana que eu realmente desligo do mundo e só ouço o que está ao meu redor. Com atenção, com afeto e sem celular. Está sendo muito incrível e, se vocês quiserem, a

Vamos marcar, qualquer dia!

Imagem
Colagem: HagaraStuff Quando você vê, a presença obrigatória de fim de semana vira uma mensagem ou outra na story do Instagram. A primeira pessoa para quem você conta sobre um novo relacionamento, fica sabendo por alguma foto no Facebook. O seu primeiro convite para uma festa estranha, acaba passando despercebido e, quando você vê, já foi, já passou e até teria sido legal se tivessem ido juntos, mas não aconteceu porque ninguém lembrou de fazer o convite. Você descobre que a pessoa mudou de emprego por um tweet. Sem cafés de horas de conversas à fio, sem ponderamentos compartilhados, sem análises conjuntas. A vida aconteceu. Seguiu. A gente tende a colocar um peso muito grande nas partidas, esquecendo do quão natural ela é. Quando essa partida é feita de forma brusca e intensa, com lágrimas, discursos e promessas, dói e ocupa nossa cabeça. Quando ela é sutil, sem que nenhum dos dois lados realmente perceba o que está acontecendo, ela simplesmente acontece. Sem dramas e rompiment

Mas e o blog?

Imagem
Reprodução: Laura Berger Eu sou uma criadora de conteúdo quase que compulsiva - vocês me conhecem. Eu abasteço esse blog desde 2010 com textos que já passearam por diversos segmentos e, nos últimos anos, o tema que aqui fez morada, foi meu coração. Com as mudanças do nosso consumo de conteúdo, o blog foi ficando abandonado e, mesmo eu até tentando migrar meus textos para o Instagram e Newsletter, não sentia que estava “fazendo direito”. Ali não era meu espaço, sabe? Então, tentei voltar pra cá. Estou com vários - vááááários - textos salvos nos rascunhos e que, literalmente, só falta eu apertar em “publicar”. Mas não vai. Sinto que falta alguma coisa. E eu acho que no fundo sei o que é que falta: quem lê. Em uma rápida pesquisa nas minhas redes sociais, percebi - e descobri - que as pessoas não leem mais blogs. Elas trocaram as páginas com layouts bonitos por perfis no Instagram, por podcasts, pelo Youtube, assim como eu. Eu também deixei de acessar os meus blogs favoritos e

Quando foi que controle virou prova de amor?

Imagem
Uma vez, enquanto estava divulgando meu livro, eu participei de um programa na CBN que chamava " CBN Gerações ". Eu vou colocar o link ali embaixo se vocês prometerem não rir porque eu estava extremamente nervosa, em um nível que minha voz estava trêmula e eu falei das minhas amigas gays como "as pessoas homossexuais" , de tão dura que eu estava. Prometem? Então vamos lá. Em um dos momentos dessa longa conversa de 20 minutos, o meu companheiro de microfone, que já escreveu diversos livros sobre amor e relacionamentos, disse que, hoje em dia, é muito mais fácil trair porque você tem muito mais acesso às pessoas. Você que me lê provavelmente vai discordar*, ou atribuir a frase dita à idade do interlocutor, mas muitas pessoas concordaram e concordam e, muito provavelmente, enxergam o controle sobre o outro como prova de amor. Mesmo que elas não tenham se dado conta disso. *essa afirmação pode ser discutida de diferentes formas.  Sim, temos muito mais facilidade e

Carta para você (não) ler

Imagem
Por um tempo, eu perguntava o porquê. Por que as coisas aconteciam daquele jeito? Por que você mudava tanto? Por que tratava as pessoas que amava daquela forma? Depois, eu não quis mais saber e me afastei como pude. Por um tempo, a minha presença ainda era necessária (sabe deus por quem), mas a minha atenção já era outra. Me fazia presente porque tinha que fazer, mas tudo o que eu mais queria era estar longe. E então, depois de anos me sentindo sem voz, eu gritei. Com um pretexto bobo, encontrei a força para dizer tudo o que sempre quis. E disse. Disse alto. Em meio a lágrimas. Com réplicas agressivas. Mas disse. Sai com um piano a menos nas minhas costas e com a tranquilidade de quem nunca mais precisaria voltar. crédito: yelena bryksenkova Mas veio a culpa. A culpa por me libertar. A culpa por desistir. Da gente. De você. De ter algo parecido com o que eu via em filmes e que secretamente eu sonhava com mais força do que sabia ter. E então, eu tentei te consertar.

Sobre amores meio bosta

Imagem
Na semana passada, eu fiz aquela corrente no Instagram em que você se propõe a dar conselhos sobre qualquer coisa, para qualquer pessoa . Entre as várias mensagens que recebi, uma delas me chamou a atenção e, sem dar nome aos envolvidos, vou compartilhar aqui na íntegra, afinal, é por causa dela que você está lendo esse texto, hoje.  A mensagem era a seguinte "Conheci uma pessoa que é incrível. Tem uma boa posição no trabalho, se demonstra interessado, me trata bem, mas...Eu acho que não mereço. É sempre aquela sensação de que não mereço pessoas legais" .  Eu não sei você, cara leitora ou leitor, mas eu já vivi muito essa situação. A de que eu não merecia pessoas legais. A de que o drama faz parte de qualquer relacionamento. A de que "se é fácil demais, alguma coisa está errada" e vários outros pensamentos que já estão tão enraizados em nossa mente que parar de focar neles é quase impossível. Pois é. Dias depois, como em um golpe lindo de alinhamento cósmi

Bilhete para um desamor

Imagem
Ilustração: Amara Living você me olhava tão forte que parecia me despir. ainda que seus olhos se confundissem em seus próprios movimentos e perdessem o foco por causa de todo o álcool bebido entre descobertas e confissões, eu sempre sentia todos os pelos do meu corpo se eriçarem quando você fitava os meus. seus olhos grandes, escuros e perfeitamente desenhados. você parecia um anime em carne viva. um personagem canastrão, de movimentos marcantes e exagerados, na minha frente. * das várias coisas que eu poderia guardar de você, fico com as boas. com o "eu te amo" arrancado depois de anos sem conseguir juntar essas palavras na mesma frase. do seu macarrão com berinjela e alcaparras. do poke feito em um domingo na cozinha da sua casa. do peixe enrolado no jornal. de todas as vezes em que saimos no meio daquele filme que assistíamos com sua irmã, no nosso primeiro domingo, para transar no seu quarto. eu guardo o sexo. de como eu me senti completa, amada e todos os clichês

Para comprar o meu livro, clique aqui :)

Imagem
Foto linda: Gi Fialho/Caos Arrumado Como vocês já sabem, eu lancei um livro, o Amores Eternos de Um Dia . E como eu estou reformulando o blog, precisei criar uma página de atalho para quem quer comprar essa belezinha cheia de ensinamentos e de ilustrações lindas! ♡ Ele é um ótimo presente de Natal, aniversário, "presente-ajuda", enfim! Que tal apoiar pequenos escritores e ler essa belezinha em páginas cor-de-rosa? Para comprar na Amazon, é só clicar nesse link aqui ! Se quiser saber um pouquinho mais do que te aguarda, olha só o resumo da editora: Procurando ou não romance (ou sexo) nos Tinders e Happns da vida, este é um livro para você pensar, se divertir e entender melhor a nossa época.Como identificar um boy lixo? O que fazer quando você age como um boy lixo? Como lidar com o ghosting? A jornalista Michele Contel tenta responder a essas e outras perguntas em seu primeiro livro, Amores eternos de um dia.Escrito com sensibilidade e leveza, ele ajuda a desmit

Sobre mudanças e criações

Imagem
Eu, assim como 98% de toda a internet nesse momento, estou obcecada pela Phoebe Waller-Bridge depois de assistir Fleabag . Eu não vou falar mais um "A" sobre essa série porque todo mundo já falou “ meu, você precisa assistir Fleabag ” e eu, provavelmente, fui uma dessas pessoas. Mas vou falar sobre o quanto o trabalho dela está na minha cabeça, desde que me peguei apaixonada pelo hot priest, por batom vermelho e porquinhos da índia. Desde que assisti Fleabag eu fiquei pensando sobre o meu trabalho criativo . Sobre a minha vontade de escrever um novo livro. Sobre a minha narrativa. Sobre as vendas do meu primeiro livro . Sobre sucesso. Eu, assim como você, provavelmente, me cobro demais. E se uma parte de mim ficou extremamente feliz e completa com o simples fato de ter lançado um livro (e fiquei. Ainda é uma das minhas maiores felicidades de vida), eu também me cobro por não ter estourado e não ter virado um sucesso, como no fundo, lá no fundo, eu esperava que acontecesse.

La vie - um resumão dos últimos acontecimentos

Imagem
Apesar do titulozinho em francês (influência do curso que estou fazendo), esse post não tem um super texto bem elaborado, é zero artístico e muito menos é charmoso como o idioma que dá nome a esse mero bloco de notas escrito ao acaso. Apesar de minha vida se resumir a trabalho, estou consumindo coisas legais e esse post é, basicamente, uma lista do que estou vendo, lendo e ouvindo, basicamente. Se você procura por inspirações, ou só jogar conversa fora, talvez esse post seja legal. O que eu estou fazendo... Além do trabalho e do curso de francês, comecei um curso (que é também uma espécie de encontros) para desabruxar. Bonito o termo, né? É um curso que ensina os poderes das ervas, dos cristais e promove uma super conexão com a natureza e com quem nós somos. É bem bonito e está me fazendo muito bem. São duas horinhas por semana que eu realmente desligo do mundo e só ouço o que está ao meu redor. Com atenção, com afeto e sem celular. Está sendo muito incrível e, se vocês quiserem, a

Vamos marcar, qualquer dia!

Imagem
Colagem: HagaraStuff Quando você vê, a presença obrigatória de fim de semana vira uma mensagem ou outra na story do Instagram. A primeira pessoa para quem você conta sobre um novo relacionamento, fica sabendo por alguma foto no Facebook. O seu primeiro convite para uma festa estranha, acaba passando despercebido e, quando você vê, já foi, já passou e até teria sido legal se tivessem ido juntos, mas não aconteceu porque ninguém lembrou de fazer o convite. Você descobre que a pessoa mudou de emprego por um tweet. Sem cafés de horas de conversas à fio, sem ponderamentos compartilhados, sem análises conjuntas. A vida aconteceu. Seguiu. A gente tende a colocar um peso muito grande nas partidas, esquecendo do quão natural ela é. Quando essa partida é feita de forma brusca e intensa, com lágrimas, discursos e promessas, dói e ocupa nossa cabeça. Quando ela é sutil, sem que nenhum dos dois lados realmente perceba o que está acontecendo, ela simplesmente acontece. Sem dramas e rompiment

Mas e o blog?

Imagem
Reprodução: Laura Berger Eu sou uma criadora de conteúdo quase que compulsiva - vocês me conhecem. Eu abasteço esse blog desde 2010 com textos que já passearam por diversos segmentos e, nos últimos anos, o tema que aqui fez morada, foi meu coração. Com as mudanças do nosso consumo de conteúdo, o blog foi ficando abandonado e, mesmo eu até tentando migrar meus textos para o Instagram e Newsletter, não sentia que estava “fazendo direito”. Ali não era meu espaço, sabe? Então, tentei voltar pra cá. Estou com vários - vááááários - textos salvos nos rascunhos e que, literalmente, só falta eu apertar em “publicar”. Mas não vai. Sinto que falta alguma coisa. E eu acho que no fundo sei o que é que falta: quem lê. Em uma rápida pesquisa nas minhas redes sociais, percebi - e descobri - que as pessoas não leem mais blogs. Elas trocaram as páginas com layouts bonitos por perfis no Instagram, por podcasts, pelo Youtube, assim como eu. Eu também deixei de acessar os meus blogs favoritos e

Quando foi que controle virou prova de amor?

Imagem
Uma vez, enquanto estava divulgando meu livro, eu participei de um programa na CBN que chamava " CBN Gerações ". Eu vou colocar o link ali embaixo se vocês prometerem não rir porque eu estava extremamente nervosa, em um nível que minha voz estava trêmula e eu falei das minhas amigas gays como "as pessoas homossexuais" , de tão dura que eu estava. Prometem? Então vamos lá. Em um dos momentos dessa longa conversa de 20 minutos, o meu companheiro de microfone, que já escreveu diversos livros sobre amor e relacionamentos, disse que, hoje em dia, é muito mais fácil trair porque você tem muito mais acesso às pessoas. Você que me lê provavelmente vai discordar*, ou atribuir a frase dita à idade do interlocutor, mas muitas pessoas concordaram e concordam e, muito provavelmente, enxergam o controle sobre o outro como prova de amor. Mesmo que elas não tenham se dado conta disso. *essa afirmação pode ser discutida de diferentes formas.  Sim, temos muito mais facilidade e

Carta para você (não) ler

Imagem
Por um tempo, eu perguntava o porquê. Por que as coisas aconteciam daquele jeito? Por que você mudava tanto? Por que tratava as pessoas que amava daquela forma? Depois, eu não quis mais saber e me afastei como pude. Por um tempo, a minha presença ainda era necessária (sabe deus por quem), mas a minha atenção já era outra. Me fazia presente porque tinha que fazer, mas tudo o que eu mais queria era estar longe. E então, depois de anos me sentindo sem voz, eu gritei. Com um pretexto bobo, encontrei a força para dizer tudo o que sempre quis. E disse. Disse alto. Em meio a lágrimas. Com réplicas agressivas. Mas disse. Sai com um piano a menos nas minhas costas e com a tranquilidade de quem nunca mais precisaria voltar. crédito: yelena bryksenkova Mas veio a culpa. A culpa por me libertar. A culpa por desistir. Da gente. De você. De ter algo parecido com o que eu via em filmes e que secretamente eu sonhava com mais força do que sabia ter. E então, eu tentei te consertar.

Sobre amores meio bosta

Imagem
Na semana passada, eu fiz aquela corrente no Instagram em que você se propõe a dar conselhos sobre qualquer coisa, para qualquer pessoa . Entre as várias mensagens que recebi, uma delas me chamou a atenção e, sem dar nome aos envolvidos, vou compartilhar aqui na íntegra, afinal, é por causa dela que você está lendo esse texto, hoje.  A mensagem era a seguinte "Conheci uma pessoa que é incrível. Tem uma boa posição no trabalho, se demonstra interessado, me trata bem, mas...Eu acho que não mereço. É sempre aquela sensação de que não mereço pessoas legais" .  Eu não sei você, cara leitora ou leitor, mas eu já vivi muito essa situação. A de que eu não merecia pessoas legais. A de que o drama faz parte de qualquer relacionamento. A de que "se é fácil demais, alguma coisa está errada" e vários outros pensamentos que já estão tão enraizados em nossa mente que parar de focar neles é quase impossível. Pois é. Dias depois, como em um golpe lindo de alinhamento cósmi