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Mostrando postagens de Fevereiro, 2021

logo eu, que amava escrever

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pedaço do mural do meu primeiro quarto em sp não sei precisar qual foi a última vez que escrevi algo que teve algum impacto na minha própria existência. não me lembro quando foi que eu arranquei algo que estava grande demais para o meu peito e transformei em textos longos e cheios de palavras combinadas. olhei meus rascunhos aqui do blog, aquele mar de textos nunca finalizados e que, caso ou outro, serviam como uma espécie de transcrição de uma sessão de terapia. constato o óbvio: eu n ão me lembro quando foi a última vez que escrever foi o que já significou um dia, pra mim.  veja bem, eu estou trabalhando muito. muito mesmo. talvez seja a minha época mais cheia de trabalho e, não sei se você sabe, caro leitor imaginário, mas eu trabalho escrevendo. felizmente, escrevo sobre coisas que eu até gosto, mas não amo. não que eu acredite ainda que eu precise amar o que faço. mas acho que escrever tanto, todos os dias, sobre assuntos que gosto, minou toda a minha vontade de escrever pra mim.

Livros lidos em janeiro

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 Ter ganhado um Kindle no Natal mudou meus hábitos de leitura. Só em janeiro eu li 6 livros - feito que não acontecia desde a adolescência. Troquei a visita aos instas de fofoca quando me deitava, pela leitura antes de dormir - e quando menos percebi, já tinha atingido minha 25% da minha meta anual de leitura. E como li livros realmente bons, vim aqui dividir essas indicações com vocês. 🦗 TRÂNSITO, Rachel Cusk.  Eu fiquei obcecada pelo Esboço , o primeiro livro dessa trilogia. Talvez por ter ido com tanta expectativa, demorei pra me sentir realmente dentro da leitura, coisa que o Esboço fez facilmente. A escrita da Rachel continua incrível e amo como a gente conhece a protagonista por meio de suas conversas e suas perguntas. Apesar de não ter sido o favorito do mês, sem dúvidas é uma grande leitura - e não vejo a hora da tradução de Kudos, o último, chegar por aqui.  🎈 ALTOS VOOS E QUEDAS LIVRES, Julian Barnes.  Um livro que traça um paralelo entre os primórdios do balonismo e o luto

logo eu, que amava escrever

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pedaço do mural do meu primeiro quarto em sp não sei precisar qual foi a última vez que escrevi algo que teve algum impacto na minha própria existência. não me lembro quando foi que eu arranquei algo que estava grande demais para o meu peito e transformei em textos longos e cheios de palavras combinadas. olhei meus rascunhos aqui do blog, aquele mar de textos nunca finalizados e que, caso ou outro, serviam como uma espécie de transcrição de uma sessão de terapia. constato o óbvio: eu n ão me lembro quando foi a última vez que escrever foi o que já significou um dia, pra mim.  veja bem, eu estou trabalhando muito. muito mesmo. talvez seja a minha época mais cheia de trabalho e, não sei se você sabe, caro leitor imaginário, mas eu trabalho escrevendo. felizmente, escrevo sobre coisas que eu até gosto, mas não amo. não que eu acredite ainda que eu precise amar o que faço. mas acho que escrever tanto, todos os dias, sobre assuntos que gosto, minou toda a minha vontade de escrever pra mim.

Livros lidos em janeiro

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 Ter ganhado um Kindle no Natal mudou meus hábitos de leitura. Só em janeiro eu li 6 livros - feito que não acontecia desde a adolescência. Troquei a visita aos instas de fofoca quando me deitava, pela leitura antes de dormir - e quando menos percebi, já tinha atingido minha 25% da minha meta anual de leitura. E como li livros realmente bons, vim aqui dividir essas indicações com vocês. 🦗 TRÂNSITO, Rachel Cusk.  Eu fiquei obcecada pelo Esboço , o primeiro livro dessa trilogia. Talvez por ter ido com tanta expectativa, demorei pra me sentir realmente dentro da leitura, coisa que o Esboço fez facilmente. A escrita da Rachel continua incrível e amo como a gente conhece a protagonista por meio de suas conversas e suas perguntas. Apesar de não ter sido o favorito do mês, sem dúvidas é uma grande leitura - e não vejo a hora da tradução de Kudos, o último, chegar por aqui.  🎈 ALTOS VOOS E QUEDAS LIVRES, Julian Barnes.  Um livro que traça um paralelo entre os primórdios do balonismo e o luto